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terça-feira, 17 de abril de 2012

POST 1502: AFINAL, O QUE É UMA STARTUP?

Afinal, o que é uma startup?
Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups
São Paulo - Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da Internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto-com o termo "startup" começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, "startup" sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.


O que os investidores chamam de startup?
Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos:

- Um cenário de incerteza significa que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo - ou ao menos se provarem sustentáveis.

- O modelo de negócios é como a startup gera valor - ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca - e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador - e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

- Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view - o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida.

- Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.

 
Os passos seguintes É justamente por esse ambiente de incerteza (até que o modelo seja encontrado) que tanto se fala em investimento para startups - sem capital de risco, é muito difícil persistir na busca pelo modelo de negócios enquanto não existe receita. Após a comprovação de que ele existe e a receita começar a crescer, provavelmente será necessária uma nova leva de investimento para essa startup se tornar uma empresa sustentável. Quando se torna escalável, a startup deixa de existir e dá lugar a uma empresa altamente lucrativa. Caso contrário, ela precisa se reinventar - ou enfrenta a ameaça de morrer prematuramente.

Startups são somente empresas de internet? Não necessariamente. Elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou biotecnologia, por exemplo, e a web torna a expansão do negócio bem mais fácil, rápida e barata - além da venda ser repetível. Mesmo assim, um grupo de pesquisadores com uma patente inovadora pode também ser uma startup - desde que ela comprove um negócio repetível e escalável.


 
O que é uma startup?Yuri Gitahy
É investidor-anjo, conselheiro de empresas de tecnologia e fundador da Aceleradora, que apoia startups com gestão e capital semente



FONTE: EXAME

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

POST 1116: OS 7 PECADOS CAPITAIS DO EMPREENDEDORISMO

Ouça este post ou faça download do áudio.

Baseado no tema da palestra de um dos meus clientes, Pedro Mello, que fala sobre os 7 pecados capitais do franchising, resolvi fazer uma brincadeira, levando esse tema dos “pecados capitais” para o empreendedorismo. Existem dois tipos de pecados segundo o catolicismo: aqueles que são perdoáveis e aqueles capitais, merecedores de condenação. Aqui, trataremos dos sete pecados capitais, os vícios que todo o empreendedor é tentado a possuir para corromper a si mesmo e a sua empresa. Preste muita atenção em como eles surgem e como podem te dominar.

1. GULA Você quer que a sua empresa cresça acima de tudo e para isso contrata uma equipe de vendedores que põe cliente para dentro da empresa de todo o jeito. Você vê o seu fluxo de caixa crescendo sem parar e adora ver isso! No entanto, você não consegue entregar o que foi prometido e vê seu negócio sucumbir às propagandas negativas, no boca a boca e aos processos que são abertos contra você. Em um momento, você parecia estar lá no alto, mas no outro, devido a sua gula de querer mais e mais, você morre engasgado.
2. AVAREZA “Esse produto é muito caro! Esse serviço é muito caro! Contratar um funcionário é muito caro! Esses impostos são um absurdo!” frases assim, são ditas da boca do avarento que deseja tudo para si e se incomoda em compartilhar a sua riqueza. Ele não quer pagar salário bom para seus funcionários, mas quer que eles deem o sangue pela empresa. Não quer pagar impostos, mas quer que os políticos parem de roubar e o governo conserte os buracos da rua da sua casa. O avarento é um incoerente completo, pois não valoriza e quer ser valorizado. Não dá para uma empresa crescer com alguém como ele no comando.
3. LUXÚRIA Lembro-me daquele desenho do Pica Pau em que um tabelião de cartório dizia “Mulheres, automóvel. Mulheres, iate. Mulheres, mansões.”. Infelizmente conheço empreendedores, que liquidam a empresa mês após mês para satisfazer os seus desejos pessoais. Preferem ficar presos dentro das quatro paredes da empresa, fazendo o trabalho que poderiam delegar apenas para pagar as prestações do carro ou as viagens ao exterior. Isso não é ser empresário. Ser empresário é como ser um Cavaleiro Jedi, que leva paz e prosperidade aos quatro cantos da galáxia.
4. IRA Empreendedor também tem suas “raivinhas”. Alguns deles se metem a criar suas empresas só para ferrar a vida do outro. Seus olhares sempre estão para fora, imaginando como os outros irão passar a perna no seu negócio e ele passar a perna nos outros. Enquanto o empreendedor se comportar assim, sua empresa cresce sem as bases sólidas e sucumbe rapidamente a energia do mercado, nascente de boas empresas que nascem para fazer o bem. Deixe o seu concorrente lá fazendo o dele e preocupado contigo. Enquanto ele perde o tempo dele com seus “probleminhas”, você cuida da sua casa para abrigar cada vez mais gente.
5. INVEJA Tem gente que até xinga o outro, só porque esse outro teve mais senso de oportunidade. Um caso típico de quem não quer assumir os próprios erros. O camarada olha que o concorrente está fazendo dinheiro e, ao invés de criar uma solução mais inteligente que a do concorrente para o seu mercado, perde tempo invejando e copiando o modelo dele para aplicar na sua empresa. Isso dará certo? É claro que não. Enquanto olharmos para fora, ocupando a nossa mente empreendedora com bobagens, não nos desenvolveremos como empresários dentro do nosso próprio negócio. Invejinha não tá com nada!
6. PREGUIÇA Eu acho que nem precisava comentar esse pecado, tendo em vista que o nome deste blog é “Insistimento”. Mas vou comentar para dar mais ênfase ao que já falamos por aqui há mais de três anos. Se você é preguiçoso e passa o tempo em frente a televisão, desista. Isso mesmo desista. Empreendedorismo não é para quem gosta de ficar na cama depois de acordar ou deitar bem antes de dormir. Empreendedorismo é para quem tem pique. É para quem não tem barriga de chopp. É para quem não tem a bunda mole. Empreendedorismo é para quem gosta de acordar cedo, tomar um banho e meter as caras. É para quem gosta de falar e escutar reclamação do cliente e vender. Empreendedorismo é comer rápido para voltar a trabalhar. Me aponte um empreendedor, que não tenha mais preocupações do que quando era empregado, que eu te direi que ele não é empreendedor. Chute a preguiça e levante da cama já se quiser empreender.
7. VAIDADE Hummm… Tem gente que se acha! A pessoa cria uma startup, consegue bons cliente, a faz dar dinheiro e logo ela senta no trono que construiu sobre as nuvens e passa a olhar os reles humanos cá embaixo. Trata seus clientes como meros números apontados no balancete e incorpora políticas que não ajudam seus clientes a crescer. Essas pessoas afirmam todos os dias em frente ao espelho que são melhores que os outros e que são imbatíveis até que… Até que você já sabe né? Quanto maior a ilusão maior o tombo. Encare tudo como um exercício para a sua personalidade. O dinheiro dá uma falsa sensação de conforto que nos ilude. Portanto, sem dinheiro ou com dinheiro, seja o mesmo. Continue o mesmo dentro de você e prossiga exercitando seu ego tolo, segurando os seus cavalos bem firme. Só assim você consegue tornar-se realmente um empreendedor.
Meu recado de hoje é: Deseje menos, sonhe mais. Olhe para dentro e não para trás. Mova-se para frente, sempre um dia a mais. E concentre todas as suas forças, para ser mais do mesmo que você já é.

Texto de Marcos Rezende, e retirado de INSISTIMENTO

terça-feira, 15 de novembro de 2011

POST 1036: SEGMENTAÇÃO DE MERCADO. Por Darlei Simioni

CONCEITO DE SEGMENTAÇÃO

Mercados não são homogêneos porque refletem as diferenças existentes na população. As diferenças mais evidentes como renda, faixa etária e sexo, por exemplo, dão uma idéia de suas possibilidades de variação.
Mesmo em condições sócio-econômicas bastante homogêneas observa-se diferenças nos padrões de comportamento com base em características de natureza psicológica e comportamental.
Em consequência, essas diferenças se refletem no padrão de consumo das pessoas. Pode-se dizer que as necessidades, embora semelhantes (fisiológicas, de segurança, de afeto, de status e de auto-realização [segundo Maslow] são satisfeitas de maneiras diferentes através dos desejos e das limitações impostas pelo poder de compra.
Segmentar o mercado então é uma maneira de identificar e dividir o mercado em subgrupos distintos, caracterizados por necessidades, desejos e gostos particulares relativamente homogêneos, de modo a permitir uma abordagem mais adequada e uma maior adequação de produtos, serviços, comunicação etc. a esses grupos de pessoas.
A segmentação de mercado pressupõe uma estratégia dirigida a ganhar uma parcela de vendas significativa dentro de um subgrupo em uma categoria, ao invés de se buscar uma participação mais limitada de compras por usuários de todas as categorias.
Targeting Denomina-se por Targeting o uso de da segmentação de mercado para selecionar e acessar um grupo chave de compradores em potencial.

ESTRATÉGIAS DE SEGMENTAÇÃO

Estratégias de segmentação são abordagens específicas de marketing disponíveis para uma empresa em relação ao segmento ou segmentos que ela pretende alcançar; quatro estratégias específicas de segmentação estão disponíveis: expansão de segmentos de mercado; concentrada; expansão da linha de produtos e diferenciada.
·                     Estratégia de Expansão de Segmentos de Mercado. Nessa abordagem, a empresa direciona um produto para vários segmentos do mercado, desse modo expandindo o mercado para seus produtos.

POST 1031: OBSERVAÇÃO. Por Darlei Simioni

A observação é o instrumento básico de coleta de dados em todas as ciências, sendo importante para a construção de qualquer conhecimento.
Segundo Lakatos e Marconi (2002, p.87), na observação direta intensiva temos a observação e a entrevista.
As modalidades de observação que são empregadas na investigação científica são a observação assistemática, a observação sistemática, a participante, a não-participante, a individual, em equipe, na vida real e em laboratório, que variam de acordo com as circunstâncias.
A observação assistemática ou não estruturada, denominada também como espontânea, informal, simples, ocasional e acidental pelo fato de que o conhecimento ser obtido através de uma experiência casual, sem que se tenha determinado de antemão quais os aspectos relevantes a serem observados e que meios utilizar para observa-los. Para Gresseler (2003, p. 174), a observação assistemática é realizada como estágio inicial para estudos de casos ou como prévio levantamento de fatos, ocorrências e objetos que aparecem num contexto natural, não preparado pelo observador, mas selecionado previamente, embora não forneça dados definidos, é de grande utilidade para levantamento de hipóteses para posteriores pesquisas.
A observação sistemática designada também como estruturada, planejada controlada, o observador sabe o que procura e o que necessita de importância em determinada situação. Para Marconi e Lakatos (2003, p. 193) e Thums (2003, p. 155), neste tipo de observação há um planejamento de ações, sendo uma observação direcionada, ao inverso da assistemática. Quadros, anotações, escalas, dispositivos mecânicos são alguns dos instrumentos que podem ser utilizados nessa observação.
A observação participante consiste na participação real e ativa do pesquisador como membro do grupo, trabalha junto com o grupo e participa das atividades normais deste.
Já na não participante, o pesquisador toma contato com a comunidade, grupo ou realidade estudada, mas sem integrar-se a ela, permanecendo fora, presencia o fato, mas não participa dele.
A observação individual é a modalidade que requer a presença de apenas um pesquisador, a observação em equipe possibilita que o grupo observe a ocorrência por vários ângulos e surge a oportunidade de confrontar os dados coletados. As realizadas em equipes são mais ricas em detalhes e chegam mais perto da realidade, devendo todas serem tratadas estatisticamente para que se possa avaliar a validade.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

TIPOS DE CLIENTES!



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terça-feira, 14 de junho de 2011

O QUE É SEGMENTAÇÃO DE MERCADO


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