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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

POST 1857: CHAVES: UMA MARCA MILIONÁRIA BUSCA NOVA FASE NO BRASIL




NEGÓCIOS DO CHAVES:
 
Custo de produção nos últimos 20 anos:  zero.
Retorno no período:  US$ 1,7 bilhão.
 
Desde 1992, quando deixaram de ser produzidos, os seriados mexicanos Chaves e Chapolin mostraram estar entre os produtos mais rentáveis da televisão.
 
Na série Ícones do Mercado Cultural, o portal de Economia & Negócios do Estado apresentará toda quinta-feira o lado comercial dos grandes expoentes da televisão, da música, do cinema, das artes plásticas e do mercado editorial.  
 
 
 
Começamos pelo humorístico Chaves, que, 41 anos depois de ter sido criado, prepara-se para entrar em uma nova fase no Brasil, com a criação de uma estratégia de longo prazo para financiamento de produtos.  
 
Na semana que vem, a série Ícones do Mercado Cultural apresenta os negócios por trás da Turma da Mônica, de Maurício de Sousa.
 
 
HISTÓRIA E CURIOSIDADES:
 
O ator e diretor mexicano Roberto Gómez Bolaños, nascido em 1929, apresentou o personagem Chaves (ou Chavo, em espanhol) na televisão pela primeira vez em 1971, já com 41 anos.
 
O órfão da vila surgiu primeiro como uma esquete dentro de m seriado, do mesmo autor, chamado Chespirito - nome que é uma forma acastelhanada de Shakespeare e também o apelido de Bolaños.

 
Em 1984, o Chaves estreou no Brasil, na TVS. Nesses 28 anos, as exibições do seriado foram praticamente ininterruptas, com exceção do período de janeiro a novembro de 2004, quando ficou fora da grade do SBT.
 
Além da América Latina e dos Estados Unidos, o Chaves já foi exibido também em países como China, Japão, Coreia do Sul, Tailândia, Marrocos e Grécia.
 
Entre os episódios do seriado, existem 17 paródias de personagens clássicos da história e da ficção, entre eles Romeu e Julieta, Julio César, Leonardo da Vinci, Don Quixote, Frederic Chopin e Cristóvão Colombo.
 
Segundo a Televisa, as histórias que mais fizeram sucesso são "Vamos todos a Acapulco" (sequência de uma história em que os personagens dizem que vão ao Guarujá) e "O ladrão da vila".
 
 
TELEVISÃO:
 
91 milhões de telespectadores por dia formam a audiência média do Chaves, somando América Latina e Estados Unidos, 41 anos após estreia do programa no México e 20 anos depois de parar de ser produzido.
 
US$ 1,7 bilhão é o que a Televisa já faturou com cessão de direitos de exibição, sem gastar nenhum centavo na produção desde 1992, quando foi gravado o último episódio.
 
Em toda a América Latina, o Chaves aparece diariamente na TV por assinatura (Cartoon Network). Na rede aberta, cada país tem uma emissora com os direitos de exibi-lo. A maioria o faz de segunda a sexta, mas de forma intermitente: tiram o programa da grade e voltam a transmiti-lo depois de alguns meses, como fez o SBT recentemente.
 
O SBT cobra R$ 80 mil por anúncio de 30 segundos no intervalo do Chaves. Considerando uma média de oito propagandas por episódio, o potencial de faturamento seria de até R$ 166 milhões anuais, tomando por referência o preço de tabela.
 
 
PRODUTOS:
 
A Televisa fatura US$ 24 milhões por ano em licenciamento e merchandising da marca Chaves.
 
300 produtos diferentes com o nome dos personagens do seriado e companhia circulam no mercado mexicano, o que coloca a marca Chaves entre as mais fortes para licenciamento de produtos no México.


 
Mais de 40 milhões de bonecos do Chaves e sua turma foram vendidos em toda a América Latina junto com o McLanche Feliz. Foram mais de 10 milhões de miniaturas em cada uma das quatro vezes que o McDonald's colocou o produto na McOferta, segundo a Televisa.
 
No México, a Televisa licenciou a torta de jamón do Chaves, ou "sanduíche de presunto", como foi traduzido na versão em português, vendida nos supermercados.
Brinquedos, roupas, salgadinhos e doces são os que mais vendem.
 
 
NOVA FASE:
 
Licenciamento - O famoso sanduíche de presunto do Chaves poderá ser vendido nos supermercados do Brasil, como já acontece no México. A ideia faz parte de um projeto mais amplo da Televisa, de tentar repetir no Brasil, de forma adaptada, o êxito comercial do licenciamento da marca. Junto com o SBT, a emissora mexicana quer identificar quais produtos funcionariam no mercado brasileiro. A "torta de jamón" está na lista.


 
YouTube - O canal do Chaves no YouTube (http://www.youtube.com/user/chaves) tem hoje 159 episódios em português. A Televisa negocia com o Google a possibilidade de colocar todos na rede, de graça.
 
Desenho animado - O desenho do Chaves estreou em 2006. Hoje existem 130 episódios. Atualmente são produzidos a um ritmo de 13 por ano.
 
Musicais - No México, o musical do Chaves já teve mais de 200 apresentações. A Televisa cogita investir também nessa área no Brasil, onde já houve uma apresentação, em 2011.
 
 
 
FONTE: ESTADÃO

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

POST 1178: E-COMMERCE EM OPERAÇÕES BTOB, FRANQUIAS E ATACADOS. Por Sandra Turchi

Tenho recebido dúvidas freqüentes sobre qual o melhor formato de e-commerce quando se trata de franquias, operações atacadistas e mercado BtoB. A dúvida presente no caso desse tipo de negócio se refere a um fator importantíssimo: o conflito de canais. O que isso quer dizer? Vamos analisar o caso das franquias. Em geral, a intenção de iniciar uma operação de e-commerce parte do franqueador, mas o dilema é que isso pode ser visto como mais um “concorrente” pelos seus franqueados.


No caso dos atacadistas, o questionamento é outro, pois se trata do seu interesse em iniciar vendas diretas ao consumidor, o que obviamente seria visto como um atravessamento por parte dos seus clientes, os varejistas.

E quando de trata de vendas B to B, em que uma indústria, por exemplo, deseja vender diretamente aos pequenos varejistas, sem ter que passar pelos atacadistas, mais uma vez se estabelece um conflito potencial.

São todos chamados de conflitos de canal, pois o risco que existe é de haver uma ruptura na cadeia de distribuição já estabelecida. Como proceder?

Ainda não há respostas conclusivas, mas o que tenho observado são iniciativas no sentido de não “agredir” o parceiro do canal. Uma dessas soluções, por exemplo, tem sido o repasse de uma comissão ao membro do canal que seria, supostamente, “prejudicado” por essa nova operação.

Esse comissionamento, por sua vez, tem uma complexidade que está relacionada à questão da delimitação de território ou da área de influência da loja.

Porém é fundamental encontrar uma solução, pois acima de quaisquer disputas deve estar o consumidor. E este é cada vez mais multicanal. Uma pesquisa que demonstra essa realidade foi feita pelo instituto iProspect, em julho de 2010, nos EUA, sobre o processo de compra de produtos eletrônicos e computadores, que demonstra que o consumidor leva, na sua grande maioria, de uma a quatro semanas para definir sua compra.

Antes disso ele visita o site do varejista, o site do fabricante, faz outras pesquisas e quer saber a opinião de outros internautas. Feito isso, 47% deles finaliza sua compra numa loja física e 29% (computadores) e 43% (eletrônicos) na web. A maioria deles alega que não teria adquirido aquele produto se não tivesse executado essas etapas anteriores de pesquisas na web. E as razões alegadas para usar a web nessa fase anterior são: facilidade de comparação de produtos, agilidade na pesquisa e conveniência.

Devemos lembrar que o consumidor ora deseja consumir na loja física e ora deseja praticidade para solucionar um problema, o que é atendido pelo comércio eletrônico e se não encontrar a loja que está habituado a comprar, poderá fazer uma troca nesse momento por outra que o atenda e, nesse caso, a loja original corre sérios riscos de perder não apenas uma venda, mas sim, perder um cliente.

Deve-se, então, avaliar se vale a pena ter um custo adicional para solucionar esses impasses ou ter o custo de perder um cliente.

*************

(artigo para o Portal PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios)



Sandra Turchi
Especialista em Marketing Digital e E-commerce é Coordenadora e professora do curso “Estratégias de Marketing Digital” na ESPM. Administradora de empresas pela FEA-USP, pós-graduada pela FGV-SP e MBA pela BSP e Toronto University, também cursou empreendedorismo pela Babson de Boston.
Mais de Sandra Turchi AQUI

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

PORQUE UMA FRANQUIA MORRE???

Clique para ampliar!

FONTE: PEGN
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