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domingo, 25 de novembro de 2012

sábado, 26 de maio de 2012

POST 1689: AS MAIORES MARCAS NO FACEBOOK


 

terça-feira, 1 de maio de 2012

POST 1601: AS MARCAS MAIS VALIOSAS NO BRASIL EM 2012

As marcas, dizem os especialistas, são as fortalezas das empresas em períodos de crise. Sem grifes fortes, consolidadas e admiradas pelos consumidores, as turbulências econômicas seriam enfrentadas com muito mais dificuldades. No ano passado, por exemplo, não faltaram agruras no horizonte, principalmente vindas do continente europeu, com vários países à beira da insolvência. As dificuldades globais influenciaram o desempenho das empresas brasileiras e afetaram negativamente o valor de seus papéis negociados em bolsa de valores. É sob essa ótica que deve ser analisado o resultado da pesquisa “As Marcas Mais Valiosas do Brasil em 2012”, realizada em parceria pela DINHEIRO e pela BrandAnalytics/ Milward Brown. Primeiro a má notícia: o valor das 50 maiores marcas brasileiras caiu 23,2% em 2012, quando atingiu US$ 59 bilhões (R$ 111 bilhões).


Ruim? À primeira vista, sim. Mas os dados devem ser avaliados numa perspectiva mais ampla. Desde 2009, as principais grifes locais valorizaram-se 35,2%, em dólar. Além disso, a apreciação do real e o bom desempenho das empresas nacionais em bolsa de valores inflou os valores das marcas brasileiras no estudo do ano passado. Esses dois fenômenos deixaram de influenciar o ranking de 2012, o que explica a queda. “É uma volta ao normal”, diz Eduardo Tomiya, diretor-geral da BrandAnalytics e coordenador da pesquisa. “Em uma crise, as marcas fortes funcionam como um escudo.” Não é, portanto, de surpreender que a Petrobras, maior empresa brasileira, tenha conquistado este ano pela terceira vez consecutiva o título de A Marca Mais Valiosa do Brasil.


Com um valor de US$ 10,5 bilhões (R$ 19,7 bilhões), a petrolífera brasileira é uma referência em exploração de óleo em águas profundas, tem um plano de investimento de US$ 225 bilhões até 2015, o maior do planeta, e sua imagem não foi afetada por recentes episódios de derramamentos de petróleo no mar, como o que aconteceu com a americana Chevron no ano passado. “O vazamento zero é meta da Petrobras”, disse à DINHEIRO Graça Foster, que assumiu o comando da estatal em fevereiro deste ano. “Queremos ser reconhecidos como uma empresa responsável, de tolerância zero com acidentes.” E conclui a presidenta: “Estamos trabalhando para alcançar essa meta.” A Petrobras é também uma companhia global, mas a maior parte de seus ativos está no Brasil.

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Apesar de contar com presença em 28 países, a estatal tem chamado a atenção mundial – e construindo dessa forma sua reputação internacional – por causa das encomendas que está realizando para a exploração da camada do pré-sal. Para se ter uma ideia da magnitude dos gastos, a Petrobras tem uma carteira de pedidos de US$ 82 bilhões só de sondas, o que tem atraído o interesse de fornecedores no Brasil e no Exterior. A resiliência da marca Petrobras foi acompanhada por outras empresas de diversos segmentos, que conseguiram se sair bem em um ambiente de crise internacional. O Bradesco, por exemplo, retomou a vice-liderança, posto que havia perdido para o Itaú no ano passado. Com isso, a instituição financeira fundada por Amador Aguiar volta a ser a marca mais valiosa de sua área. O plano de saúde odontológico OdontoPrev foi a grife que mais se valorizou em 2012: 29%.
 
Estrearam no levantamento de 2012 Bohemia, Magazine Luiza, União, Durafloor, Arezzo e Deca. Deixaram a lista Cyrela, Fleury, Embraer, Ultragaz, Droga Raia e CSN. Pela primeira vez foi feita uma análise dos portfólios de marcas das empresas. Com quatro produtos – Skol, Brahma, Antarctica e Bohemia, sendo que as três primeiras entre as dez mais bem classificadas –, a fabricante de bebidas Ambev tem a coleção mais valiosa do Brasil. Juntas, as quatro valem US$ 8,9 bilhões (R$ 16,7 bilhões). Ela é seguida pela Brasil Foods e pelo Grupo Pão de Açúcar. A pesquisa deste ano avaliou 220 marcas de 162 companhias brasileiras de capital aberto. No estudo, são consideradas apenas as marcas nacionais. Assim, gigantes globais como Apple, Google, Ford e Coca-Cola não participam do universo pesquisado.
 
 
 
Da mesma forma, ficam de fora as grifes nacionais de companhias de capital fechado, como O Boticário, Bombril e Tigre. Além de mensurar o valor, a BrandAnalytics realizou uma pesquisa com mais de 12 mil consumidores para identificar as marcas mais queridas dos brasileiros, incluindo nesta sondagem as internacionais. No levantamento de 2012, a consultoria mudou a metodologia (leia o gráfico "Entenda como é feita a pesquisa"). Com isso, não é possível comparar o resultado com o ano anterior. “Medimos, desta vez, a contribuição da marca para o desempenho das vendas”, afirma Tomiya. Em outras palavras, imagine quanto uma empresa perderia em vendas, se não tivesse uma grife reconhecida e admirada pelos consumidores. E nenhuma marca é mais poderosa no Brasil do que o sabão em pó Omo, da anglo-holandesa Unilever, escolhida A Marca Mais Forte, à frente de Coca-Cola e Trident.
 
 
 
O Omo é um dos raros produtos que ganharam status de sinônimo de uma categoria, como Bombril, Danone e Xerox. Tanto que, apesar de ter um preço maior do que seus concorrentes, ele é consumido por todas as classes sociais. “O Omo é uma das marcas mais democráticas do Brasil”, diz o holandês Robert-Hein Schermers, diretor de marketing da Unilever, responsável pela estratégia do sabão em pó. O Omo mantém uma posição quase hegemônica na cabeça dos consumidores brasileiros. Seus números são, de fato, de impressionar. Ele detém mais de 50% de participação de mercado em sua categoria. A cada segundo são vendidas 12 unidades de Omo, em sua embalagem de um quilo, no País. O Brasil é o mercado que mais vende caixas do produto entre os mais de 50 países em que é comercializado. Apesar de estar há 55 anos no País, a companhia não se acomodou com a liderança.
 
 
 
Tanto que inovação é parte constante da agenda da Unilever. Há um exemplo recente dessa filosofia da empresa: o lançamento da versão líquida do Omo. “Ele é mais fácil de dosar e permite aplicação direta nos tecidos”, afirma Schermers. “Tomamos essa decisão depois de ouvir os consumidores.” A companhia não para também de pesquisar novas enzimas, substâncias que quebram as sujeiras em partículas e as jogam na água. “As manchas mudam com o tempo.” A mais recente elimina manchas difíceis, como óleo lubrificante, pó de grafite, carvão e óleo de motor. Uma análise dos números do estudo ajuda a entender os efeitos da crise global sobre as empresas brasileiras. O setor de varejo e de serviços, por exemplo, sentiram menos os problemas da Europa.
 
 
Afinal, seus desempenhos dependem mais do consumo interno, ainda potencializado pelos gastos da classe C, do que dos humores dos países do Velho Continente. O valor das marcas das companhias desses ramos caíram 15,5,% e 6,9%, respectivamente. Na área de construção, a queda foi de 42%. O setor bancário e de seguradoras foi um dos que mais sentiram os abalos dos problemas europeus. O valor das marcas das principais instituições financeiras teve queda de 33%. A Porto Seguro, por exemplo, viu o valor de sua grife erodir 63%, a maior queda entre as 50 empresas do ranking. Em 2011, sua marca valia US$ 1,35 bilhão. Neste ano, US$ 500 milhões, fruto de um ritmo mais lento de integração com o Itaú, o que fez suas ações perderem 20% do valor no ano passado. É nessa hora que a força da marca conta a favor. O exemplo do Bradesco é ilustrativo disso. Assim como seus pares, o valor de sua marca caiu.
 
 
Mas menos do que os seus principais rivais. No ano passado, o banco da Cidade de Deus perdeu o Banco Postal para o Banco do Brasil. Mas, em uma ousada operação, investiu R$ 1,2 bilhão e abriu 1.009 agências em apenas seis meses, ultrapassando a rede do Itaú Unibanco. “Antes, havia muita migração para o Sudeste”, afirma Cândido Leonelli, diretor executivo do Bradesco. “Os brasileiros estão, agora, começando a gerar riqueza em seus locais de origem. Por isso, a nossa política de presença é fundamental.” Presença não apenas física. Digital também. “Somos um banco popular, mas pioneiro em tecnologia”, diz Leonelli. Esse é um atributo que se incorporou com força à marca Bradesco. Ele foi o primeiro a ligar clientes ao antigo telex, o desbravador em internet banking e o precursor do banco pelo celular.
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Agora, quer usar seu DNA inovador para lançar, em breve, um serviço para atrair os “sem-banco” por meio do telefone móvel. “Vamos transformar o celular pré-pago numa carteira”, afirma Leonelli. Quem está se beneficiando do crescimento da rede do Bradesco é a OdontoPrev, que uniu sua operação ao Bradesco Dental em 2009. A companhia iniciou um projeto para começar a vender planos odontológicos para pessoas físicas. Dos cinco milhões de clientes da empresa, apenas 300 mil são desse novo universo que a companhia pretende explorar. “Preciso tornar a marca mais conhecida desse público”, afirma Randal Zanetti, presidente da OdontoPrev. Qual a melhor forma? Usar, é claro, as agências do Bradesco. “A cada mês, estamos avançando em termos de ofertas de produtos via esse canal”, diz o fundador da OdontoPrev, uma das poucas marcas que se valorizaram em 2012.
Além dela, somente outras cinco grifes observaram seu valor crescer: a rede de varejo Lojas Americanas, o banco Banrisul, o shopping Iguatemi e as cervejas Skol e Antarctica, ambas da Ambev. A maior cervejaria do País, parte do grupo belgo-brasileiro AB InBev, emplacou quatro marcas, a maior entre todas as empresas, no ranking de 2012: Skol, Brahma, Antarctica e Bohemia. A Skol, por exemplo, passou a integrar o seleto grupo das cinco grifes mais valiosas do Brasil, alcançando o quarto lugar, duas posições a mais do que no ano passado. Esse resultado foi conseguido em razão de uma forte comunicação com o seu público. “Nosso alvo são as pessoas de 18 a 24 anos, mas também as mais velhas que são jovem de espírito”, afirma Pedro Earp, diretor de marketing da Skol e de produtos premium. Tanto que a linha de comunicação é pautada pela irreverência.
 
 
A estratégia, no entanto, não se restringe à propaganda da tevê. Cada vez mais, a Ambev aposta em experiências pessoais e digitais. No primeiro caso, ela patrocina o Skol Sensation, um dos principais festivais de música eletrônica do País. Na área de internet, a companhia investe 15% de sua verba publicitária na web. O site da Skol recebe mais de 20 milhões de pessoas por ano, que vão até o endereço virtual em busca de conteúdos interativos e jogos. Um dos grandes destaques da Ambev, no entanto, é a cerveja premium Bohemia, pela primeira vez no ranking. Logo em sua estreia, ela alcança a 14a posição. “A Bohemia tem credenciais espetaculares”, diz Earp. Não é, de fato, papo de marqueteiro. Ela faz parte da história da cerveja no Brasil.
A marca foi produzida pela primeira vez em 1853, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, por um colono alemão chamado Henrique Kremer. A fábrica funcionou no mesmo local até 1998, quando foi fechada. Agora, ela será reaberta com investimentos de R$ 40 milhões e produzirá as variantes da família Bohemia (Pilsen, Escura, Weiss e Confraria), além de edições especiais da marca. Não bastasse isso, o prédio se transformará em um memorial com a história da cerveja do Brasil e do mundo. O museu terá painéis interativos que fará o visitante viajar pelo mundo da bebida feita com cevada e lúpulo. “A Bohemia, como marca premium, é a joia brasileira”, afirma Earp. Ela também é um indício de que marcas fortes resistem ao tempo e às crises de toda ordem.
 
 
 
 
 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

POST 1557: Kaká, a punto de convertirse en el primer deportista con 10 millones de seguidores en Twitter

El conocido jugador brasileño del Real Madrid, Kaká, está a punto de convertirse en el primer deportista que llega a los 10 millones de seguidores en twitter.

Al centrocampista brasileño, que cuenta también con pasaporte italiano y fue vendido al Real Madrid en 2009, le faltaban el lunes por la tarde sólo 30.000 seguidores para llegar a los 10 millones de seguidores en Twitter. El famoso jugador sumó 35.000 seguidores en un solo día la semana pasada de acuerdo con los datos de TwitterCounter.com. Teniendo en cuenta estos datos, y si el jugador mantiene esa pauta podría convertir su cuenta @KAKA en una de las ocho más importantes dentro de los deportistas.

A pesar de su importancia en el mundo de los deportes en Twitter, a nivel global el futbolista se colocaría en el puesto número 17 dentro de la lista de los twitteros más seguidos. En esta lista tenemos en primer lugar a Lady Gaga y en segundo a Justin Bieber, con más de 20 millones de seguidores ambos.

Si volvemos al mundo del deporte vemos cómo el compañero de equipo de Kaká, Cristiano Ronaldo, se encuentra en el segundo puesto dentro de los deportistas más seguidos en la red social. En la clasificación global se encuentra en el puesto número 21, con algo menos de 9 millones de seguidores. El jugador de baloncesto de la NBA ya retirado Saquille O´Neal es la otra única figura del deporte que se encuentra entre los 60 más populares en la red. O´Neal cuenta con 5,5 millones de seguidores, lo que le conola en el puesto 55 de la clasificación general.

Teniendo en cuenta todos estos datos, ¿cuál es su secreto? El de Kaká parece ser que tweetea tanto en inglés como en castellano y portugués y maneja él mismo su cuenta, en la que escribe mensajes cortos un par de veces al día. El jugador brasileño sube fotos de él mismo y de sus compañeros de equipo, sus entrenamientos o sus visitas a otras ciudades para jugar los partidos. Él responde personalmente a muchos de sus seguidores, que le contestan deseándole sus mejores deseos para su cumpleaños, que es el domingo.



quarta-feira, 18 de abril de 2012

POST 1508: OS 10 PAÍSES LÍDERES EM TECNOLOGIAS VERDES

Relatório elaborado pela consultoria Cleantech e pelo grupo WWF aponta quais países se destacam pela criação e inovação em tecnologia verde e que também possuem clima estimulante para empresas do setor, seja por políticas públicas ou financiamento privado

Eles fazem um futuro mais limpo

São Paulo – Assim como a inovação tecnológica facilitou mudanças incríveis no consumo, estilo de vida e produtividade nos últimos 200 anos, o desenvolvimento das chamadas tecnologias verdes será essencial para catalisar e facilitar a revolução da sustentabilidade no século 21. Mas quais países têm o maior potencial para produzir e comercializar esse futuro limpo?
Para responder a essa pergunta, a consultoria Cleantech e o grupo ambientalista WWF avaliaram 38 países a partir de 15 indicadores relacionados ao desenvolvimento de empresas de soluções ecológicas, como políticas públicas e regulações, incentivos financeiros privados, estímulos acadêmicos, investimentos privados no setor, número de patentes ambientais registradas, entre outros.
O levantamento Global Cleantech Innovation Index mostra que o setor de energias renováveis é o principal agente catalisador dos investimentos verdes: 77% do total investido em tecnologias limpas em 2010, por exemplo, foi para área de geração renovável de energia. No ranking, o Brasil ficou em 25º lugar, como um país “de cultura empresarial muito forte, mas de baixo investimento em inovação e pesquisa e desenvolvimento”.

1 - Dinamarca

Curiosamente, as primeiras colocações no ranking de inovação verde são dominadas por países pequenos, mas com potencial de realizar grandes transformações rumo a um futuro mais sustentável. A liderança da Dinamarca é explicada pela capacidade em apoiar novas empresas que desenvolvem tecnologias limpas até que esse conhecimento se torne lucrativo e beneficie tanto à economia quanto o meio ambiente.
Na Dinamarca, o setor de energia eólica é um dos mais avançados e, segundo o plano ambicioso do governo de reduzir suas emissões em 40% até 2020, os ventos deverão contribuir com mais da metade do consumo energético dinamarquês na próxima década. No quesito pioneirismo, vale destacar que a capital Copenhague foi a primeira no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas, um modelo que depois foi copiado por grandes metrópoles como Barcelona, Berlim, Paris e Rio de Janeiro.

2 - Israel

Desde o início dos anos 50, Israel assumiu o compromisso de desenvolver tecnologias ambientalmente corretas para lidar com seus escassos recursos energéticos e com a disponibilidade limitada de água. Sem combustíveis fósseis e sem relações amigáveis com os seus vizinhos produtores de petróleo, o país olhou para o sol em busca de solução.
Atualmente, pelo menos 90% das residências israelenses usam energia solar para aquecer a água. O sistema de tratamento desse recurso natural é referência mundial - Israel é o país que mais recursos investe no tratamento e reciclagem de água. O país também é o criador e líder mundial em irrigação por gotejamento, técnica que transforma desertos em terras cultiváveis.

3 - Suécia

A Suécia ocupa o terceiro lugar no ranking, com bom desempenho em todos os indicadores avaliados. Segundo o relatório, o governo oferece fincanciamentos vultosos para pesquisa e desenvolvimento de tecnologias limpas.
Para enfrentar os desafios ambientais, o país possui centros de excelência em know-how que mantém parcerias estratégicas com indústrias de ponta.
A tradição no desenvolvimento de soluções ambientais está presente em vários setores – da construção verde à reciclagem mecânica e energética do lixo, que aquece 80% das casas suíçcas, só para citar alguns. No tratamento de esgoto, o país tem um dos padrões mais elevados do mundo.

4 - Finlândia

Em quarto lugar na lista de líderes em tecnologias verdes aparece a Finlândia, outro pequeno país nórdico que funciona como um laboratório de soluções ambientais. Só em 2010, o setor de energia renovável finlandês cresceu 5,6% com faturamento de 17,9 bilhões de reais. Por trás desse desempenho está a organização Cleantech Finland, que reúne mais de 2 mil empresas de tecnologia sustentável do país, facilitando o contato entre elas e com investidores potenciais.
Recentemente, o Brasil assinou um acordo de cooperação tecnológica com a Finlândia. Uma área de interesse em comum entre os dois países é a de tecnologia offshore, uma vez que a Finlândia tem tradição na área de construção naval e de plataformas de perfuração e prospecção de petróleo.

5 - Estados Unidos

A quinta colocação no ranking verde ficou com os Estados Unidos, que no ano passado registrou um aumento expressivo de investimentos no setor, subindo de 5,2 bilhões de dólares em 2010, para 6,8 bilhões em 2011 - um acréscimo de 31%.
Entre os estados americanos, o que mais se destaca é, naturalmente, a Califórnia, o polo mais efervescente de tecnologias limpas. No ano passado, o estado recebeu um total de 3,7 bilhões de dólares em investimento, mais da metade (54%) do total investido no setor em todos os EUA.

6 - Alemanha

Não dá para falar de inovações verdes, principalmente no que diz respeito ao setor de energia renovável, sem mencionar a Alemanha, que aparece na sexta posição do ranking do Cleantech. O país, que prometeu encerrar o uso de reatores nucleares e substituí-los por novas fontes até 2022, se destaca pelo incentivo dado à energia solar e à eólica.
Segundo um levantamento do Global Wind Energy Council, a Alemanha é o terceiro país do mundo que mais investe na força dos ventos, com capacidade instalada de 29 mil MW, respondendo por 12,2% do acumulado mundial. A conversão para energia limpa garante não só a redução das emissões de gases nocivos ao planeta como a geração de novos postos de trabalho. Na última década, mais de 300 mil vagas foram criadas no agitado mercado verde do país.

7 - Canadá

Embora tenha anunciado sua saída do grupo de países signatários do Protocolo de Kyoto durante a última reunião da ONU sobre clima, em Durban, na África, o Canadá vem se esforçando em desenvolver tecnologia verde de ponta nos últimos anos.
O país possui uma série de estímulos e investimentos em tecnologia limpa, como práticas de captura e armazenamento de carbono. No tocante à energia renovável, o Canadá é o nono país com maior capacidade eólica instalada, cerca de 5,2 mil MW, que representam 2,2% do total mundial.

8 - Coreia do Sul

O oitavo colocado no ranking está se reinventando como um núcleo exportador de tecnologia verde para cidades. A Coreia do Sul desenvolve projetos ambiciosos de urbanismo sustentável, como o Distrito Comercial Internacional Songdo, um centro de excelência em tecnologia, educação e negócios em construção a 65 quilômetros de Seul.
A estratégia de crescimento verde do país está sustentada no plano de ação "Green Growth". Lançado em 2009 e com duração de cinco anos, o plano prevê, entre outras mediadas, o aumento de investimentos do governo, a comercialização de tecnologias verdes e a cooperação internacional.

9 - Irlanda

Há uma atmosfera verde em torno da Irlanda, nono colocado do ranking, e não apenas no dia de São Patrício. Nos últimos anos, ativos de fundos de investimento verdes mais do que duplicaram nos últimos dois anos chegando a 2,3 bilhões de dólares, segundo pesquisa da PricewaterhouseCoopers (PwC).
Mais, a Irlanda também se tornou, no início de fevereiro, o primeiro país a aceitar créditos de carbono gerados por projetos de redução das emissões por desmatamento e degradação (REDD) no seu regime fiscal.

10 - Reino Unido

No décimo lugar do ranking de tecnologias limpas, o Reino Unido promete inspirar o Brasil e o mundo com as soluções ambientais que a Inglaterra implementou para a construção do seu Parque Olímpico. Na lista entram projetos de descontaminação de solo, arenas totalmente recicláveis e um sistema moderno de transporte elétrico nas intermediações do principal aeroporto de Londres.
Além disso, o país conta com um empresariado entusiasmado com as novas tecnologias. Uma pesquisa feita pela consultoria Carbon Trust mostrou que 99% dos líderes empresariais britânicos enxergam oportunidades de crescimento no desenvolvimento e uso de tecnologias verdes. Na corrida da energia renovável, o país é o sexto mais atraente para investimentos, segundo ranking da Ernst & Young.
FONTE: EXAME

segunda-feira, 9 de abril de 2012

POST 1474: 10 MEGACONSTRUÇÕES DE CAIR O QUEIXO

 
(Fonte da imagem: iStock)


A humanidade é realmente incrível: com ou sem tecnologia avançada, fomos capazes de criar estruturas gigantes para os mais diversos propósitos. Confira algumas das mais interessantes que estão espalhadas pelo mundo.

Burj Khalifa

(Fonte da imagem: Reprodução/Burj Khalifa)

Este enorme arranha-céu é, oficialmente, o maior prédio já feito pelo homem. A gigantesca construção, localizada em Dubai, impressiona não apenas por sua altura de 829,94 metros, mas por sua arquitetura, baseada em uma flor-de-lótus.

Hidrelétrica de Três Gargantas

 (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Para o país com mais habitantes no mundo, é necessária uma forma de gerar quantidades de energia igualmente grandes. Por isso, a China criou a Hidrelétrica de Três Gargantas, que possui atualmente a maior represa do mundo.

A hidrelétrica também tem outras funções importantes: graças à sua represa, feita no rio Yang-Tsé – o maior do país –, é possível prevenir muitas enchentes, além de criar um sistema de transporte fluvial na área.

Arrozais em terraços de Banaue

 (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)


Considerados como um patrimônio mundial, esses arrozais de 2 mil anos de idade estão espalhados por toda a província de Ifugao, nas Filipinas. A aparência dada por essas construções à cordilheira é única: parece que as montanhas foram “fatiadas” em vários pedaços.

Acredita-se que essas construções foram feitas à mão, com quase nenhum equipamento para ajudar no processo. O sistema de irrigação utilizado por eles é igualmente antigo, mas funciona perfeitamente até hoje, permitindo que os nativos cultivem vegetais no local.

Minas de diamante de Mirny

 (Fonte da imagem: Reprodução/Atlas Obscura)


As minas de diamante de Mirny, uma pequena cidade da Sibéria, mais parecem um enorme redemoinho que ocorreu em terra firme. Com 1,25 km de diâmetro e 525 metros de profundidade, essa é uma das maiores e mais perigosas áreas de escavação do mundo.

O perigo da mina não está no tamanho do local, mas sim no material que eles precisam atravessar para conseguir fazer as escavações: para passar pelo permafrost (solo formado de rochas permanentemente congeladas), é necessário usar muitos explosivos, já que fazê-las derreter é quase impossível.

Hotel Ryugyong

 (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)


O Hotel Ryugyong tem uma história um tanto curiosa. Sua construção, iniciada em 1987, foi abandonada cinco anos depois devido a diversos obstáculos no projeto, além de problemas financeiros que assolaram toda a Coreia do Norte.

Por 16 anos, o enorme arranha-céu permaneceu incompleto, sendo considerado pelo povo da cidade de Pyongyang, onde o prédio foi erguido, um “hotel fantasma”. Isso até que, em 2008, a construção do Ryugyong foi retomada.

Hoje, o prédio está próximo de ser concluído, se destacando com facilidade em meio ao cenário da cidade, devido à sua altura de 330 metros e sua estrutura de aparência incomum.


Danyang–Kunshan Grand Bridge

(Fonte da imagem: Reprodução/Panoramio)


A Danyang–Kunshan Grand Bridge é uma das pontes mais incríveis do mundo, não por sua beleza, mas por seu tamanho. Certificada pelo Guinness como a mais longa ponte do mundo, sua estrutura percorre 164 km de terra e mar, ligando as cidades de Xangai e Nanquim.

Palm Islands

 (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)


Dubai não é apenas dona do prédio mais alto do mundo, como também do maior arquipélago artificial da Terra. As Palm Islands, como serão chamadas devido ao seu formato de palmeira, são gigantescas: a menor delas possui 5 km de diâmetro. Já a maior delas terá 12,5 km de comprimento por 7,5 km de largura.

As Palm Islands ainda estão em construção; de fato, apenas a menor das três “palmeiras” já está pronta. Quando o projeto estiver completo, um total de 520 km de praias será adicionado à cidade – espaço que será ocupado por mansões, hotéis, parques de diversões e todo o tipo de edifício.

A Grande Muralha da China

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)


Não há quem não conheça a Grande Muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo, famosa por seu tamanho e beleza. A estrutura, que atravessa 8.851 km do território chinês, é tão grande que muitos acreditavam que ela era a única construção feita pelo homem que podia ser vista do espaço.

Algo que muitos não sabem sobre essa megaconstrução é que ela não é uma única estrutura, mas, na verdade, uma série de muralhas espalhadas por toda a China, passando até mesmo por países vizinhos, como a Mongólia e a Coréia do Norte.


Neft Daslari

(Fonte da imagem: Reprodução/TUTA)


O que começou como uma plataforma petrolífera comum cresceu rapidamente. Hoje, a construção é, literalmente, uma “cidade flutuante” que mais parece vinda de outro mundo, com uma população de 5 mil habitantes que vive a 50 quilômetros de terra firme.

Por estar no meio do mar do Azerbaijão, Neft Daslari tem tudo que uma pessoa comum precisa para viver, como casas, escolas, padarias e cinemas, que se entendem pelos 300 km de ruas da estrutura.

Viaduto de Millau

  (Fonte da imagem: Reprodução/Flickr/tibchris)


Se a Danyang–Kunshan Grand Bridge é a ponte mais longa, esta é a mais alta. A estrutura atravessa o vale do Rio Tarn, na França, suspensa por cabos a uma altura de 343 metros no topo de seus pilares. Mas é bom avisar que, se você tem medo de altura, esta pode não ser a melhor rota para sua viagem.




FONTE: TECMUNDO

sexta-feira, 16 de março de 2012

POST 1395: OS 5 MAIORES FEITOS DE BILL GATES

Quando o assunto é computador, Bill Gates é uma das primeiras coisas que surgem em nossa cabeça. Mas, quando o assunto é o cofundador e a grande figura por trás da ascensão da Microsoft na área dos eletrônicos, aí nem sempre a imagem formada sobre ele é positiva.

Por ser normalmente associado à riqueza e a algumas previsões malucas (algumas muito bem colocadas), muitas vezes nos esquecemos de levar em conta a trajetória de sucesso e os acertos na carreira do empresário.

Com um pouco de análise, entretanto, percebemos que William Henry Gates III deve ser levado a sério: afinal, trata-se do homem que ajudou a popularizar o computador pessoal, que criou um dos sistemas operacionais mais práticos e utilizados no mundo e não só ajudou muita gente por aí (incluindo, veja só, Steve Jobs), mas também ganhou muito, muito dinheiro fazendo tudo isso.

Conheça abaixo alguns dos principais feitos do empresário:

1. Criar o Windows

Muita gente reclama da tela azul e dos mais variados erros apresentados pelo Windows, mas não se pode negar que o sistema operacional tem qualidades e prestou uma grande ajuda para o mundo da informática.
Além disso, ele pode nem ter sido o primeiro ou o melhor (já que o Macintosh, da Apple, utilizava recursos gráficos e técnicos bem similares) em sua época de lançamento, em 1985, mas foi o que mais caiu nas graças do consumidor, principalmente a partir do Windows 95.

Hoje partindo para a oitava versão, o sistema operacional ganhou bastante autonomia e fama própria ao investir em interfaces como a Aero e a Metro – ou em produtos específicos, como o Microsoft Office.

2. Popularizar o PC

Se você tem um computador com Windows em casa, agradeça a Bill Gates. Afinal, para ele, não bastou criar um grande produto: era preciso fazer com que ele chegasse ao alcance de todos, especialmente quem não era especializado em informática e queria apenas experimentar a nova tecnologia.
A história começa em 1975. Gates, na companhia de Paul Allen, o outro cofundador da Microsoft, negociou um interpretador da linguagem BASIC para o Altair 8800, um dos lançamentos de computadores da época. A partir desse ponto, estava montada a empresa, que continuou programando produtos similares para os mais variados eletrônicos.

Ao contrário da Apple, que não emprestava o sistema operacional para empresas de hardware, a Microsoft fez uma série de parcerias para inserir o Windows no maior número possível de máquinas – e a estratégia deu muito certo.

Com isso, o produto era vendido em uma escala muito maior do que seus concorrentes – e sob um preço bem mais reduzido.

3. Ajudar a salvar a Apple

Bill Gates e Steve Jobs tinham uma relação complicada. Não eram grandes amigos, e volta e meia trocavam algumas declarações nada amigáveis, mas precisavam trabalhar juntos em alguns momentos.
Você consegue imaginar ambas as empresas como parceiras? Por muito tempo, o Mac recebeu vários aplicativos produzidos pela Microsoft, como versões de editores de texto e planilhas, além de vários outros produtos que pouparam muito tempo de programação da equipe da Apple.


Mas a ajuda principal veio em 1997: em uma conferência, Jobs anunciou uma parceria para o uso conjunto de patentes, a adoção do Internet Explorer no Mac e a compra de aproximadamente US$ 150 milhões (valor da época) em ações da Apple pela Microsoft, feito recebido com algumas vaias pelo público, mas que ajudou a tirar a empresa do vermelho.
É aqui que está a ironia: como a Maçã mergulhou em uma profunda crise financeira e criativa no começo da década de 1990 (quando Jobs ainda estava afastado da empresa), se não fosse por Bill Gates, produtos como o iPod e o iPhone poderiam nem existir.

4. Saber ganhar dinheiro

Não adianta: é impossível não relacionar Bill Gates com sua capacidade de gerar e acumular riquezas. Mais do que um geek, um empresário.

No comando da Microsoft, ele transformou a empresa em um dos maiores polos da informática, desbancando em riqueza e popularidade outras empresas fortes do Vale do Silício nas décadas de 1980 e 1990, como a Apple, a HP e a IBM.
De acordo com a Forbes, ele é a quinta pessoa mais poderosa do mundo (atrás de quatro líderes políticos), a mais rica dos Estados Unidos (com patrimônio de pouco mais de R$ 100 bilhões) e o segundo colocado no ranking mundial (perdendo para o mexicano Carlos Slim), do qual Gates faz parte desde 1995.

E ele está disposto a ensinar o caminho para o sucesso: as entrevistas mais recentes de Gates nem se concentram tanto no mundo da informática, do qual ele está mais afastado após deixar a Microsoft: o negócio agora é dar dicas sobre economia e falar sobre alguns projetos que podem mudar o mundo.

5. Voltar os olhos para a caridade

O egoísmo e a ganância são duas características frequentes em quem conquista muito dinheiro ou poder na vida. Com Gates, isso não aconteceu. O empresário fundou em 1994 a Bill & Melinda Gates Foundation, uma instituição filantrópica (porém abastecida com generosas doações privadas e parte da fortuna da família) que incentiva projetos de pesquisa em todo o mundo.

Administrada por ele, a esposa e o investidor Warren Buffett, a fundação possui como foco o combate à pobreza e a melhora nos sistemas de saúde de todo o planeta.

Além disso, nos Estados Unidos, o projeto busca um sistema de educação diferenciado para regiões mais pobres. Cerca de R$ 49 bilhões (quase metade de seu patrimônio pessoal) já foram destinados à pesquisa de novas fontes de energia e à produção e distribuição de vacinas contra os mais variados tipos de doença, como a malária.

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Bill Gates pode não agradar a todos, mas não se deve negar crédito ao ex-chefe da Microsoft por seus acertos como pessoa ou no comando de uma das grandes empresas da área de informática.

Afinal, se não fosse por ele, é possível que você não estivesse nem lendo este artigo.

 

FONTE: TECMUNDO
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