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segunda-feira, 1 de abril de 2013

POST 1922: CAPITALISMO TUPINIQUIM. Por Ricardo Amorim


Segundo estimativas da empresa de pesquisa de mercado IHS iSuppli, os componentes de cada iPhone 5 de 16GB custam R$388,00 e sua montagem R$15,00, totalizando R$403,00. Ao conhecer esta informação, a maioria dos brasileiros tem dois tipos de reação. Uns ficam indignados com os lucros abusivos da empresa. Outros a defendem, apontando custos não computados, como distribuição e impostos, por exemplo. Portanto, os lucros seriam “normais”.

Efetivamente, no Brasil os impostos respondem por uma parcela significativa da diferença. O mesmo aparelho que é vendido por R$1.265,00 nos EUA, custa R$2.600,00 aqui. A maior diferença vem de impostos. No Brasil, ao comprarmos um iPhone, pagamos dois, um à Apple, outro ao governo.
Além disso, em nossa sociedade que demarca diferenças socioeconômicas pelos padrões de consumo, os consumidores dispõem-se a pagar preços que, em outros países, fariam o produto encalhar. Isto permite que as empresas tenham margens de lucro mais elevadas aqui.
Estas distorções não afetam apenas o preço do iPhone, mas de tudo que compramos aqui. Pelo preço de uma Ferrari 458 Spider no Brasil, compra-se o mesmo carro, um apartamento e um helicóptero em Nova York.
Devido ao péssimo uso dos recursos arrecadados, nossos impostos elevados causam-me particular indignação, mas outra distorção brasileira preocupa-me ainda mais. Associamos lucros a bandalheira e, portanto, margens de lucro altas precisam ser limitadas ou, no mínimo, justificadas.
Nos EUA, o iPhone  que custa R$403,00 para ser produzido é vendido por R$1.265,00. Mesmo descontando impostos – ainda que menores do que os nossos – e outros custos, sobra à Apple uma margem de lucro gorda, explicando porque ela se tornou a mais valiosa companhia do planeta. Lá, lucratividade elevada é considerada mérito pelo trabalho bem feito, neste caso particularmente em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e marketing. Por aqui, o lucro é o capeta, razão de desconfiança e vergonha.
Se não mudarmos nossa mentalidade, o Brasil nunca será um país rico. Ou acabamos com as distorções de nosso modelo econômico ou seremos o país do futuro do pretérito. Ao contrário do que pensam muitos, a valorização do lucro não precisa ser antagônica à melhora do padrão de vida da população como um todo. Aliás, pode e deve ser exatamente o contrário, como provam os países nórdicos.
No Brasil, isto teria de começar por uma intromissão muito menor do Estado na economia. É na promiscuidade do público com o privado que surge a maioria das distorções que mancham a percepção da opinião pública brasileira quanto ao lucro. Em uma economia onde o Estado é onipresente, com frequência é mais lucrativo ser amigo do rei do que acertar as decisões empresariais ou inovar. A partir daí, lucro vira pecado.
Infelizmente, o contrário tem acontecido. Nos últimos anos, o montante de recursos que o Estado desvia da iniciativa privada através de impostos tem aumentado, assim como as intervenções na gestão de empresas públicas e privadas. Salta aos olhos o papel crescente do BNDES. Capitalizações com recursos públicos superiores a R$300 bilhões desde 2008 permitiram que ele se tornasse um acionista importante em várias grandes empresas brasileiras. Além do risco aos cofres públicos, este processo reforçou a percepção de que temos um capitalismo de compadres. Muda Brasil, enquanto é tempo.

Ricardo Amorim
Formado pela Universidade de São Paulo, com pós graduação pela ESSEC de Paris, o economista Ricardo Amorim foi um dos poucos que anteciparam a crise elétrica brasileira de 2001, a crise imobiliária americana de 2008, a crise européia de 2010 e suas consequências.
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sábado, 8 de dezembro de 2012

POST 1908: SOCORRO! ESTAMOS EXPORTANDO CONSUMIDORES. Por Ricardo Amorim

 
Na semana passada fui a Nova York a trabalho. Como bom brasileiro, aproveitei para fazer umas comprinhas. Fiquei chocado. Em todas as lojas em que entrei, sem exceções, muitos brasileiros também compravam. Políticas econômicas equivocadas estão exportando nossos consumidores. Fico imaginando o que estará acontecendo em Miami…


Há tempos se afirma que as dificuldades da nossa indústria são causadas por um real excessivamente forte. Com esse diagnóstico, o governo taxou investimentos estrangeiros e gastos em viagens, dificultou a entrada de produtos importados por meio de mais impostos e medidas regulatórias, e acumulou muitos bilhões de dólares em reservas internacionais. Sozinha, a última medida custará mais de R$ 50 bilhões só neste ano. Somadas a uma conjuntura internacional, que reduziu nossas exportações e levou multinacionais europeias e americanas a repatriarem capitais, tais ações impulsionaram a cotação do dólar de R$ 1,50 a pouco mais de R$ 2 nos últimos meses.


Problema resolvido, certo? Não, muito pelo contrário. Este ano, a produção da nossa indústria até agora foi 3,5% menor do que no mesmo período do ano passado. Os desafios para a indústria são muitos, começando pela concorrência com produtos chineses e passando pela contração dos mercados de consumo nos EUA e na Europa e, consequentemente, excesso de capacidade industrial instalada no mundo após a crise de 2008. Some-se a isso uma enorme mudança socioeconômica no País desde 1994 que se acelerou nos últimos anos.


Só entre 2005 e 2011, 47 milhões de brasileiros emergiram das classes D e E, passando a gastar uma parcela maior de sua renda com serviços – telefonia, educação, turismo, saúde – e menor com produtos industrializados.


Não deveria surpreender a ninguém que a indústria foi, sistematicamente, o setor com o pior desempenho da economia brasileira nos últimos anos. Desde 2004, o varejo e o atacado, impulsionados por uma forte expansão de renda e crédito, cresceram mais do que a indústria em todos os anos. Não apenas as vendas, mas também os preços do setor de serviços vêm crescendo mais do que na indústria. O agronegócio e toda a cadeia de matérias primas metálicas, minerais e de energia cresceram e tiveram ganhos de preços ainda maiores, alimentados pela fome chinesa. Por fim, impostos elevados e baixos investimentos em infraestrutura, devidos a altos gastos públicos e desvios de verbas, prejudicam particularmente a indústria.


A novidade que percebi nas lojas de Nova York é que os efeitos maléficos da carga tributária sobre a competitividade e o crescimento brasileiro atingem, cada vez mais, setores tradicionalmente protegidos, onde não havia competição internacional. Maior facilidade de transporte e avanços do comércio eletrônico permitem que produtos antes adquiridos na lojinha local sejam agora comprados em qualquer lugar do planeta.


Por que tudo aqui é tão caro? Impostos. No mundo emergente, apenas três países têm carga tributária mais alta do que o Brasil. Ao tornar produtos feitos ou vendidos no Brasil mais caros do que no resto do mundo, nossos impostos estimulam os consumidores brasileiros a comprar em outros países, debilitando não apenas a indústria, mas também os setores de comércio e serviços. Até quando?

 
Postado originalmente em Revista IstoÉ 07/2012.
Ricardo Amorim
Formado pela Universidade de São Paulo, com pós graduação pela ESSEC de Paris, o economista Ricardo Amorim foi um dos poucos que anteciparam a crise elétrica brasileira de 2001, a crise imobiliária americana de 2008, a crise européia de 2010 e suas consequências.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

POST 1905: DESENVOLVENDO A CONSISTÊNICA DO CANAL NA ERA DIGITAL

Enquanto a proliferação de canais digitais traz maior oportunidade para se conectar com os clientes em um nível pessoal, as empresas devem garantir que cada meio de transmitir uma mensagem consistente e relevante, de acordo com sua missão global.
 
Por Anna Papachristos

blog_05122012A era digital chegou, trazendo consigo uma série de novas maneiras de se conectar com os clientes. Seja via e-mail ou mídia social, as empresas têm agora a oportunidade para entregar mensagens relevantes e incentivar o envolvimento em um nível individualizado. No entanto, para cultivar relações com os clientes leais, as empresas devem procurar mensagens consistentes em todos os canais para sustentar a sua reputação de confiança.
 
Assim como as empresas devem se unir para entender, desenvolver e manter uma mensagem consistente, mídia digital e tradicional deve mesclar, não apenas batalhar. Nós não estamos olhando para momento antigo versus novo, mas um momento de convergência. As empresas estão começando a aceitar o espaço digital, integrando essas novas tecnologias interativas com táticas tradicionais.
 
De acordo com estudo da Capgemini Digital Shopper Relevancy, 60% dos compradores digitais esperaram uma experiência de compra unificada para se tornarem mainstream e esperaram uma integração perfeita em todo on-line, mídias sociais, mobile e lojas físicas em 2014. Na verdade, o estudo revela que mais da metade dos compradores digitais estão propensos a gastarem mais dinheiro em uma loja física, se eles têm usado os canais digitais para pesquisar produtos de antemão. Um estudo da ‘Experian Digital Trends’ também mostra que 91% dos adultos usam as mídias sociais regularmente e são mais propensos a usar as marcas que atuam no espaço social.
 
No entanto, com a contínua ameaça iminente de showrooming, as empresas devem começar a usar rapidamente o celular para sua vantagem. Com o Google ao alcance das pessoas 24/7, é fácil para os clientes entrar em uma loja, explorar os produtos disponíveis e, em seguida, realizar uma pesquisa on-line para encontrar um concorrente que oferece o mesmo item ou serviço a um preço mais baixo. Para combater esse obstáculo, as empresas estão começando a incorporar tecnologias interativas, tais como códigos QR, para envolver os clientes dentro de suas lojas físicas e reconquistar sua atenção.
 
No entanto, enquanto os respondentes à pesquisa ‘Digital Shopper Relevancy’ preveem que as lojas físicas serão showrooms para selecionar e encomendar produtos em 2020, não há nenhuma razão para que alguém descarte esses canais tradicionais ainda, diz Jay Henderson, diretor de estratégia do programa com o Marketing da IBM Enterprise Management Group. “É importante lembrar que, quando os canais proliferam, os canais antigos normalmente não vão embora”, diz ele. “Um exemplo clássico é quando caixas eletrônicos foram introduzidas pela primeira vez, os especialistas previam a morte do ramo. No entanto, décadas mais tarde, há mais agências bancárias do que nunca.”
Canais não desaparecem, eles evoluem. E as empresas devem exercer seus maiores esforços para garantir o velho e o novo se encaixem de uma forma que promove o engajamento e promove a lealdade.
 
 
Compreenda o Comportamento de Seus Clientes
Profissionais de marketing e de atendimento ao cliente estão migrando para estas saídas digitais, em um esforço para ficar à frente da curva. Enquanto os canais tradicionais, como mídia impressa e lojas físicas têm suas vantagens e recursos, as empresas que combatem a transição para o digital só vão encontrar dificuldades ao longo do caminho. Em vez disso, as empresas devem buscar o equilíbrio que combina todos os canais relevantes de uma forma envolvente, mantendo mensagens consistentes ao longo do caminho.
 
“Os consumidores têm se tornado mais e mais insensíveIA ao marketing tradicional e esforços de publicidade onde eles estão sendo inseridos “, diz Kim Martin, diretor de marketing da Voxeo. “Agora, com a ubiquidade dos canais digitais, as pessoas estão cada vez mais acostumadas a se envolver com empresas e marcas e de ser parte da conversa ao invés de simplesmente ser o alvo dele.”
 
Antes as empresas cultivarem consistência, eles devem primeiro compreender melhor quais os canais seus clientes mais frequentam. Como Brian Girouard, líder dos produtos mundiais de consumo e do setor de varejo na Capgemini, destaca a viagem de compras típica passa por fases consciência, escolhendo, transacionar, entregar e após o cuidado de vendas. A fim de apoiar a experiência “all-channel”, as empresas devem observar o histórico do cliente para que eles possam sentir e responder às suas necessidades de forma consistente em uma escala individualizada.
 
Ao envolver-se em toda esta jornada, as empresas podem desenvolver conversas com os clientes em ambos os canais tradicionais e digitais, dando ao consumidor mediano uma voz que não teria tido no passado. Clientes fornecem feedback sincero, ajudar as empresas a melhorar a sua estratégia e aumentar a satisfação. É só por ouvir essas vozes que as empresas podem começar a avaliar os canais que são certos para a sua base de clientes.
 
Ao compreender os tipos de clientes, suas preferências de canais, e como as suas preferências mudam ao longo do tempo, as empresas são obrigadas a conquistar uma melhor resposta em ambos os canais digitais e tradicionais. Com tantos canais implorando por atenção, as empresas devem saber onde colocar o seu foco para que eles não se espalhem, tornando-se irrelevantes e não confiáveis.
 
Henderson acrescenta: “Apenas alguns anos atrás, os profissionais de marketing iriam empurrar a mesma grande campanha para todos. Agora com canais digitais, há uma maior oportunidade para fornecer uma mensagem mais refinada para uma audiência menor.”
 
 
 
FONTE: 1TO1

POST 1904: O USO DAS MÍDIAS SOCIAIS NA GESTÃO DE PESSOAS


Atrair talentos é a principal motivação dos RHs para utilizar tais ferramentas.
Um estudo da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), feito com 85 organizações brasileiras, mostrou que 67% delas estão aproveitando o alcance das mídias sociais, inclusive para atrair talentos. Na área de gestão de pessoas, essa principal tendência de uso destas ferramentas, segundo 90% dos entrevistados.
 
Fortalecer a marca (73%), capacitar talentos (56%), buscar parcerias (40%) e captar recursos (38%) completam a lista dos principais objetivos do RH ao utilizar as mídias sociais.
 
De forma geral (analisando todas as áreas das empresas pesquisadas), as mídias sociais são aproveitadas, principalmente, para se estabelecer contato com o público externo da companhia (clientes e fornecedores), mas a atração de talentos aparece em segundo lugar na lista de tarefas, seguida por campanhas de marketing e monitoramento de citações feitas à empresa.
 
 
Barreiras internas
Diversas organizações permanecem severas quanto ao acesso de seus profissionais às redes sociais, pois apenas 51% companhias entrevistadas liberam o uso dessas ferramentas para todos os seus funcionários. Entre as que não permitem o acesso às plataformas, os principais motivos apontados foram o receio de que seus colaboradores percam o foco e se tornem menos produtivos (69%), o zelo pela segurança da informação e medo de violação de privacidade (61%).
 
 
Gerenciamento
Ainda de acordo com o estudo, 61% das empresas respondentes têm política sobre o uso de mídias sociais, mas 55% têm dificuldades para medir os benefícios decorrentes do uso das mídias sociais. Entre as iniciativas para avaliar o retorno do investimento estão a frequência de visitas, a taxa de crescimento dos usuários, tempo de permanência no site, quantidade de referências positivas versus referências negativas, citações da marca, entre outras.
 
Também de acordo com a pesquisa, os principais responsáveis pela criação, atualização e monitoramento dessas ferramentas dentro das empresas são as áreas de recursos humanos, marketing e tecnologia.
 
 
RETIRADO DO BLOG DO ALBÍRIO GONÇALVES

POST 1903: O DESAFIA DE FORMAR UMA LIDERANÇA POR VALORES: A EXPERIÊNCIA DA IBM

Companhia pôs em prática programa que consiste em selecionar colaboradores da empresa em todo o mundo para levá-los a países emergentes, a fim de que apliquem seus conhecimentos e técnicas em soluções de problemas desses lugares.
 
Recém-empossado como presidente da IBM Brasil, Rodrigo Kede tem o desafio de, em tempos de crise global, levar adiante uma crescente preocupação da empresa com a formação de lideranças não apenas sob o ponto de vista técnico, mas, principalmente, de valores, "tais como sustentabilidade, senso de coletividade, confiança e diversidade", conforme afirmou.
 
O ano era 2008. Em meio aos prejuízos gerados pela bolha do mercado imobiliário americano, a IBM apostou e pôs em prática o programa Corporate Service Corps (CSC), que consiste basicamente em selecionar líderes, executivos, funcionários e colaboradores da empresa em todo o mundo para levá-los a países emergentes a fim de que apliquem seus conhecimentos e técnicas em soluções de problemas desses lugares. Segundo Kede, "em geral, quem passou pela experiência diz ter sido um dos maiores aprendizados da vida".
 
Mais de 30 países e 100 cidades já foram auxiliados pelo CSC. O Brasil já recebeu 160 profissionais dos mais diversos lugares do mundo e, por sua vez, enviou mais de 80 a países como Gana, Camboja, África do Sul, Vietnã e Polônia. As atividades são as mais variadas, desde melhorias na distribuição de água de um município ao uso de tecnologias de gestão para otimizar a segurança pública.
 
A prova da eficácia do programa é a implementação de modelos semelhantes por várias empresas. Mas "não adianta fazer porque alguém já fez, porque é moda. Mais importante do que ser generoso é ser genuíno", destacou Kede. "As pessoas se conectam umas às outras e às instituições por princípios. Os valores nos unem".
 
Confira o vídeo abaixo.




A plataforma

liderança sustentávelUm ponto de encontro com a inspiração e o conhecimento. Essa é a função que a Plataforma Liderança Sustentável, lançada pela consultoria Ideia Sustentável: Estratégia e Inteligência em Sustentabilidade, se propõe a desempenhar. Segundo Ricardo Voltolini, idealizador do projeto, trata-se de "um movimento que pretende identificar, inspirar, mobilizar e conectar jovens lideranças em sustentabilidade espalhadas pelo Brasil".
 
 
FONTE: ADMINISTRADORES

POST 1898: Los diez mandamientos del Marketing dirigido a la Mujer

Marketing de género, marketing to women, M2W, marketing femenino o simplemente marketing dirigido a la mujer, distintas denominaciones con un mismo fin, colocar a la mujer en el centro del estudio para lograr maximizar la satisfacción de sus necesidades.

 
 
Gerardo Castillejo, profesor, consultor, autor de variados artículos e investigaciones en esta temática, nos deja ahora los diez mandamientos que resultan cruciales para lograr ser exitosos cuando las marcas se dirigen al público femenino:

SUMÉRJASE EN LA MENTE FEMENINA: si quiere ser exitoso en el mercado más grande y con mayor proyección del planeta debe aprender a conocerlas y saber cómo toman sus decisiones de compra. Hombres y mujeres piensan de manera distinta. La mujer piensa en forma de telarañas, reúne y conecta más datos y sintetiza el efecto del producto en todos los aspectos de su vida. Le hace caso a las muchas maneras en que la decisión impactará su vida y su hogar. Las mujeres piensan lateralmente y perciben las cosas periféricamente. Tienen más conexiones dendríticas entre las células del cerebro lo que podría explicar el mayor uso de los sentidos y el panorama más amplio que poseen para tomar una decisión de compra.

HÁGALE LA VIDA MÁS FÁCIL: Dado que la mujer es multi-tarea y debe conciliar su vida laboral, familiar, social y personal, las empresas deben diseñar productos y servicios diferenciados que les ahorren tiempo. Las marcas que elaboren productos con estas características habrán conquistado un mercado cautivo que implora por productos que maximicen su satisfacción.

UTILICE ACTIVAMENTE EL SOCIAL MEDIA MARKETING: Esta más que claro, las mujeres dominan las redes sociales, de acuerdo con Forrester Research, el 57% de los usuarios de Facebook son mujeres, 59% en Twitter y un 64% en MySpace. Además los hombres tienen en Twitter una media de 643 seguidores, mientras que las mujeres casi triplican esa cifra, acumulando una media de 1.717 seguidores. Las mujeres viven y producen una mayor interacción social, influyen con más intensidad en más personas. La mujer pregunta, se informa por Internet, confía en la experiencia ajena, piensan en términos de “nosotros”, y se ven más influenciadas por el boca a boca. En una investigación que hicimos recientemente detectamos que el 68% las mujeres consultaba con su círculo social inmediato respecto de la compra de productos. Por todo lo anterior, establezca una estrategia y explote al máximo las ventajas del Social Media Marketing.

INCORPORE MUJERES AL AREA DE MARKETING DE SU EMPRESA: no sólo aportarán un grano de arena en la generación de nuevas ideas sino que además se pondrán en la piel de la compradora que controla entre el 70% y el 80% de los presupuestos que se gastan en los hogares de las economías occidentales.

UTILICE LOS ARGUMENTOS PUBLICITARIOS MAS ADECUADOS: Diversos estudios demuestran que el argumento emocional posee un alto nivel de efectividad entre las mujeres. El argumento sexual como elemento central en la estrategia comunicacional puede ser usada siempre que sea abordada con un punto de vista claramente femenino. Con relación a la influencia del argumento humorístico en el género, las mujeres no encuentran tan cómico como el hombre el humor hostil.

COMUNIQUESE DE MANERA EFECTIVA: Se puede afirmar que existe una fuerte asociación entre el género y la percepción del mensaje recibido. Esto da la posibilidad de producir mensajes con un carácter femenino o masculino Para los anunciadores es muy importante comprender que tanto hombres como mujeres procesan la información de manera distinta. Estudios recientes de neuromarketing determinaron que la mujer está mejor capacitada que el hombre para procesar anuncios complejos que impliquen integrar diversas habilidades mentales. Las mujeres pueden procesar mayores cantidades de fragmentos de información que los hombres, y se manifiesta en que puedan retener la información de mensajes donde se enlistan diferentes tipos de ventajas de un producto. Cuando se comunique con la mujer céntrese en los beneficios que el producto le entregará a la mujer, dejando un poco de lado los tecnicismos y las características.

HAGA DE LA COMPRA UNA EXPERIENCIA SENSORIAL COMPLEJA: Mientras que a las mujeres les gusta la búsqueda, a los hombres les gusta llegar al blanco. Una gran parte de los hombres encuentra tedioso maniobrar por todo el centro comercial. Las tiendas atraen a los hombres con una presentación del tipo entrada-fácil y salida-fácil, mientras que también atraen a las mujeres en su anhelo de una compleja experiencia sensorial basada en la comunicación, la experiencia y los detalles- Sáquele el máximo provecho al merchandising visual y al merchandising de seducción para transformar su compra en una experiencia inolvidable.

CORROBORE LA CANTIDAD DE MUJERES QUE INTEGRAN LOS DEPARTAMENTOS CREATIVOS DE LAS AGENCIAS DE PUBLICIDAD: Si desea contratar los servicios de una agencia de publicidad chequee la cantidad de mujeres que participarán en la creación de su publicidad. Es más eficaz que quienes establezcan la comunicación de las marcas hacia las mujeres, piensen y sientan como ellas. Uno de los principales motivos de la torpe comunicación es que los equipos creativos de las agencias de publicidad están formados en su gran mayoría por hombres. Este es claramente un error, ya que las mujeres deben participar en la concepción de la publicidad.

REFORMULE SU ESTRATEGIA: Si usted quiere conquistar el mercado femenino, debe situar a la mujer en el centro de su estrategia de marketing. Hasta hace algunos años, el hombre era quien generaba la mayor parte de los ingresos y por lo tanto era quien tomaba el grueso de las decisiones de compra, por lo que las campañas de ventas se diseñaban y realizaban pensando en ellos. En la actualidad muchas marcas aún persisten diseñando campañas hibridas aplicando un marketing neutro sin tener en cuenta las diferencias que existen entre ambos sexos. Para ello hay que asimilar como conectar con la mujer y comunicarse con su lenguaje, replanteándose todas las estrategias empleadas hasta el momento.

ESTABLEZCA UN FEEDBACK PERMANENTE: Transforme a la mujer en su mejor aliada estableciendo mecanismos para recoger opiniones e impresiones acerca de mejoras en el diseño del producto, en el servicio, en la creación de mensajes publicitarios y en todos aquellos elementos que impactan en su satisfacción. Debe convertir a la mujer en la principal socia de su estrategia de marketing mediante una conexión permanente.
 
 
 
FONTE: PUROMARKETING

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

POST 1894: Los 10 mandamientos del buen Community Manager

El mundo del Marketing y la Comunicación ha evolucionado en muy poco tiempo gracias a Internet y las Redes Sociales. La profesión del Community Manager es relativamente nueva y todavía no existen unas reglas o pautas universales para desempeñar un trabajo perfecto. En mi opinión, la mejor manera de aprender y mejorar es a través de la experiencia y a base de “prueba-error” pero aun así he podido redactar 10 consejos básicos que hay que tener en cuenta a la hora de desempeñar la labor de un buen Community Manager:
 


1. Amarás las redes sociales y el marketing sobre todas las cosas

Un buen Community Manager es un apasionado de Internet y las Nuevas Tecnologías. Siempre está conectado con su móvil Android (o su Iphone) para revisar a diario su selección de RSS de Marketing y Comunicación o su TimeLine en Twitter. No pierde detalle de las últimas Redes Sociales que están de moda (Pinterest, The Fancy, Pose…). Y su vida sin nuevos proyectos no tiene sentido.


2. No tomarás las críticas como algo personal

Paciencia, paciencia y más paciencia. Sabemos que los usuarios en Internet son muy directos y sinceros y, a veces, tienen mucha mala leche pero, un buen Community Manager debe saber mantener la compostura y ser objetivo. Si quieres trabajar como CM, aprende a contar hasta 10… o hasta 100

3. Alabarás a los influenciadores y prescriptores de tu comunidad

En esta vida hay que ser agradecido y, por eso, no pierdas de vista a todos los usuarios que hablan bien de tu marca, que participan activamente en tus comunidades y que siempre están pendientes de tus posts. Haz una promoción para premiar al mejor fan pero, eso sí, no te olvides del resto de “fans” porque también son muy valiosos.


4. Honrarás a tu empresa en Internet y Redes Sociales

Tienes que ser un “evangelizador” de tu empresa, es decir, predica con el ejemplo. Si tú no eres capaz de confiar en tu empresa, no serás capaz de transmitir confianza a tus clientes o clientes potenciales.


5. No realizarás acciones sin planificar y analizar ¡Mide, mide y mide!

¿De qué sirve crear una campaña en Facebook o un concurso en un Blog si después no sabes si has conseguido los objetivos propuestos? Al igual que en el Marketing Tradicional, en Redes Sociales e Internet también hay que planificar, hacer seguimiento, medir y comprobar que todas las acciones han ayudado a conseguir tus metas.


6. No entrarás en polémicas ni discusiones

Un buen consejo es no entrar en polémicas ni discusiones y siempre intentar aclarar los problemas de una manera amistosa y educada.


7. No robarás a la competencia. ¡Comparte el contenido citando la fuente!

Crear un post en un Blog, un tweet o una publicación en facebook requiere tiempo y dedicación. A nadie le gusta que se apropien de su trabajo, por eso, si compartes contenido de otros usuarios cítalos siempre.

8. No mentirás ni esconderás información a tus usuarios

La sinceridad siempre por delante. Si no sabes algo, pregunta antes de contestar e intenta no esconder información porque puede generar mucha desconfianza y puedes perder clientes.


9. No consentirás ni alimentarás los comentarios de los trolls

Sabemos que los trols existen en Internet y también sabemos que un usuario “anónimo” no tiene reparos en hacer comentarios muy dañinos… entonces, ¿qué hacemos para gestionar una crisis de reputación online?

Aunque mucha gente está en contra de borrar comentarios, si existe un comentario maleducado, insultante o despectivo recomiendo borrarlo e informar a los usuarios acerca de las “reglas de conducta” de nuestra comunidad (que habremos redactado al inicio de la puesta en marcha de nuestras cuentas en redes sociales) dejando claro que siempre estamos dispuestos al diálogo y a la comunicación dentro de unas normas.


10. No codiciarás las estrategias ajenas. ¡Sé creativo!

No hay que copiar, hay que hacer “Benchmarking”: Tomar “comparadores” o benchmarks a aquellos productos, servicios y procesos de trabajo que pertenezcan a organizaciones que evidencien las mejores prácticas sobre el área de interés, con el propósito de transferir el conocimiento de las mejores prácticas y su aplicación. (Vía Wikipedia)

Estos son los 10 consejos que recomiendo como Social Media Manager pero, como en toda profesión, cada maestrillo tiene su librillo.

 
 
 
FONTE: PUROMARKETING

POST 1890: NÃO EXECUTE SEUS NEGÓCIOS BASEANDO-SE NO "PRINCÍPIO DO PEIXE-DOURADO". Por Don Peppers

Por Don Peppers

Certas espécies de peixes tropicais não tem nenhuma memória de território. Talvez esta característica exista porque as espécies habitam o mar aberto, onde território não é algo importante, mas o fato é que não importa onde esses peixes nadem, eles nunca reconhecem se já nadaram ali antes. Nós podemos imaginar o peixe-dourado nadando por um aquário sem nunca ficar aborrecido, porque para ele há sempre algo novo e interessante para ver.
 
Muitos negócios ainda operam como o princípio do peixe-dourado quando lidam com clientes. Tais negócios evoluíram da era do marketing de massa, antes dos computadores tornarem possível lembrar-se dos clientes individualmente. Infelizmente, alguns não evoluíram tanto desde aquela época. Quando você se cadastra em uma promoção em sua companhia aérea, ou em uma locadora de carros, por exemplo, você ainda recebe um e-mail pedindo que se lembre de fazer a inscrição. É uma empresa operando no princípio do peixe-dourado. Ou quando você vai ao website de seu cartão de crédito e agenda o pagamento alguns dias antes da data de vencimento, mas eles ainda enviam um e-mail lembrando que a data de vencimento está próxima. Este também é o princípio do peixe-dourado.
 
Um colega conta uma história hilária sobre o princípio do peixe-dourado na prática. Em uma viagem de negócios, ele reservou a estada de três dias em um hotel, e antes de ir para a cama na primeira noite, ele ligou para a recepção para pedir que ligassem pela manhã para acordá-lo. A recepcionista muito simpática disse que como um hóspede de negócios, ele teria direito a uma “oferta especial”. Ele aceitaria um café complementar e um jornal em seu quarto, 5 minutos após a ligação para acordá-lo? Meu colega disse que preferia chá, se não tivesse problema. Sem problema, disse a recepcionista, e ele gostaria de receber o New York Times ou o jornal local? Bem, ele perguntou, poderia receber o Wall Street Journal? Claro, ela disse.
 
Na manhã seguinte tudo correu bem, como solicitado. Na segunda noite, meu colega ligou novamente na recepção para receber a ligação que o despertaria, e a recepcionista alegremente disse (de novo) que como um hóspede de negócios ele teria direito a uma “oferta especial.” Gostaria de um café complementar e um jornal em seu quarto, 5 minutos após a ligação? Sim mas chá e não café, por favor. Sem problema, veio a resposta, e gostaria do New York Times ou do jornal local? Na terceira noite foi a mesma história. Então, ao final de sua estada, você acha que o hotel fez o hóspede sentir-se “especial”?
 
Com a tecnologia de informação dos tempos atuais não há absolutamente nenhuma desculpa para operar no princípio do peixe-dourado. Na verdade, é pior do que fazer nada, porque demonstra um nível de incompetência que destrói a confiança do cliente com o negócio. O hotel queria simplesmente melhorar a satisfação e fidelidade, mas provavelmente diminuiu a satisfação. Enquanto você agendar um pagamento do cartão de crédito antes do vencimento, e a empresa continuar a lembrá-lo que o vencimento está próximo, você vai se pegar checando novamente se o pagamento está realmente agendado ou não.
 
Algumas semanas atrás eu paguei em duplicidade uma conta de cartão de crédito dessa maneira. Não muito tempo depois de ter que ligar para a locadora de carros para confirmar que eu já estava inscrito na promoção que eles me enviaram novamente por e-mail.
 
Operar no princípio do peixe-dourado hoje não comunica apenas que você não é competente o bastante para gerir uma empresa, na verdade transmite que você não se importa o bastante com os clientes, nem para tentar ser competente. Não faça isso.
 
 
FONTE: BLOG 1TO1

POST 1889: AS 5 PERGUNTAS ENCORAJADORAS DE PETER DRUCKER

 
Já li dezenas de livros sobre empreendedorismo nestes últimos dez anos. Muitos eu recomendo para os alunos, outros eu utilizo como base das minhas aulas, palestras e treinamentos, outros eu simplesmente ignoro embora seja possível extrair algo de bom de cada um deles.
 
Livros são assim mesmo, alguns são modismos, outros são escritos sob determinados contextos, mas, não se aplicam ao contexto da sua empresa ou da sua necessidade, entretanto, tira-se um pouco daqui, outro dali, e assim vai se formando a base do conhecimento. O importante é ter discernimento para extrair o que vale a pena ser aplicado em cada situação.
 
 
De tanto ler e recomendar acabei escrevendo os meus próprios livros – Manual do Empreendedor e Empreendedorismo para Jovens -, ambos editados pela Atlas, com base na minha experiência profissional com empreendedores de pequeno, médio e grande porte. São livros que eu gostaria de ter lido antes dos trinta anos para enriquecer ainda mais o assunto.
 
O fato é que, como eu sempre digo e repito, não existe fórmula infalível para o sucesso nos negócios. Veja o exemplo do Monitor Company Group LP, empresa de consultoria fundada por Michael Porter, o papa da estratégia mundial, em 1983, a qual entrou com um pedido de falência na Corte de Falências dos Estados Unidos, no Estado de Delaware.
É um caso digno de estudo: se o próprio Porter, um dos gurus mais respeitados no meio acadêmico, não conseguiu fazer valer as suas próprias recomendações, que chances eu tenho? Bem, dizer o que fazer é uma coisa, fazer é outra, mas, isso não tira os méritos dele considerando que milhares de empresas prosperaram ao redor do mundo utilizando-se dos seus conceitos.
 
Infelizmente, ou felizmente, em negócios, tudo depende. Do que? Do momento, das circunstâncias, dos seus modelos mentais, do posicionamento correto e do valor agregado dos seus produtos e serviços, da sua capacidade de investimento, da sua persistência, do seu modelo de gestão, do seu estilo de liderança, das pessoas que você contrata e assim por diante.
 
Dessa forma, como empreendedor, é necessário pensar nas questões mais simples que impulsionam qualquer negócio onde quer você queira fazê-lo. Isso é o básico, recomendado por Peter Drucker, guru da administração moderna, em seu clássico Inovação e Espírito Empreendedor.
 
Ainda que você diga que sabe, a maioria dos empreendedores não consegue responder claramente a essas questões. A simplicidade de cada uma vai fazê-lo repensar qualquer suposição a respeito do seu negócio, da sua equipe e do seu próprio modelo de gestão. Vejamos:
 
Qual é a sua missão? Em primeiro lugar, por que você quer abrir esse tipo de negócio? Tem algo a ver com o que você realmente gosta de fazer? O que você está tentando realizar para seu cliente? É algo que você está disposto a conduzir pelo resto da vida?
 
Quem é o seu cliente? Que tipo de pessoa você está tentando satisfazer com seus produtos ou serviços? Essa necessidade existe de fato? É um nicho capaz de formar um novo público?
 
O que o seu cliente valoriza? O que você faz bem melhor do que os outros e está preparado para oferecer a seus clientes? Você sabe vender arroz, feijão e pão de forma diferenciada, a ponto de fidelizar os clientes para que comprem, regularmente, no seu ponto de venda?
 
Que resultados você está tentando alcançar? Como você mede o sucesso? É um negócio que vai ajuda-lo a sobreviver depois de aposentado ou é algo que pode fazer a diferença na vida das pessoas?
 
Qual é o seu plano? Como você imagina conquistar o respeito dos clientes e atingir os resultados que são mais importantes para consolidar o negócio? Na balança dos prós e dos contras, o que pesa mais?
 
A maioria dos empreendedores começa um negócio sem a reflexão necessária para isso. Na prática, a combinação entre o espírito empreendedor e a necessidade de inovar para sobreviver é o que define o seu perfil de atuação no mercado. Ter uma grande ideia não significa ter sucesso. Colocá-la em prática e trabalhar de maneira consistente para sua execução é a melhor ideia.
 
Como eu já mencionei em outro artigo, em termos de gestão, pouca coisa mudou nos últimos cinquenta anos. Fluxo de caixa, orçamento, planejamento estratégico, balanço financeiro, matriz SWOT, mapeamento de processos, estratégia de vendas, entre outros, são ferramentas aplicáveis a qualquer negócio e tornam-se eficientes na medida em que são levadas a sério.
 
Contudo, como diria Peter Drucker, "Empreendedores procuram por mudanças, portanto, olhe para cada janela e pergunte a si mesmo: isso poderia ser uma oportunidade? Não perca algo somente porque não faz parte de seu planejamento. O inesperado é frequentemente a melhor fonte de inovação".
 
Por fim, além de responder as questões acima, lembre-se de que, atualmente, não é necessário sofrer tanto. Existem artigos, cursos, empresas de consultoria, livros e modelos de planos de negócios disponíveis aos milhares na Internet, no Sebrae e nas escolas. Ninguém faz nada sozinho, portanto, não seja orgulhoso. O orgulho é, geralmente, um poderoso indicador de insucesso em qualquer parte do mundo.
 
Pense nisso, empreenda e seja feliz!
 
 
 
JERÔNIMO MENDES
Administrador, Coach, Professor Universitário e Palestrante, apaixonado por Empreendedorismo. Mestre em Organizações e Desenvolvimento Local pela UNIFAE.

domingo, 2 de dezembro de 2012

POST 1888: ENTENDA ESSE PÍFIO CRESCIMENTO DO PIB. Por Stephen Kanitz

Dilma está preocupada e convocando economistas para entender porque o Brasil não cresce além do crescimento populacional. Um fiasco e tanto.

Ela usou todos os conhecimentos da ciência econômica: estímulos fiscais, redução de juros, PAC, bolsa família e bolsa consumo, empréstimos políticos via BNDES a juros de amigo, e nada.

Guido Mantega, outro economista no governo, além de não ter previsto o fracasso, diz que "nós economistas não sabemos ainda o que aconteceu". Assustador.

DIlma anda perguntando como aumentar os "espíritos animais dos empresários" e como "tirá-los do armário", uma falta de tato mercadológico ainda mais assustador.

Eliana Cardoso, economista do MIT, faz uma importante mea culpa no o Estadão de 28/11/2012.

"Nós economistas pulamos da fase teocrática para a caótica, o que explica tantas falhas no entendimento do nosso desenvolvimento". Parabens Eliana.

Finalmente, diz Eliana, poucos economistas ainda acreditam em Caio Prado Jr. em Formação do Brasil Contemporâneo, e Celso Furtado em Formação Econômica do Brasil, adotados por 40 anos nas melhores escolas.

"Também desacreditada fica a hipótese de uma produção para a exportação", grande bandeira dos economistas da Cepal.

E agora vem a nova descoberta de Eliana.

"O desenvolvimento da economia depende dos empresários inovadores".



Não acertam uma. Eliana mostra o seu total desconhecimento do Brasil administrativo, mais "uma falha de entendimento".

Robert Coase, que se intitula "Prêmio Nobel De Economia", escreve um poderoso artigo
Precisamos Salvar a Economia dos Economistas, que todo economista deveria ler.

Tese que este blog vem defendendo há 40 anos e aceito de bom gardo o apoio de um Robert Coase. Obrigado, poderia ter me apoiado antes.

Nunca tivemos no Brasil empresários inovadores, Eliana, e não foram eles que fizeram o país crescer.

Nossos empresários foram copiadores.

Copiavam inovações que deram certo nos Estados Unidos e introduziram estas inovações no Brasil.

Roberto Marinho introduziu "television", Abílio Diniz o "supermarket", Walter Moreira Salles, o "retail banking", Roberto Young "franchising", Bob's introduziu o "fast food", sem falar da "internet", "email", "blog", "leasing", "credit card", etc..

No Brasil, esta teoria de "empresários inovadores" é furada. Basta ver as nossas patentes.

O que é triste, Dilma, Eliana, e jornalistas como Celso Ming, estão na realidade copiando teorias econômicas de Shumpeter e Coase, e não pesquisando a realidade brasileira.

Mais uma categoria de "copiadores", como nossos empresários.

E nem copiar direito souberam.

Muitos dos nossos setores foram copiados muito mais tarde do que deveriam, outros vieram muitos antes.

A Revista Veja amargou prejuízos por 11 anos seguidos, colocando a própria Abril em risco.

Por outro lado, a edição Melhores e Maiores, cujo lucro foi imediato, e que manteve a revista Exame por 11 anos no equilíbrio, mostra que deveria ter sido introduzido muito antes, mas não foi.

Estes senhores supriram é "capital", não inovação, capital muitas vezes de amigos no BNDES ou Banco do Brasil, a juros subsidiados.

Assim até eu.

Portanto estes "empresários" brasileiros não foram assim tão necessários, não inovaram, simplesmente copiaram e supriram capital.

Quem fez estas empresas crescer foram seus administradores que implantaram as suas ideias, copiadas.

Tanto é que nos Estados Unidos, Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zukerman não eram "empresários" e sim alunos e sem capital.

As próprias Universidades os estimulavam a criarem empresas, quando aqui estimulam os alunos a nunca trabalhar numa empresa e sim ter um emprego público.

O Brasil não cresce, porque está nas mãos de pessoas que confessadamente não entendem nada deste Brasil.

Não foi a "visão" de Abílio Diniz, Walter Salles, que fez suas empresas crescerem. Foram os executivos destas empresas.

Quer saber como fazer o Brasil crescer ?

Basta seguir o conselho de Eliana Cardoso, Robert Coase, e tantos outros.

Precisamos salvar a economia brasileira dos economistas.

Agora não sou eu somente que digo isto. Até que enfim.
 
 
 
Texto de Stephen Kanitz
Administrador, Conferencista e Escritor.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

POST 1808: 8 COISAS QUE VOCÊ PRECISA ENTENDER SOBRE PESSOAS PARA LIDERAR EQUIPES

Saber administrar pessoas é o grande segredo para o exercício de uma liderança eficiente e respeitada.

Você é um gerente financeiro de uma companhia? É o vice-presidente de operações? Ou quem sabe o diretor de desenvolvimento? Não importa. No fundo, você é um gestor de pessoas. Independentemente da indústria, da empresa, ou mesmo do título do cargo, todos os gerentes são gestores de pessoas, toda gestão é uma gestão de gente.
"No primeiro instante em que um profissional se torna gerente, deixa para trás o papel de 'contribuinte individual', no qual ainda era avaliado pelo seu próprio desempenho. Competente, assume a nova função e, de uma hora para outra, passa a ser responsável por muito mais do que imaginou alguma vez produzir por conta própria. Nesse momento, sua responsabilidade passa a ser sobre toda a produção de sua equipe", comenta Pablo Aversa, sócio da Alliance Coaching.
 
Para o especialista em carreiras, o profissional que é responsável pelos resultados de um grupo de pessoas precisa saber algumas coisas importantes sobre gente:
 

Pessoas são indivíduos

Independentemente das generalizações que virão a seguir, é importante lembrar-se de que não existem duas pessoas iguais. Elas têm sonhos individuais e preocupações individuais. Suas mentes funcionam de forma diferente. Ouvem e enxergam de forma diferente. E, principalmente, são motivadas por coisas diferentes.

Pessoas são imprevisíveis

Ficam com raiva. Ficam preocupadas. Algumas vezes choram, ou gritam, ou se isolam (e ainda fazem beicinho). Não importa o quanto já tenha trabalhado com gente, você nunca vai estar completamente seguro de como vão reagir.

Pessoas são egoístas

Pessoas cuidam de si mesmas. Sabem que ninguém, nem mesmo o esposo ou a esposa, está tão preocupado com seu bem-estar quanto elas mesmas. Podem até não saber qual é a melhor forma de conquistá-lo, mas sabem muito bem o que consideram ser o melhor para elas e correm com afinco atrás disso. Algumas são melhores que outras nesse aspecto, mas pode ter certeza: todas desejam esse bem-estar.

Pessoas são generosas

Se as pessoas são egoístas, como então também podem ser generosas? Veja, são generosas porque, mesmo quando cuidam de si, trabalham de forma colaborativa para ajudar os demais a chegar lá. Elas vão correr atrás primeiro daquilo que consideram sua fatia justa, mas, tão logo conquistem seu quinhão, vão cuidar dos demais.

Pessoas são volúveis

O que funcionou na semana passada, ou mesmo ontem, pode não funcionar hoje. A recompensa ou o desafio que motivou alguém anteriormente pode não mais funcionar, simplesmente porque algo mudou no universo dela.

Pessoas são medrosas

Algumas pessoas são mais medrosas que outras. Outras escondem isso melhor. Mas todo mundo tem medo de algo. Seja o medo de perder o emprego, de parecer tolo na frente dos demais ou de não alcançar a meta pela primeira vez em dez anos, não importa: todos nós temos medos. E até que você lide com os medos delas, as pessoas vão continuar a se focar naquilo que as preocupam, em vez daquilo que você quer que elas façam.

As pessoas são um barato

A somatória das individualidades acima é o que acaba fazendo com que as pessoas sejam interessantes. E mais: isso é o que faz com que elas sejam um barato. Como gestor de gente, você nunca terá um dia chato. Alguns dias serão melhores que outros. Alguns dias vão fazer você querer gritar e espernear. Mas, com certeza, nenhum dos seus dias vai ser chato. Agora, se você não curte gente, não se envolva com gestão, pois isso vai acabar sugando todo o prazer que, de alguma outra maneira, o seu dia poderia lhe proporcionar.

Gente quer ser liderada

Como gestor de gente, você deve ir além e ser líder de gente. Se você não liderar as pessoas, alguém vai. Pode ser outro funcionário do departamento (afinal, liderança é uma habilidade, não um atributo que vem com o cargo) ou pode ser um gerente de outra área. O ponto é que, com certeza, elas vão seguir alguém e alguém será o líder delas.
"Sempre procuro lembrar meus clientes que as pessoas não podem ser empurradas muito longe ou por muito tempo, mas certamente podem ser conduzidas por um longo caminho", afirma Aversa. Para ele, é trabalho do líder ficar à frente, compartilhando uma clara visão e conduzindo sua equipe ao longo da jornada.
Em suma, para ser um gerente, o profissional deve ser um gestor de pessoas. Cada uma delas é única, da mesma forma que o executivo que ocupa a gerência também é. Portanto, é necessário encontrar o que motiva cada um dos funcionários e o que os desencoraja; usar a singularidade deles para harmonizar as habilidades disponíveis e montar um time fora de série. Mais do que isso, é importante se posicionar à frente e liderar, ou seja, ser um gestor de gente.
 

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

POST 1798: O RECADO DAS EMPRESAS À GERAÇÃO Y: BOM MESMO É DAR RESULTADO

Empresas reforçam orientação comportamental aos jovens, para que o ego não seja maior que o desempenho.
 
Os jovens estão prontos para lutar? Em teoria sim, mas empresas querem quem prove isso na prática.
Nos últimos cinco anos, as empresas reforçaram a orientação comportamental nos programas de trainees. O objetivo é simples: ajustar as expectativas dos jovens da Geração Y às reais possibilidades das empresas e, sobretudo, ensinar o básico – não há almoço grátis no mundo dos negócios.
 
O que parte dos jovens só entende quando pendura um crachá é que seu diploma de primeira linha, seus cursos no exterior e sua visão mais ampla do mundo não são um passe livre para o sucesso. Devem ser ferramentas de trabalho para um fim: gerar o máximo de resultado para a empresa.
A Whiripool, dona das marcas Brastemp e Cônsul, é uma das empresas que se preocupam em conciliar as expectativas da jovem geração Y e a realidade do dia-a-dia. A empresa mantém um dos maiores programas de trainee do país. A cada ano, recebe cerca de 15.000 inscrições para preencher entre 25 e 30 vagas. A relação chega a 500 candidatos por vaga – nove vezes mais que o curso de Engenharia Civil da USP de São Carlos, o mais concorrido da Fuvest deste ano.
“Valorizamos os jovens diferenciados, mas esperamos deles resultados diferenciados também”, afirma Andrea Clemente, gerente geral de Recursos Humanos da Whirlpool. “Procuramos deixar claro que o potencial dos jovens tem de corresponder aos resultados que entregam, e lhes damos todo o suporte para isso.”
 
A hora do “chá”
Não há poção mágica para o sucesso, mas há um “chá”. A sigla é usada pelos especialistas em recursos humanos para definir três características de todo profissional: conhecimentos (aquilo que ele adquiriu na escola, em cursos e na vida), habilidades (a capacidade de colocar esse conhecimento em prática) e atitudes (a capacidade de saber quando usar seus conhecimentos e habilidades de modo construtivo).
Os rigorosos processos de seleção dos trainees avaliam bem o conhecimento e apenas uma parte das habilidades e atitudes. “É só no dia-a-dia, que os jovens vão mostrar se têm mesmo habilidades e atitudes para progredir”, afirma Celia Marcondes Ferraz, diretora de educação executiva da ESPM.
Compreender isso não é trivial para a Geração Y. “Em algum momento do programa de trainees, explicamos que eles são pessoas bem preparadas, mas sem vivência corporativa e que é agora que tudo começa”, diz Celia.
Segundo a professora da ESPM, explicar isso não era uma demanda das empresas há dez anos. A ênfase dos programas de trainees era o desenvolvimento de conhecimentos técnicos, como análise financeira e de mercado e técnicas de negociação. A situação mudou com a chegada da Geração Y. “Antes deles, conteúdos de postura pessoal na organização eram pouco pedidos pelas empresas”, afirma Celia.
 
Sem cafuné
É claro que as empresas reconhecem muitos méritos na Geração Y. Eles são sim bem preparados e podem usar seu senso crítico e sua inquietação para propor mudanças positivas. E é isso que a Fundação Getúlio Vargas procura lhes mostrar, nos programas de trainees e in company de que participa.
“Procuramos ajudar os jovens a canalizar sua energia para coisas produtivas”, afirma Carmen Migueles, professora da FGV in Company, a área da FGV para cursos sob demanda das empresas. O ponto principal, segundo Carmen, é incentivá-los a não desistir diante das dificuldades – a famosa resiliência. “Nem sempre as coisas são como queremos em uma empresa, por isso a resiliência é importante”, diz. “Isso significa compreender as dificuldades e se esforçar conscientemente.”
No fundo a sociedade e as empresas estão pagando o preço de adularem demais uma geração de jovens bem preparados. “Os processos duríssimos de seleção aumentam a vaidade dos jovens, que também são muito mimados em casa”, diz Celia, da FGV. O problema é que a mão invisível do mercado não costuma fazer cafuné em ninguém – seja em uma empresa, seja em um jovem bem preparado.
 
Opinião do blogueiro Albírio Gonçalves:
Texto que proporciona muitas reflexões interessantes para a Geração Y,… a X, a Z e todas as que convivem no mundo corporativo e nas selvas organizacionais.
Defendo a seguinte ideia: jovens são, por natureza, questionadores, ansiosos e autossuficientes. Ponto! Mas essa turma mais jovem que chega ou já está há algum tempo no mercado de trabalho, também tem muito a ensinar, pois são bem formados e cresceram em um mundo diferente, multimídia e de livre acesso às informações. E é isso que a turma dos sem cabelo ou de cabelos brancos (muitos ou poucos) precisa entender. Portanto, as gerações anteriores à Y precisam se abrir para o novo, bem como orientá-la, pois o segredo está na troca e no compartilhamento de ideias, conhecimentos e experiências.
E não é que o famoso “chá” continua atual. Em meus treinamentos e palestras, assim como em meus projetos de consultoria, defendo e apresento em detalhes o “CAR“, grande parceiro do “chá”. Ou seja, as nossas “C“ompetências precisam produzir as “A“ções necessárias para gerar os “R“esultados esperados ou superiores. Opa! Mais uma vez, olha ele aqui sendo o principal produto esperado, o resultado!
Definitivamente, o mundo corporativo não é fácil, nem é um grande playground como pensam alguns jovens entrantes, mas tem as suas compensações e prazeres, principalmente, para os mais adaptáveis, que estão sempre dispostos a aprender e entregam resultado… muito resultado!
 
FONTE: EXAME.com
Por Márcio Juliboni editor de Negócio.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

POST 1791: 4 LIÇÕES DE EMPRESAS MILENARES

Se empresas centenárias já são uma grande referência e inspiração a qualquer empreendedor, o que dizer do seletíssimo grupo das companhias que foram capazes de ultrapassar os mil anos de vida?

Se empresas centenárias já são uma grande referência e inspiração a qualquer empreendedor, o que dizer do seletíssimo grupo das companhias que foram capazes de ultrapassar os mil anos de vida? Elas trazem lições inesperadas e até mesmo contrárias ao senso comum, questionando certas verdades absolutas do mundo corporativo. Vejamos alguns conselhos dessas avós.

Construa negócios como filhos, não como investimentos

Fusões e aquisições, tão comuns hoje em dia, passam longe dos planos das empresas milenares. O objetivo é manter os negócios dentro da família, como se esforça em fazer o hotel japonês Nisiyama Onsen Keiunkan, fundado em 705 d.C e atualmente administrado pela 52ª geração de descendentes. Essa atitude exige mais dedicação dos gestores, que se preocupam em criar negócios bons o bastante para sustentar os filhos e netos e não somente "repassar o ponto".
hotel
Hotel Nisiyama Onsen Keiunkan (imagem: divulgação)

Flexibilidade: se o mercado chora, venda lenços

Se todos os negócios evoluem sobre instantes de expansão e recessão, é importante saber que sempre há uma nova oportunidade escondida no momento de crise. Com base nesse princípio a construtora japonesa Kongo Gumi, fundada em 578 d.C, deixou a construção de templos budistas para se dedicar à fabricação de caixões funerários, ao longo da segunda guerra mundial. Uma solução que, apesar de mórbida, garantiu a sobrevivência da companhia num período sem qualquer demanda pelos seus serviços.

Venda produtos culturalmente imprescindíveis

O investidor americano Warren Buffett mantém uma regra bastante coerente, como ele só faz investimentos de longo prazo, também só compra ações de empresas cujos produtos serão sempre imprescindíveis, como lâminas de barbear, refrigerantes ou ferrovias. A mesma receita é adotada pelas empresas milenares, que apostam em artigos religiosos, hotelaria ou mesmo vinicultura. Este último é o caso da alemã Staffelter Hof. Fundada em 862 d.C, ela é a vinícola mais antiga do mundo. Já são 1.150 anos vendendo um produto que, por questões culturais, sempre terá um mercado convicto: o de vinhos.

Longevidade exige moderação

O fanatismo pelo crescimento acelerado ou a superexposição publicitária não fazem parte da estratégia das companhias milenares. Entre elas a ordem é algo como "faça o seu trabalho da melhor forma possível, e isso basta". A ideia é que forçar situações significa tirá-las da condição de harmonia – do seu fluxo natural, como já conversamos no artigo "5 lições do aikido" – prejudicando a evolução dos negócios no longo prazo. Um princípio tipicamente oriental que se verifica no hotel japonês Nisiyama Onsen Keiunkan, com seus 35 quartos, 50 funcionários e nenhuma expectativa de ampliar ou diversificar os negócios, apesar da lotação constante.


FONTE: Administradores
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