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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

POST 1816: COMO AS EMPRESAS ESTÃO USANDO A ANÁLISE DE DADOS PARA ENTENDER O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Enquanto a explosão do Big Data causa a adoção da análise de clientes generalizada, as empresas estão procurando refinar sua abordagem, a fim de ter uma visão, fortalecer as relações e formar novas conexões.
 
Ao usar a análise de dados, as empresas têm a capacidade de observar e entender o comportamento do cliente em um nível granular. Elas têm agora uma visão sobre os principais fatores por trás de cada fase do ciclo de vida do cliente, permitindo-lhes melhorar os segmentos e direcionar suas ofertas, enquanto constroem relacionamentos leais no processo.
 
O último relatório da Forrester Research, “O Estado da Análise do Cliente 2012″, explora a adoção da análise de dados dos clientes, as métricas usadas para rastrear o impacto da análise, e a maturidade dessas técnicas que estão atualmente em uso. O estudo, que entrevistou 90 profissionais da área, examina como essas métricas ajudam as empresas a tomar decisões informadas com base em insights, permitindo-lhes obter um firme estreitamento sobre o assustador dilúvio de dados de clientes:
- Os entrevistados usam, principalmente, a análise dos clientes para melhorar o foco orientado sobre os dados da organização e monitorar o sentimento do cliente. Para 51%, a satisfação do cliente e retenções são as principais razões para a adoção de análise, enquanto 40% estão concentrados na lealdade.
- O Gerenciamento e integração de dados de uma variedade de fontes é classificado como o maior desafio que as organizações enfrentam, impedindo que 54% dos entrevistados façam uma melhor utilização da análise. Assegurar a qualidade dos dados a partir de uma variedade de fontes, de acordo com 50% de respondentes, representa o segundo maior desafio.
- 42% dos entrevistados questionaram a falta recursos de análise, enquanto 37% lutam para encontrar o talento certo para elevar a análise a outro patamar.
- Ao avaliar o uso de análise em cada fase do ciclo de vida do cliente, 57% dos entrevistados fazem a aquisição de clientes a sua principal prioridade, enquanto 44% usam a análise em seus esforços de retenção de clientes.
- Em seus esforços para acompanhar o impacto da análise, 79% dos entrevistados medem a eficácia do marketing, tanto como resposta de campanha e aumento das vendas de campanha. 74% medem aquisição de clientes, usando a receita média por consumidor e penetração de produto por métrica de cliente, e 70% medem a retenção de clientes, incluindo o abandono, lealdade e tempo de relacionamento
- De acordo com 36% dos entrevistados, a análise de clientes tem melhorado a aquisição de clientes, enquanto 34% têm visto melhorias na eficácia do marketing, e 32% têm visto melhorias na retenção de clientes.
- Enquanto mais de 80% dos entrevistados usam análises descritivas para entender o comportamento do cliente, análise preditiva continua a crescer em popularidade. 40% dos entrevistados começaram a usar análise preditiva nos últimos três anos.
 
Chave do Negócio: Apesar de muitas empresas estarem em estágios iniciais de compreensão dos seus clientes e como focar com sucesso, muitas estão olhando para além do estado atual de análise, em um esforço para colher os benefícios de todos os canais de dados disponíveis. Porque a mídia social se tornou uma avenida ampla para insights, 17% dos entrevistados estão olhando para a integração da análise social. Dados não estruturados a partir da central de atendimento e de voz de dados de clientes também são canais que empresas podem considerar para analisar no futuro. Mas antes que as empresas possam expandir seus métodos atuais, elas devem primeiro se concentrar na criação de uma abordagem holística de análise, que traz todas as informações pertinentes junto em um feed. Com canais de dados aparecendo, ter organização é uma obrigação. Além disso, as empresas não devem ter medo de parcerias com outras que tenham experiência na área, elas podem ser grandes fontes de aprendizado sobre o que vem pela frente.
 

sábado, 28 de abril de 2012

POST 1575: SERVIÇOS NA PONTA DOS SEUS DEDOS

Mais do que nunca, consumidores estão interagindo com empresas através de aplicativos para celular. Em um estudo feito recentemente pelo ClickFox, empresa de pesquisa de dados sobre experiência do cliente, 73% dos entrevistados disseram que já usaram um aplicativo para realizar algum tipo de compra.

Se por um lado o número de aplicativos usados para acessar informações ou realizar compras está crescendo, por outro, aqueles que visam a melhoria de um serviço ao consumidor ainda estão em falta. No mesmo estudo realizado pelo ClickFox, 72% dos usuários de telefone celular disseram que substituiriam os meios de serviço tradicionais por aplicativo para celular caso eles estivessem disponíveis nessa plataforma.

Serviços móveis ainda estão em fase de introdução, de acordo com Yochai Rozenblat, presidente do NICE Americas. Os serviços disponíveis em forma de aplicativo ainda são limitados e, na maioria dos casos, quando o consumidor se encontra diante de algo que ele não sabe como proceder ele retorna para um canal tradicional: “Ainda estamos no início da evolução desses aplicativos móveis para serviços do tipo autosserviço.

A chave do negócio, de acordo com Rozenblat, é construir uma solução que permite ao usuário permanecer no aplicativo para solucionar tudo que precisa. Em outras palavras, funcionalidades como um “clique-para-chat” ou “clique-para-ligar”, serviços que são oferecidos no site da empresa, devem estar presentes também no aplicativo. “Nos dias de hoje, o consumidor não tem piedade das companhias”.

De acordo com Scott Kolman, vice presidente de marketing da SpeechCycle, um fator crítico para se manter competitivo é fornecer uma experiência num canal que ofereça todos os serviços integrados. Ele aconselha as empresas a seguirem as práticas de interação com outros canais. “Precisamos aprender lições do nosso passado e não nos esconder atrás de aplicativos. Esses deveriam passar valor suficiente para que o consumidor queira usá-lo. Não o force a usar algo que ele não consegue decifrar”.

Entretanto, providenciar essa experiência completa em uma plataforma é um desafio. Christy Murfitt, gerente sênior de soluções de marketing da Nuance, afirma que os consumidores geralmente são obrigados a usar canais tradicionais de contato quando estão usando aplicativos porque esses últimos têm funções limitadas. Murfitt prevê que à medida que as empresas começarem a integrar o conteúdo digital com os meios tradicionais, se dará o início do uso de serviços de ativação por voz (como o Siri da Apple) e diz que essa funcionalidade levará a experiência com aplicativos a outro nível. “Eu acredito que os futuros aplicativos serão mais integrados com outros pontos de contato. Isso significa que o consumidor poderá migrar entre o aplicativo URA e o site da empresa sem ter que sair dele ou fazer algum tipo de esforço”.

David Vap, gerente de soluções do RightNow Technologies, conta que um caso de sucesso de integração do serviço por meio de um aplicativo é o do The Boston Globe, jornal de Massachussets. Foi lançado em setembro passado e atingiu a excelência após a organização implantar funcionalidades como um serviço de auto-ajuda, portal, chat, e “clique-para-ligar” em ambos os meios tradicional e digital.

Robert Saurer, diretor de experiência do cliente e inovação do The Boston Globe, afirma que o sucesso veio pois, à medida que a empresa se preparava para migrar para um novo serviço digital que fortalecia tanto o site quanto a experiência móvel, o feedback dos clientes não foi ignorado. Com esses inputs, descobriu-se que seus meios preferidos para se comunicar com a empresa eram o chat e o serviço de auto-ajuda, devido à sua prontidão.

Saurer ainda diz que providenciar o serviço de auto-ajuda e chat no aplicativo faz todo sentido, uma vez que 7 a 10% do conteúdo gerado pelo site é lido na plataforma móvel. Os 25 representantes de serviço ao cliente, que são responsáveis pelo suporte digital, agora fornecem ajuda tanto para o chat do site quanto para o aplicativo. “Toda nossa experiência de serviço está sendo otimizada na área móvel. [Aplicativos] são mais do que importantes, eles são essenciais, uma vez que estamos vendo um aumento no uso do conteúdo nos dispositivos móveis”.

O diretor ainda afirma que pretende coletar dados sobre a satisfação inicial do consumidor em relação ao aplicativo. Ele conta que, atualmente, dados subjetivos indicam que o consumidor tem apreciado e aprovado a presença do serviço por esse canal.

Acrescenta ainda que a empresa pretende aumentar a oferta de produtos digitais, o que inclui um novo newsletter e microsites que contenham conteúdo focado para nichos, como fãs de esporte ou conteúdo gourmet. Saurer diz que esses novos produtos precisarão de suporte da plataforma móvel. “Dispositivos móveis estão em alta. O número de pessoas que daqui há dois ou três anos usará smartphone irá dobrar ou triplicar. No final, precisamos estar lá dando suporte para as plataformas que as pessoas estão usando”.



FONTE: 1TO1

sábado, 21 de abril de 2012

POST 1537: PESQUISA REVELA PORQUE AS PESSOAS DEIXAM DE SEGUIR VOCÊ NO FACEBOOK E NO TWITTER

A empresa de pesquisa norte americana ExactTarge realizou um estudo com mais de 1.500 consumidores com o objetivo de descobrir porquê as pessoas deixam de seguir marcas no facebook e no twitter. Ao analisar o “unlinke” do Facebook e “unfollow” do Twitter ela chegou a dados bastante interessantes.
Veja abaixo alguns dos resultados da pesquisa:
Internautas deram Unfollow em marcas no Twitter pelos seguintes motivos:
  • O conteúdo se tornou chato ou repetitivo 52%;
  • Timeline estava ficando muito cheia 41%;
  • Empresas postavam com muita frequência 39%.
  •  
No Facebook, nenhuma surpresa, os usuários “descurtiram” páginas de empresas pelas seguintes razões:
  • Marcas postavam mensagens com muita frequência 44%;
  • O Mural estava ficando lotado de atualizações 43%;
  • O conteúdo estava chato e repetitivo 38%.

O resultado final do estudo demonstra o que profissionais da área já sabem, isto é, que o conteúdo de qualidade ainda é fator primordial para que empresas mantenham os seus públicos nas redes sociais em que estão inseridas.

Além disso, revela também que o planejamento nestas mídias é essencial, posto que através de uma estratégia de ação inteligente podemos determinar qual o número de postagens diárias interessantes para determinadas marcas e até mesmo as informações com potencial de agradar os seus públicos.



quinta-feira, 19 de abril de 2012

POST 1517: ¿Cuál es la mejor red social para buscar nuevos profesionales para nuestra empresa?

Como consecuencia del auge de las nuevas tecnologías muchos procedimientos han cambiado, por ejemplo volviéndose electrónicos para facilitar la vida a los usuarios. Parece ser que otra de las cosas que ha cambiado es la forma de encontrar candidatos a muchos puestos de trabajo.

Un informe global realizado por el desarrollador de software Bullhorn nos muestra cómo los responsables de recursos humanos ahora optan por nuevos medios a la hora de reclutar personal. De acuerdo con los datos que presentan podemos ver por ejemplo como twitter es la segunda red social más utilizada para estos fines, tan sólo por detrás de LinkedIn. El informe afirma que los usuarios de Twitter están incluso tres veces más dispuestos a solicitar un trabajo que los miembros de LinkedIn.

Ben Fuller, director de ventas de Bullhorn en el área de Australia y el Pacífico, lo tiene claro al afirmar que Twitter es donde las personas encargadas de reclutar trabajadores deben gastar la mayor parte de su tiempo. Para Fuller Twitter resulta la mejor inversión para las personas que reclutan mientras que LinkedIn genera un gran volumen de actividades, tres veces más que Twitter y seis veces más que Facebook.

El estudio de Bullhorn intenta determinar qué plataforma es la mejor para buscar empleados, con esta idea muestra cómo el 48% de los “reclutadores” tan sólo utilizan LinkedIn mientras que un 19% utiliza LinkedIn y Twitter y un 21% utiliza LinkedIn, Twitter y Facebook.

Fuller considera Facebook como el canal menos efectivo en la búsqueda de candidatos a pesar de tratarse de la mayor red social del mundo. Desde su punto de vista este tipo de reclutamientos todavía están en una fase inicial por lo que es importante dar a conocer a las personas que se dedican a ello las plataformas más efectivas para facilitarles un poco el trabajo. Para el director de ventas existe una contradicción puesto que a pesar de que Twitter resulta la plataforma más poderosa es también una red social que está creciendo a un ritmo mucho más lento en comparación con Facebook o LinkedIn.

A pesar de su clara preferencia por Twitter, Fuller cree que ser usuario de esta red no implica tener que abandonar otras como LinkedIn puesto que actualmente es la mejor establecida de las tres de las que estamos hablando, con un elevado crecimiento medio de 18,5 contactos a la semana en comparación con los 3,1 que logra Twitter.

Lo que Fuller sugiere teniendo en cuenta todos estos datos es que los “reclutadores” se fijen como objetivo identificar el canal que mejor funciona para ellos y asegurarse de que tienen las herramientas necesarias para poder desenvolverse en ella.



segunda-feira, 9 de abril de 2012

POST 1468: METADE DOS LARES DOS EUA TEM AO MENOS UM PRODUTO APPLE

Segundo CNBC, aparelhos da empresa podem ser encontrados em cerca de 50 milhões de lares americanos; homens universitários são maior público.

Economia ruim? A Apple parece não saber o que é isso. Isso porque cerca de metade das casas dos Estados Unidos possui ao menos um aparelho da empresa, seja um iPad, iPod ou Mac, de acordo com uma pesquisa recente feita pela rede CNBC. Estima-se que cerca de 50 milhões de lares possuem ao menos um gadget da empresa, além de que uma em cada dez lares sem produtos da Apple planejam comprar um produto da fabricante de Cupertino no próximo ano.


Os resultados da penetração da Apple nos lares dos EUA não chegam a ser surpreendentes. As ações da companhia recentemente chegaram a mais de 600 dólares por ação e alcançaram valores recordes, uma vez que os rendimentos da empresa na última década subiram de 65 milhões de dólares para impressionantes 33 bilhões de dólares. Ao mesmo tempo, a Apple vendeu dezenas de milhões de iPods, iPhones e iPads, dominando quase todos os mercados em que entrou (com exceção dos computadores, é claro).
O levantamento da CNBC mostra que a maior parte dos compradores de aparelhos da Apple tendem a ser do sexo masculino, universitários, jovens e com boa condição econômica: 77% das pessoas que ganham mais de 75 mil dólares ao ano possuem ao menos um produto da Apple, em comparação com 28% daqueles que tem rendimentos abaixo dos 30 mil dólares anuais. A idade não parece ser uma barreira: 63% dos entrevistados entre 18 e 34 anos, assim como aqueles com idade entre 35 e 49 anos, chamaram a si mesmos de usuários da Apple – no entanto, essa porcentagem caiu para 50% quando olhamos para as pessoas na faixa entre 50 e 64 anos.
A maior legião de fãs da Apple mora na parte oeste dos EUA, onde 57% das casas possuem cerca de dois aparelhos da Apple, contra 47% em média no restante do país. No sul, essa média cai para pelo menos um aparelho por residência. Além disso, a política não é um empecilho para comprar produtos da Apple, já que a pesquisa descobriu que 56% de republicanos e democratas possuem ao menos um aparelho com o logo da maçã.
No entanto, o estudo não informa quais aparelhos estão presentes nas casas dos EUA, uma vez que Macs, iPads, iPhones, e iPods, estão colocados na mesma categoria. A pesquisa entrevistou 836 pessoas e possui uma margem de erro (para mais e para menos) de 3,4%.


FONTE: IDG NOW

domingo, 8 de abril de 2012

POST 1466: CÉREBRO DE EINSTEIN É EXPOSTO EM LONDRES

São Paulo - A exposição ´Cérebro: A Mente como Matéria´, em cartaz a partir de hoje até 17 de junho no centro de exposições Wellcome Collection, em Londres, traz como destaque pedaços do cérebro do físico Albert Einstein (1879-1955).
Essa é a primeira vez que uma parte do cérebro de Einstein é exposta na Grã-Bretanha. O corpo do físico foi cremado, mas o patologista Thomas Harvey, responsável pela autópsia, alegou que o filho de Einstein deu permissão para que o cérebro do físico fosse preservado para pesquisas.


Duas das 240 partes do cérebro que o patologista Thomas Harvey cortou para estudar estão expostas em lâminas ao lado de uma réplica. O objetivo da exposição é mostrar o que os humanos foram capazes de fazer com cérebros em nome da ciência e da tecnologia. Por isso, ela reúne o que os cientistas e artistas exploraram nos últimos anos sobre a natureza cerebral.
A mostra também tem cerca de outros 150 objetos. Entre eles estão cérebros inteiros preservados, além de um cérebro mumificado do Egito Antigo, de quase 5 mil anos atrás e o de Helen H. Gardener (1853-1925), defensora do voto feminino, que doou seu cérebro aos cientistas com o objetivo de provar que cérebros de homens e mulheres eram igualmente capazes.
A exposição também conta desenhos, fotos, estudos e vídeos de entrevistas com potenciais doadores de cérebro, que ressaltam a importância do constante fornecimento de material novo para que os cientistas possam trabalhar em busca de tratamentos para doenças como o Alzheimer.



FONTE: INFO

segunda-feira, 2 de abril de 2012

POST 1440: O GARGALO NA ADMINISTRAÇÃO DE TEMPO DO RH

Estou há mais de 30 anos no mercado de recursos humanos -- metade destes como executivo e outra metade como prestador de serviço. Desde o início desse trabalho me deparei com as mesmas questões: o RH dedica tempo a atividades rotineiras, quando deveria atuar em questões estratégicas. Mas, por que, mesmo depois de tanto tempo, a área ainda está no mesmo cenário?

Fiz esse questionamento após analisar uma pesquisa feita pela Focus Market Research, sob encomenda de uma revista do setor. Foi apontado que o gestor de RH dedica 45% do seu tempo em recrutamento e seleção, quando deveria investir 13% nesta ação. Outra informação alarmante é que o RH também tem 36% de seu dia a dia dedicados à ações administrativas, quando o planejado seria de 10%.

Quer mais? O estudo mostra ainda que 32% do tempo do gestor de RH está diretamente em relação com funcionários, como resolução de conflitos, conformidades legais, imigração e gerenciamento de risco. O traçado seria de 17%.

Por que isso acontece? Pensando nisso cheguei à três opções: O RH ainda não tem conhecimento de todas as soluções e sistemas de tecnologia da informação disponíveis no mercado, ou as empresas não investem de fato em sistemas gerenciais para o RH, como caminho facilitador, ou então o RH não identifica a importância de TI para seu setor, e ainda dedica a maior parte de seu tempo em ações rotineiras.

Investir em TI não significa pensar apenas em segurança da informação, rede, site, bloqueios internos. A tecnologia vai muito além. O mercado já oferece sistemas para controle de folha de pagamento, avaliação de desempenho, treinamentos, controle de benefícios flexíveis, dentre outros.

A tecnologia é uma aliada nas questões do dia a dia, afinal, é para isso que ela serve, para que o gestor possa dedicar seu tempo à atividades estratégicas, como redução de custo, melhorias no quadro de colaboradores, avaliação de desempenho e outras ações.

Se o gestor e sua empresa investissem em tecnologia adequada, o ganho de tempo seria significativo -- 35%, de acordo com a pesquisa. E, com este tempo disponível, os RHs poderiam dar início a um novo ciclo de trabalho.


Por Evaldo Burcoski
 É diretor da Humanus (CR Sistemas), empresa especialista em soluções para gestão do capital humano.

RETIRADO DO BLOG DO ALBÍRIO GONÇALVES

quinta-feira, 8 de março de 2012

POST 1369: O MUNDO MUDOU. E SUA EMPRESA? Por Marcelão

Pessoal,

Mudança é assunto mais que recorrente aqui neste espaço. Estamos passando por um período semelhante ao ocorrido quando da revolução industrial, mas com mais impactos na economia, no trabalho e na sociedade. Toda essa mudança é potencializada pelo crescimento e evolução da internet, mas a internet em si não poderia fazer toda essa transformação somente por existir. São as pessoas que a utilizam que mexem com a configuração de forças existentes no mundo.

As pessoas sempre se rebelaram contra o poder institucionalizado por meio de sindicatos ou de associações de moradores por exemplo, mas o equilíbrio delicado entre as economias de escala proporcionadas pelas grandes empresas e organizações criadas pelas pessoas mudou graças ao surgimento e à disseminação das tecnologias sociais.

Nesse sentido, relaciono abaixo o que considero serem as grandes forças que estão transformando a economia, o trabalho e a sociedade:


A confiança em empresas está decaindo
Segundo o MIT (Massachusetts Institute of Technology), apenas 14% das pessoas acreditam em propaganda veiculada na mídia tradicional (jornais, TV e rádio). As demais pessoas (86%) acreditam mais nas opiniões veiculadas em mídias sociais como blogs, Facebook e Twitter.

Estudo da Mckinsey mostra que 62% da população adulta em 20 países confiavam menos em empresas em dezembro de 2008 do que no ano anterior;


Transformação dos 4”P”s em 4 “E”s do marketing
No lugar de preço, produto, praça e promoção, agora temos respectivamente troca (exchange), experiência, engajamento e onipresença (everyplace);


Transferência do poder das instituições para as pessoas
As tecnologias que mais beneficiam as empresas não costumam pegar, mas aquelas que beneficiam as pessoas, sim. O Facebook, por exemplo, deu às pessoas o poder de se conectarem sem ter a supervisão de uma corporação e a Wikipedia permitiu que as pessoas criem conteúdo sem a necessidade da aprovação de um expert;


Migração de uma economia de massa para uma economia de nicho
Os custos de atingir nichos estão caindo drasticamente, fundamentalmente em empresas que oferecem serviços, cada vez mais realizados de forma digital;


Economia de abundância
Vivemos cada vez mais em uma economia de abundância ao invés de escassez. Os recursos de produção são cada vez mais baratos devido à migração de um mercado que oferecia produtos e que agora oferece serviços;


Crescimento da demanda por sustentabilidade
É preciso encarar sustentabilidade não só como uma agenda ambiental. É preciso perceber o aumento de pessoas doentes por conta do trabalho, o aumento do stress e a disseminação da intolerância, custos intangíveis que as pessoas pagam por um modelo de capitalismo que já se esgotou.

O mundo mudou. E a sua empresa? Com todas essas transformações no mercado, não faz o menor sentido continuar com o mesmo pensamento. Repensar modelos de negócio e gestão é mais do que necessário – é uma questão de sobrevivência.

Um abraço.

“I believe in change”



Marcelo de Souza Bastos, o Marcelão.
Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília.
Mais de Marcelão AQUI

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

POST 1229: AS AÇÕES DA SUA VIDA. Por Rodolfo Araújo

Certa vez li um experimento muito interessante sobre a forma como pessoas avaliam os fracassos de uma empresa. Nele, os voluntários recebiam a descrição de uma companhia fictícia, que acabara de passar por um ano difícil em suas operações, apresentando resultados abaixo do resto do mercado.

A pesquisa recaía, então, sobre a maneira como cada uma das empresas explicava o que havia acontecido: metade dos participantes recebia a parte do relatório anual de performance justificando o fraco desempenho com fatores ambientais, isto é, recessão da economia, concorrência asiática, queda nas margens e outras criativas formas de tirar o seu da reta.


A outra metade lia outra explicação para o mau ano: problemas internos tais como a adoção de uma estratégia equivocada, uma aquisição mal feita ou o foco num segmento de mercado incompatível.

A tarefa dos participantes do estudo era ir direto ao ponto: determinar um preço para a ação da companhia. Surpreendentemente, a empresa que trazia para si as responsabilidade para seu mau desempenho tinha uma avaliação superior à que terceirizava a culpa.

A explicação dos pesquisadores para o resultado foi inequívoca: a empresa que admite suas falhas demonstra que as identificou e, ainda mais importante, tem algum controle sobre o que realmente influencia sua performance. Melhorar o desempenho passa a ser, assim, uma questão de trabalhar mais e melhor.

Já aquela que justifica as causas do fracasso com circunstâncias do ambiente revela, por sua vez, não estar no controle da situação e, por isso, resultados futuros também serão obra do acaso.

A conclusão já seria importante para entender alguns aspectos do mundo corporativo, mas seu alcance pode ser ainda maior. Ela pode ser valiosa, também, na sua vida pessoal.
Por que você continua achando que tudo de ruim que lhe acontece é culpa do mundo, da vida, das circunstâncias, do azar? E se a culpa é do mundo - porque algumas coisas realmente são! -, será que você não tem nenhum controle sobre aquilo que lhe acontece?
Confesso que acho uma bosta ter que admitir meus próprios erros. Encarar o fracasso de frente, sorrir para ele e dizer: "Oi, você é obra minha." Depois da ressaca moral, contudo, você tem a chance de dizer adeus.

É bem diferente de olhar para o fracasso e ver um estranho, sem saber quem ele é ou de onde apareceu. É bem diferente de dizer: "Olá, estranho, tudo bem? Vamos ser amigos? Vamos nos ver mais vezes? Passa aqui outro dia qualquer..."



Rodolfo Araújo
Mestre em Administração pela PUC-RJ; Pós Graduado em TI pela FGV-RJ; Bacharel em Comunicação Social pela UFRJ.
Mais de Rodolfo Araújo AQUI

sábado, 14 de janeiro de 2012

POST 1215: INFOGRÁFICO - CONHEÇA O PERFIL DO USUÁRIO DE ANDROID

O usuário típico de aparelhos com Android é um homem com cabelo curto e que gosta de vestir camiseta, calça jeans e tênis, de acordo com pesquisa da BlueStacks.

O estudo - divulgado no formato do infográfico que pode ser visto abaixo - tentou desenhar mais ou menos como é um usuário padrão do sistema móvel desenvolvido pelo Google. E descobriu que, no geral, o usuário é um homem comum.

O fã do Android normalmente tem cabelo preto (47% dos usuários), pode usar óculos (37%), gosta de usar camisetas no dia a dia (71%), calça jeans (62%) e tênis (41%). Alguns deles usam relógio de pulso (45%) e muitos estão em algum tipo de relacionamento (63%).

Entre outros dados, a pesquisa afirma que 62% deles usam o sistema para jogar, 9% possuem o Android apenas em tablet, não em smartphone, e 38% usam o aparelho para trabalho. Além disso, 33% não gastaram nada na compra de aplicativos no Android Market e 13% têm mais de 50 softwares instalados no dispositivo.

E você, se parece com o usuário de Android padrão?

 


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POST 1210: DESIGNER TRANSFORMA GRAVETO EM ESCOVA DE DENTES SUSTENTÁVEL


Já pensou em sair do tradicional processo de escovação dos dentes e radicalizar higienizando a boca com um graveto? Na primeira impressão parece ser um método maluco certo? Ou uma história de quem gosta de acampar, além de não parecer ter a eficiência e principalmente o conforto da convencional escova plástica.



Contudo, a jovem libanesa estudante de design, Leen Sadder, que desenvolveu o primeiro protótipo da ideia afirma e comprova que é possível higienizar a boca de maneira eficaz e bem tranquila, diferente do que se imagina, utilizando um ramo de árvore.


Foi pensando em diminuir o impacto na natureza das nossas atividades de higiene bucal que a jovem iniciou seus estudos e descobriu que existe um tipo de graveto capaz de substituir, de forma eficaz, a escova e a pasta de dentes: o Miswak, um ramo da árvore Salvadora Pérsica.


Através de muita pesquisa, Sadder conseguiu comprovar cientificamente que o Miswak possui em seu interior cerdas naturais com propriedades antimicrobianas, que limpam a boca e evitam o mau hálito.

Em sua busca através da história do Miswak, a jovem descobriu que o mesmo ramo já era usado por povos da antiguidade para a limpeza dos dentes, dessa maneira, a designer deu ares modernos ao método e criou uma embalagem reutilizável para o graveto que facilita o transporte.




O processo para escovar os dentes com o graveto parece ser muito simples. Basta cortar o graveto e esfregar suas cerdas naturais nos dentes. A embalagem desenvolvida pela designer trás consigo um cortador (como aqueles de charutos), então depois de usar o Miswak, é só cortar a ponta que ele já está pronto para ser utilizado novamente.




O uso do graveto prova que a ideia é mais do que nunca uma higienização bucal sustentável, pois não só reduziria a utilização de água para limpeza dos dentes (e a contaminação da mesma através da utilização de cremes dentais) como também diminuiria a produção de lixo.



Ao contrário das escovas plásticas, o graveto após ser totalmente usado, pode ser enterrado no quintal para se decompor na natureza como qualquer outro galho.


O produto por enquanto é apenas um protótipo, batizado de THIS, mas segundo a estudante ele já está sendo vendido via internet em sites especializados para os curiosos. Você toparia escovar os dentes com um graveto como os povos da antiguidade?

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Texto de Laércio Bizzarri ( @bizzarrilaercio )Diretor de arte da agência M51 Criatividade Estratégica. Apaixonado pelo design que inspira, transmite e transforma.Site: http://laerciobizzarri.com.br

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

POST 1088: POR QUE AS CIDADES SÃO O MELHOR REMÉDIO CONTRA OS MALES DA SUPERPOPULAÇÃO NO PLANETA.

No tempo de Jack, o Estripador, uma época difícil para Londres, também vivia na capital britânica um afável estenógrafo chamado Ebenezer Howard – e ele merece ser lembrado porque acabou tendo um impacto significativo e duradouro no modo como pensamos as cidades. Calvo, com bigode farto que lhe cobria a boca e óculos de armação metálica, Howard tinha o ar distraído de um sonhador.

E não estava nada contente com seu trabalho, que era o de transcrever discursos parlamentares. Sua inquietação levou-o a investigar o espiritismo, aprender o esperanto, uma língua que acabara de ser criada, e inventar uma máquina de taquigrafia. Além disso, sonhava com imóveis.

Em carta de 1885 à esposa, ele afirma que o melhor para a família deles seria uma casa com “um jardim muito agradável e talvez até uma quadra de tênis”. Após gerar quatro filhos ao longo de seis anos enquanto morava em uma apertada casa alugada, Howard concebeu um plano para despovoar Londres.

Na década de 1880, Londres, que passava por um surto de crescimento, estava repleta de gente bem mais desesperada que Howard. Jack, o Estripador, escolhia suas vítimas em cortiços nos quais as condições de vida eram medonhas. “Em um porão viviam pai, mãe, três filhos e quatro porcos! [...]

Em outro local, havia uma viúva, seus três filhos e uma criança que morrera 13 dias antes”, escreveu Andrew Mearns, um reverendo empenhado em mudar essa situação. Tais cortiços eram conhecidos na época vitoriana como “viveiros”, ou colônias de reprodução de animais.

O planejamento urbano no século 20 teve como base essa percepção negativa, herdada do século anterior. E, curiosamente, ele começou com Ebenezer Howard. Em um livreto que publicou em 1898, o estenógrafo que passava o dia transcrevendo ideias alheias decidiu expor suas ideias de como deveria viver a humanidade – apresentando uma concepção tão atraente que, meio século depois, o americano Lewis Mumford, um importante crítico de arquitetura, afirmou que Howard havia “lançado os fundamentos de um novo ciclo da civilização urbana”.

Para Howard, era preciso interromper a onda de crescimento urbano, incentivando as pessoas a sair das metrópoles cancerosas e se mudar para novas e autônomas “cidades-jardins”. Os felizes moradores desfrutariam de uma “mescla jubilosa” do campo e da cidade. Viveriam em residências agradáveis em meio a jardins nesses pequenos núcleos urbanos, se deslocariam a pé até as fábricas instaladas em suas periferias e se alimentariam dos produtos cultivados em um cinturão verde mais externo – que impediria a nova cidade de se expandir pela área rural circundante.

Se uma dessas cidadezinhas alcançasse o limite de seu cinturão verde – quando abrigaria 32 mil pessoas, pelos cálculos de Howard –, aí seria a hora de construir outra semelhante. Em 1907, dando as boas-vindas aos 500 esperantistas que se mudaram para Letchworth, a primeira dessas cidadesjardins, um entusiástico Howard anunciou (em esperanto) que tanto a nova língua como as novas cidades utópicas logo se espalhariam por todo o mundo.

Howard estava certo a respeito do desejo humano de viver em condições menos apinhadas, mas se equivocou quanto ao futuro das cidades: no fim, o que prevaleceu por todo o planeta foi mesmo a onda da urbanização. Nos países desenvolvidos e na América Latina, essa tendência chegou agora quase ao ápice: nessas regiões, mais de 70% das pessoas vivem em cidades.

Em grande parte da Ásia e da África, ainda é intensa a migração das zonas rurais para as urbanas, um movimento reforçado pelo crescimento demográfico. A maioria da população urbana mora em cidades com menos de1 milhão de habitantes, mas as megalópoles se tornaram cada vez maiores e mais comuns. No século 19, Londres era a única cidade no planeta com mais de 5 milhões de moradores; hoje existem 54 que já superaram esse marco, a maioria delas na Ásia.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

POST 1026: OS PAÍSES MAIS ESTRESSADOS DO MUNDO. Por Christian Barbosa.

Quando a economia vai bem, as pessoas ficam estressadas porque trabalham demais e tentam aproveitar todas as oportunidades que o mercado pode oferecer. Quando a economia vai mal, as pessoas também ficam estressadas, pois trabalham com medo de perderem seus empregos e às vezes dobram sua carga de trabalho para fazer um pé de meia para tempos difíceis.

Nas empresas, o urgente virou o padrão. Em muitas organizações, se alguém trabalha por longas horas, vive resolvendo “urgências”, se está sempre correndo de um lado para o outro, essa é uma pessoa “produtiva, eficiente”, que alguns líderes e a equipe valorizam. Agora, se alguém faz tudo certinho, sai no horário e não tem urgências, essa pessoa não fez nada além de sua obrigação. E isso só reforça a cultura do estresse em todos os lugares.

Líderes urgentes desenvolvem equipes urgentes. Equipes urgentes criam pais e mães urgentes, que levam isso para casa e passam o estresse para toda a família. Não é incomum ver crianças afetadas pelo estresse.

Infelizmente, o estresse se tornou um padrão em nosso mundo. Em alguns casos, o estresse extremo se transforma na chamada Síndrome de Burnout. Nesse “último nível de estresse” os sintomas são mais intensos: dores de cabeça, distúrbios no sono, distúrbios de apetite, dores musculares, mudanças na libido, pressão arterial elevada e por aí vai.

Em uma pesquisa realizada pela International Stress Management Asssociation, sobre os países mais estressados, o Japão é o líder absoluto, com 70% da população economicamente ativa sofrendo de burnou. Em segundo lugar, o Brasil, com 30%, seguido pela China com 24%, EUA com 20% e Alemanhã com 17%.

O Brasil está estressado, está viciado na urgência. Atendemos as maiores empresas do País e, sem exceção, há sempre focos de estresse e urgências entre as pessoas. Estamos vivenciando um momento de emprego pleno, nosso nível de desemprego nunca esteve tão baixo e isso também estressa. As empresas estão tendo muitas dificuldades em achar pessoas qualificadas, e sem gente, a equipe existente acaba trabalhando demais.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

POST 1001: CASE REAL - PLANO DE MARKETING. Por Darlei Simioni


PLANO DE MARKETING é fundamental para qualquer negócio. Por isso revisando um material feito em 2009 por mim, juntamente com Gerente de uma empresa de médio porte, no ramo de móveis para escritório desenvolvemos um projeto de como deveria ser o Plano de Marketing desta empresa.

Os dados mostrados no projeto são reais, porém o nome da empresa será preservado por motivos óbvios, portanto utilizarei o nome de MASTER Ltda e suas linhas de MASTER e MASTER 2.

Era um projeto para três anos, com vencimento em 2012 [mas lembre-se que TODO projeto deve ser revisado no mínimo anualmente]. Como não acompanhei o andamento do projeto porque não fui contratado para isso na época, não sei se os resultados foram atingidos ou superados.

Por conhecer a empresa sei que houve crescimento nesses quase 3 anos, mas não posso afirmar se o projeto colaborou para isso. Porém tenho certeza que nenhuma empresa desprezaria um projeto feito exclusivamente para ela e com bastante embasamento.

Logicamente não postarei aqui todo o projeto, mas mais ou menos como é a sequência de um Plano de Marketing para ajudar principalmente os micro e pequenos empreendedores.


Plano de Marketing da MASTER Ltda.

1 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA
1.1 Empresa
MASTER Ltda.

1.2 Endereço

1.3 MissãoProduzir móveis com excelência respeitando a natureza

1.4 VisãoLiderança no mercado nacional de escritórios em 2012

1.5 ValoresHonestidade; legalidade; pontualidade; limpeza; organização; qualidade; perfeição; flexibilidade; inovação.

1.6 Área de atuaçãoOs móveis da MASTER estão presentes em ambientes corporativos e lojas multimarcas de todo país. Atende também os mercados da Venezuela, Uruguai, Panamá e República Dominicana, sendo o mercado externo responsável por 10% do faturamento.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

OS Ys: UMA GERAÇÃO CONECTADA, MÓVEL E FLEXÍVEL

Jovens ressaltam a importância do livre acesso às redes sociais, dos dispositivos móveis e trabalho remoto.

A tão comentada geração Y é conhecida por escolher uma empresa para se trabalhar não apenas pelo salário que a companhia pode oferecer, mas pelas experiências e planos de carreira prometidos, dentre os demais requisitos. Até ai, nenhuma novidade.

Essa definição, porém, vem se atualizado nos últimos tempos. O desejo dos jovens profissionais de usar mídias sociais, dispositivos móveis e Internet com mais liberdade no local de trabalho também se mostra forte o bastante para influenciar a escolha de futuro trabalho.

Dados de uma pesquisa da Cisco, empresa de tecnologia em rede, revelam que um em cada três alunos universitários e jovens profissionais com menos de 30 anos (33%) priorizariam a liberdade das mídias sociais, a flexibilidade de dispositivos e a mobilidade de trabalho - ou trabalho remoto - em detrimento do salário, ao aceitar uma proposta de emprego. No Brasil, esse número é ainda maior, com 44% de adesão entre os pesquisados.
Outro ponto interessante é que 40% dos universitários 45% dos jovens profissionais aceitariam um trabalho com remuneração mais baixa se tivessem flexibilidade em relação à escolha dos dispositivos, acesso a mídias sociais e mobilidade. E esse é o pensamento de 44% dos estudantes e 59% dos jovens profissionais brasileiros.

Quando o assunto é o acesso às mídias sociais durante o expediente, a expressão "é proibido" parece não soar muito bem aos ouvidos desses talentos. Mais da metade dos universitários no mundo todo (56%) e 74% dos brasileiros afirmaram que se encontrassem uma empresa que não permitisse esse acesso, eles prefeririam não aceitar a proposta de emprego ou aceitariam e buscariam uma forma de contornar essa política corporativa.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

XOOM MOTOROLA é a Ferrari dos tablets.

nossa avaliação

prós: Hardware com configuração acima da média: memória RAM, presença de barômetro e qualidade de imagem da tela
contras: O sistema ainda não está tão maduro quanto o iOS
conclusão: O tablet para fãs inveterados de Android e os que nadam contra a mesmice applemaníaca

ficha técnica

  • Nvidia Tegra II 1 GHz (dual core)
  • 10,1'' (1280x800 pixels)
  • Bluetooth
  • Wi-Fi
  • aGPS
  • 3G
  • 32 GB + microSD

Lançado no final de fevereiro nos Estados unidos, o Xoom, da Motorola, é o primeiro tablet da geração Android 3.0 Honeycomb a desembarcar no Brasil. INFO conferiu de perto o modelo em ação durante o Mobile World Congress, em Barcelona e, posteriormente, no INFOlab. A configuração do Xoom é a mais imponente entre os Androids, com tela de 10,1 polegadas, chip dual core, 32 GB de armazenamento interno, câmeras de 5 MP e 2 MP, slot para cartão microSD e portas microUSB e microHDMI. Lá fora, o modelo é vendido por preços entre 599 dólares (com Wi-Fi) e 799 dólares (modelo com conexão 3G e upgrade programado para 4G LTE). Aqui, sua configuração mais básica é vendida por R$ 1.899.


O corpo do Xoom (a pronúncia correta é "zum", apesar da versão "chum" ter sido naturalmente mais bem aceita no INFOlab) é leve e esguio, com construção feita em alumínio. Sua espessura, de 1,3 centímetro, é a mesma do primeiro iPad, embora 5 milímetros maior que a última versão do tablet da Apple. Nas outras dimensões, este gadget da Motorola é bastante semelhante aos rivais iPad, LG Optimus Tab e Galaxy Tab 10.1 – com ressalva para a espessura deste último, que é de 0,8 cm. Ele é o mais pesado dos tablets que testamos, com seus 730 gramas (50 g acima do iPad de primeira geração; 103, 125 e 135 gramas acima de Optimus, iPad 2 e Galaxy 10.1, respectivamente).





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