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domingo, 2 de dezembro de 2012

POST 1887: LORDE CAOS E MESTRE ORDEM. Por Marcelão

Pessoal, no universo de quadrinhos da Marvel existem as chamadas entidades cósmicas, entre elas estão duas entidades que devem estar sempre em equilibrio. São o Lorde Caos e o Mestre Ordem. Sempre que acontece um evento de proporções cósmicas que afetam o equilíbrio entre o Caos e a Ordem, elas se valem de outras entidades que interferem nesses eventos a fim de manter esse equilíbrio no nível cósmico.


Esse equilíbrio é mantido no nível cósmico, mas no nível micro, esse equilíbrio pende para o lado do Caos e outras vezes pende para o lado da ordem dependendo muito do momento e do ambiente do Micro-cosmo em análise, mas no final o cosmos deve ficar em equilíbrio.


Você deve estar se perguntando: O que isso tem a ver com gestão? Tem tudo a ver, pois o trabalho da gestão é um equilibrio constante entre mudança e continuidade e mudança. Eles são o Lorde Caos e o Mestre Ordem do trabalho da liderança. Mas, assim como tudo na vida, os extremos não funcionam, dessa forma também podemos entender que o equilibrio em extremo também é prejudicial, o que nos leva a concluir que o equilibrio a ser procurado na gestão não deve ser um equilíbrio estável, mas sim um equilíbrio dinâmico. É preciso oscilar entre o reino do Caos, favoráveis ao surgimento da criatividade principalmente em tempos de mudança, e o domínio do Caos e a busca da ordem e estabilidade. A ordem demais deixa o trabalho rigido e distante, enquanto que a ordem de menos impede que as pessoas funcionem.


Liderar é manter organizacao no caminho certo e reorienta-la quando se desvia, melhorando e abrindo caminhos novos qdo necessario. Isso envolve um trabalho constante de reajuste do comportamento em resposta a um mundo em constante mudança, ao mesmo tempo que se busca a estabilidade. Envolve o equilíbrio entre a mudança constante do mundo exterior a organização e a busca de uma certa continuidade no mundo interior da organização.


Muitas pessoas comentam que existem pessoas que são resistentes a mudanças. Não entendo dessa forma, entendo que o que as pessoas são é contra mudanças frequentes em curto espaço de tempo, principalmente quando são mudanças que vão na direção oposta a mudança anterior, o que mostra o desequilibrio na direção da empresa. Desequilibrio esse que é prejudicial para as pessoas pois gera uma angústia perpétua, o que nos leva a concluir que o líder, que busca apenas e tão somente liderar a mudança, pode estar conduzindo a empresa para um estado de anarquia.


Vocês podem estar se perguntanto: Vivemos em um mundo em constante mudança, porque devemos buscar o equilibrio entre mudança e continuidade? Porque, diante de todo esse discurso de mudança constante existente no mundo empresarial, é muito fácil perceber o que está mudando, particularmente quando falamos de tecnologia e economia, mas também é importante perceber o que não está mudando. Se voltarmos a analogia do Lorde Caos e do Mestre Ordem, há um equilíbrio entre o que muda e o que não muda. Se há muita mudança, com certeza tem muita coisa que não está mudando.


O que a liderança da empresa precisa perceber, em meio a busca por esse equilíbrio, é que sempre existe alguma continuidade – alguns bolsões de estabilidade – em meio a mudança, assim como sempre existe alguma dose de mudança no meio da continuidade. Dessa forma, será possível a liderança da empresa entender que, em termos de gestão das empresas, assim como na Bíblia, existe um tempo de plantar e um tempo de colher. Esse é um equilibrio que deve ser buscado continuamente pela liderança das empresas.


É claro que isso torna o trabalho da liderança deveras dificil de executar. Algumas pessoas no twitter chegaram a dizer que o trabalho do lider envolve tantas habilidades e em situações tão ambiguas que exige que ele seja uma pessoa sobre-humana. É exatamente por ser sobre-humana o trabalho da liderança, e também devida a grande complexidade do atual ambiente de negócios, que o exercício da liderança deve ser compartilhado e executado de forma colaborativa. Liderar dessa forma facilita atingir o trabalho central da liderança que é a busca por flexibilidade.


Um abraço.



P.S: Texto foi inspirado na leitura que fiz do excelente livro “Managing” do professor Henry Mintzberg


“Keep the Faith”

 
Marcelo de Souza Bastos, o Marcelão.
Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília.
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sábado, 1 de dezembro de 2012

POST 1877: NÃO HÁ NADA MAIS FÁCIL DO QUE GANHAR DINHEIRO. Por Professor Pachecão

Conheci muitas pessoas quando fui universitário. Fiz muitas amizades por lá, porém fiquei extremamente ligado a três amigos. Estudávamos juntos, nas salas e na biblioteca da universidade. Além do período normal, pela manhã, estudávamos em torno de nove horas a tarde e a noite, ou seja, das 13h às 22h, diariamente. Nos fins de semana, para ganhar uns trocados, fazíamos relatórios e trabalhos escolares para os amigos mais abonados e também para aqueles que tinham compromissos mais importantes (na opinião deles), tais como: namorar, sair para uma balada, viajar com a namorada e outras coisas do gênero. Vivi desse expediente durante um bom tempo.
 
 
Sou Engenheiro Mecânico, entretanto sequer trabalhei uma hora com isso. Assim que conclui o curso fui, juntamente com esses três amigos, fazer concursos nas empresas pelo País afora. Um deles passou na Shell, outro na CNN e o outro na Votorantim Cimentos. Eu? Eu não passei em nenhum. Fiz dezenas deles e fui reprovado em todos.
 
Sentia-me o pior ser humano do planeta, o mais incapaz de todos. Andava perdido pelas ruas da cidade, sem saber o que fazer tentando achar respostas para todos aqueles insucessos, foi em vão.
 
Certa vez passando em frente ao Colégio Marista Dom Silvério vi uma mãe arrastando o seu filho de aproximadamente 10 anos para dentro da escola e daí me bateu uma ideia (mais tarde descobri que a distância entre você o sucesso é de uma ideia). Essa mãe, pensei, deve ter problemas sérios com esse garoto, pelo visto ele odeia estudar e o que mais deve importuná-la é o “Para Casa”. O “Para Casa” deve ser uma fonte de esgotamento dela e do marido bem como de todas as outras mães. Taí, vou fazer o “Para Casa” juntamente com ele e com os filhos de todas elas. Daí nasceu o CAE (Centro de Apoio ao Estudante). Comecei numa salinha de dois por três metros no prédio que fica no cruzamento da Avenida Contorno com a Cristovão Colombo. Um ano depois aluguei uma casa na Rua Major Lopes e dois anos mais tarde o empreendimento virou um cursinho pré-vestibular o Anglo Vestibulares.
 
No início quando saia com meus três amigos para comer uma pizza e tomarmos uma cerveja, o que eu teria para dizer quando discutíamos salários? Ficava quieto com a boca cheia de pizza (afinal mamãe falou pra ficar com a boca fechada quando ela estiver cheia). Dois anos depois quando voltamos a nos encontrar, para que dizer agora quanto ganho?! O que é que eu vou ganhar magoando os meus amigos. Deixe os meninos pensarem que ganham mais do que eu. Era assustador, chegava a ser uma relação de 10 para 1. Era quase um ano de empresa para um mês de cursinho.
 
Concluí que não há nada mais fácil de ganhar no mundo do que dinheiro. Trabalho está sobrando. Tenha coragem, tome uma atitude e siga o seu caminho. Em todos os diplomas universitários vêm escrito em letras invisíveis: você está habilitado a fazer o que tem que ser feito. Mãos à massa. Seja empreendedor.
 
 
 
Professor Pachecão
Mineiro, natural de Laranjal, José Inácio da Silva Pereira, o Professor Pachecão, é sinônimo de alegria, criatividade, e irreverência.
É precursor do estilo “aula show”, que mudou sobremaneira o processo de ensino no Brasil.
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domingo, 25 de novembro de 2012

POST 1868: A ARTE DE FALAR EM PÚBLICO – METÁFORAS, VIDEOS, DINÂMICAS E PIADAS. Por Rodrigo Cardoso

A Atitude e Comportamento de hoje irá tratar sobre dicas, técnicas e ferramentas para melhorar suas apresentações em público.

Estou partindo do pressuposto que você, em algum momento de sua vida, já se deparou com a situação de apresentar um seminário, falar em pé numa reunião de negócios, vender uma idéia em público ou até mesmo realizar palestras.

Muitas pessoas me perguntam sobre o uso de piadas para começar uma apresentação.

Minha opinião a respeito é que se deve ter muito cuidado com essa abordagem. Primeiro deve-se verificar o perfil do publico, segundo, a piada obviamente deve ser de bom gosto e não gerar nenhum tipo de constrangimento e por último, você deve ter certeza de ser um bom contador de piadas.

Nesse contexto, você pode usá-las, eu particularmente acho bem arriscado, portanto, avalie. As pessoas que tem facilidade para tal costumam fazer um ótimo quebra gelo com essa abordagem no início.

Caso ninguém ria de sua piada, faça como Jô Soares, não ria também, fique sério, ou ridicularize sua própria piada... Você terá uma chance de salvar a situação...

Dinâmicas: Gosto muito de usá-las. Movimentar a platéia combina muito com o meu perfil. Porém, quando estou falando com líderes, diretores e presidentes, eu evito usar essa abordagem. Ela funciona melhor com equipe de vendas e o pessoal administrativo.

Vídeos: é uma ótima ferramenta para reforçar um conteúdo, uma idéia ou até mesmo quebrar o gelo para que as pessoas dêem boas gargalhadas, desde que os vídeos sejam bem escolhidos e que tenham a ver com o contexto. Vídeos podem ajudar até na emoção de sua apresentação. Gosto muito de usá-los.

No entanto, é importante frisar que devemos tomar muito cuidado com os vídeos que rodam na internet e o excesso da utilização desse recurso. Eles devem ajudá-lo apenas como um apoio. Caso contrário sua apresentação se torna uma seqüência de vídeos com alguns comentários no meio. Isso é perigoso.

Por último, uma excelente dica para uma oratória interessante e surpreendente é o uso de metáforas, histórias. Quando originais e bem contadas, costumam surtir um grande efeito. As metáforas criam imagens no cérebro da sua platéia e usando analogias, costumam ter um forte poder de fixação e aprendizado.

Lembre-se de escolher metáforas originais, de preferência, crie as suas. Algumas histórias e metáforas estão muito conhecidas. Começar a apresentação com uma delas pode estragar sua palestra.

Pesquise, estude e tenha ótimas experiências ao falar em público.
 
 
Rodrigo Cardoso
• Engenheiro formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP)
• Pós graduado em Psicologia - FACIS IBHE - SP
• Leader Coach pela Institute for International Research & Crescimentum
• Master Practitioner em programação neuroligüística pela SBPNL
• Treinado pela Robbins Research International - EUA e Austrália
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POST 1867: PARA SER ENGANADO, PREENCHA ESTE CUPOM COM SEUS DADOS! Por Rosana Braga

Que cupom?!? Como assim?!? Por que eu quereria ser enganado?!?
Tomara que você tenha se feito perguntas parecidas com essas ao ler o título deste artigo. Afinal, será mesmo que alguém, em sã consciência, gostaria de ser enganado? Parto do princípio de que não!
A grande maioria de nós inicia relações, sejam de parceria profissional, amizade, namoro ou sob qualquer outro nome, desejando que a base delas seja – entre outros predicados – a sinceridade! Aliás, um dos adjetivos que mais valorizamos numa pessoa é justamente a sua capacidade de dizer a verdade!
No entanto, haveremos de descobrir, ao longo de inúmeras experiências que vivermos, que a mente mente! Ou seja, nosso complexo e ainda misterioso cérebro (um emaranhado de consciência e inconsciência) cria mecanismos de defesa ou estratégias de ataque que podem ser, antes de mais nada, perigosas e eficientes armadilhas. Uma delas – e mais comum do que imaginamos – é uma espécie de pedido para sermos enganados.
Pedimos?!? Sim, pedimos, mesmo sem termos a menor noção de que estamos fazendo isso. Na ânsia de amenizar certos sentimentos (solidão, baixa auto-estima, carência...) ou experimentar certas sensações (aceitação, acolhimento, segurança...), criamos uma realidade que, na verdade, não existe!
Projetamos em alguém ou numa situação aquilo que gostaríamos de viver e sentir, e julgamos – ingênua e equivocadamente – que nosso desejo se tornou real e a vida nos presenteou com a chance de, finalmente, sermos felizes.
É a armadilha da idealização: passamos a viver uma história “ideal”, criada e alimentada por aqueles sentimentos e sensações que citei antes, do jeitinho que sempre desejamos que ela fosse; e embebedados por nós mesmos, nos recusamos a enxergar a história como ela realmente é. Nossa mente passa a perceber, sentir e concluir não a partir do que está acontecendo de verdade, mas a partir de uma projeção deste ideal, ou seja, de uma ilusão...
Dependendo do quanto os envolvidos nessa nossa ilusão também a alimenta, e também dependendo do tempo que demoramos a “cair na real”, os estragos podem ser grandes. Aqui cabe muito bem o ditado “quanto mais alto, maior o tombo”.
Como não preencher o cupom? Como não idealizar? Como não se enganar ou não permitir que alguém o engane? Bem... tudo começa na coragem. Todos nós podemos ser corajosos, mesmo quando estamos com medo. Coragem não é a ausência do medo e sim o reconhecimento de nossa capacidade de superação.
Claro que não é fácil lidar com solidão, carência, baixa auto-estima, insegurança, entre outros sentimentos que nos colocam frente a frente com nossas limitações, mas com dedicação e persistência, podemos aprender... e temos a vida toda para isso, embora seja prudente começarmos o quanto antes!
No mais, se você está com a sensação de ter se enganado ou de ter sido enganado mais vezes do que gostaria, perceba os sinais. Se a sua voz interior (ou intuição) lhe disser, em alguns momentos, para você ir com calma, vá com calma! Se as pessoas que amam você lhe alertarem para as improbabilidades desta situação, mantenha-se alerta! Se a situação vivida lhe parecer “a cura que caiu do céu”, que vai lhe salvar de todas as suas angústias, questione-se: será que você não está fugindo de si mesmo? Será que não está evitando ter de enfrentar suas dores, preferindo um atalho que parece lhe conduzir a uma “felicidade” bem mais rápida?
E fique com o coração bem aberto – a resposta virá! Talvez você descubra que o que poderia ter se configurado como uma grande enganação é, na verdade, a oportunidade de aprender algo muito precioso. Mas se, infelizmente, descobrir que é tarde demais e que você realmente se deixou enganar, corra atrás do prejuízo, rasgue o cupom preenchido e encha-se de coragem para abandonar o lugar de vítima e tornar-se dono de sua própria história...
 
 
Rosana Braga
Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamento & comunicação do país, Rosana Braga desenvolve um trabalho considerado inspirador e eficaz, promovendo mudanças no âmbito profissional e pessoal.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

POST 1845: DIGA-ME ONDE DÁ CHECK-IN, QUE TE DIREI QUEM ÉS!


O novo ecossistema digital faz com que criemos novos hábitos, novas maneiras de nos relacionarmos e novas formas de habitarmos o mundo em que vivemos. Nesse sentido, usamos as redes sociais digitais para tentar construir narrativas envolventes por meio de jogos discursivos, e com isso tentamos obter a validação de terceiros sobre os conteúdos (emocionais ou não) que construímos em rede.

Aplicativos de geolocalização têm sido a grande vedete desse novo, inquieto e hesitante universo online que habitamos hoje em dia. Por meio desses aplicativos, como o Foursquare ou o Facebook, eu vou construindo essas narrativas e demarcando o território onde estou. Afinal, o lugar aonde vou comunica muito sobre quem sou, o que eu penso, como eu ajo, ou até mesmo como eu quero que as pessoas me percebam no mundo.
 
O homem é um ser narcísico por natureza. Sempre foi. O ser humano adora um espelho. As pessoas têm pré-disposição a um certo narcisismo no ambiente em rede. Fato. Evidencia-se que na maioria das vezes as pessoas dão check-in em lugares transados, descolados, bonitos, atraentes e que quero que as pessoas saibam que eu estou ali. Check-in no aeroporto é legal, afinal as pessoas vão ter a percepção que sou viajado, ocupado, entupido de milhas, um homem de negócios. Check-in na rodoviária, nem pensar!
 
Afinal, a troco de quê eu vou querer que meus amigos saibam que eu estou prestes a pegar um busão no, nada atraente, Terminal Rodoviário da Barra Funda. Is not cool! Check-in no MoMa de Nova York? Uau! Demais! Além de descolado, antenado, o cara aprecia e adoro artes, e está lá saboreando obras de Andy Warhol, Matisse, Monet e Marcel Duchamp.


Imagem: reprodução


Agora, dar check-in no novo MAC (Museu de Arte Contemporânea de São Paulo) que recentemente inaugurou seu novo endereço no belíssimo prédio que ocupava o Detran/SP, no complexo do Parque do Ibirapuera, e foi projetado por Oscar Niemeyer, em sua época mais áurea (entre Pampulha e Brasília), melhor não, afinal, nunca foi nesse museu, nem sabia que existia e não entende nada daquelas malucas instalações de arte contemporânea. O local líder de check-ins na cidade de São Paulo é o Parque do Ibirapuera, afinal é super maneiro fazer com que as pessoas saibam que estou no maior parque da cidade fazendo exercícios físicos, malhando e desestressando um pouco.
 
Há quem não obedeça o status quo e dê check-in apenas em lugares não tão prestigiados assim, como por exemplo no restaurante Ragazzo, no Habib's, no Shopping Interlagos, no Largo 13 de Maio, nas Lojas Marisa. Não apenas para compartilhar com a turma que está nesses locais, mas sim justamente para "tirar onda" da ferramenta e agir contra a massa. Apenas 30% das pessoas compartilham seus check-ins no Facebook ou Twitter. Os 70% dão o check-in e o deixam apenas ao conhecimento dos amigos do Foursquare mesmo. O Facebook logicamente está percebendo a força e o ganho de audiência exponencial do Foursquare e tem aperfeiçoado visivelmente a sua funcionalidade para check-ins.
 
Eu sou usuário assumido dessas ferramentas, pelo simples fato que estudo e pesquiso tudo isso, e procuro entender como essas coisas impactam as pessoas e como elas se relacionam entre si. Recentemente, eu dei meu milésimo check-in no Foursquare (sim, já cliquei no "Check-in Here!" mais de 1.000 vezes!). Ao dar meu milésimo check-in, o Foursquare me mandou um email, agradecendo por tantos check-ins dados e mandou um código promocional, para que eu fosse no site deles e comprasse um camiseta exclusiva da rede social com um desconto. Não pensei duas vezes, e fui lá para efetivar a compra.
 
Comprei não somente a camiseta, mas também um pacotinho de adesivos. Paguei cerca de 25 dólares em tudo. No entanto, o custo do Fedex para envio foi de mais 30 dólares, e tive o azar de ter minha compra retida na Receita Federal, e fui taxado em mais 80 reais para liberar meu produto na aduana. Bem feito! Nisso que dá ser viciado nessas coisas.
 
 
 
TEXTO DE MARCOS HILLER

sexta-feira, 11 de maio de 2012

POST 1666: CRÍTICAS CRUZADAS: CUANDO EL CLIENTE NO PUEDE TENER RAZÓN. Por Oscar Del Santo

La mayoría de nuestros bienintencionados community managers o gestores de las redes sociales sigue desarrollando su labor bajo el paraguas tácito de dos filosofías ‘buenistas’ sumamente peligrosas y que terminan más pronto que tarde causando estragos en la reputación online de las personas y marcas a las que deben representar y defender:

  1. ‘Todo el mundo es bueno’
  2. ‘El cliente siempre tiene la razón’

Con respecto a la primera sobra decir que ése no es desgraciadamente el caso. En nuestro quehacer diario en social media nos encontramos con personas que pueden resultar desde maliciosas y dañinas por todo tipo de motivos (competidores agresivos, enemistades manifiestas, sectarismos políticos o religiosos, envidias personales o profesionales) hasta desequilibradas, en estado de embriaguez o que simplemente están teniendo un mal día. El lidiar con ellas (aunque me apresuro a indicar que constituyen casi siempre una pequeña pero problemática minoría) constituye una de las piedras de toque de este difícil arte llamado gestión de la reputación online. El pretender que no existen, pensar que no nos van a tocar o afectar o no estar preparados mental y tácticamente para su presencia es temerario cuando no irresponsable.


 
Hoy quiero centrarme en la segunda aseveración, que aunque constituye un excelente punto de partida genérico como política de atención al cliente no se sostiene cuando nos enfrentamos a los habituales escenarios de críticas cruzadas. Las críticas cruzadas se producen cuando nuestros clientes o seguidores realizan valoraciones negativas sobre un aspecto de nuestro producto o servicio y su contrario: por ejemplo, cuando tras una presentación a algunos les parece ‘corta’ y a otros ‘larga’ o un programa de software ‘demasiado sencillo’ para unos y ‘muy complicado’ para otros. Ya que según las leyes de la lógica que nos dejara Aristóteles una cosa no puede ser al mismo tiempo ella misma y su contraria, es imposible que ambos clientes ‘tengan razón’ cuando sus percepciones sobre un mismo tema son radicalmente diferentes cuando no opuestas: cada uno está valorando desde su subjetividad y nuestra tarea consistirá en monitorizar cuidadosamente esas valoraciones y decidir cuál es mayoritaria y cuál no.

 
Quizás a las dos filosofías ya mencionadas habría que añadir otra en la que nuestros community managers se emplean con tesón e ilusión y ¡qué triste el número de horas de sueño que a veces pierden en ello!: la de que ‘hay que contentar a todo el mundo’. La experiencia nos demuestra que en muchas ocasiones esto resulta utópico e irrealizable, y que incluso el intentarlo puede a veces enviar un mensaje de debilidad y fragilidad sobre nuestra empresa o marca que puede resultar altamente contraproducente. Si la mayoría de las valoraciones y/o críticas son positivas (la llamada regla 90/10 que he defendido), o nos encontramos con un porcentaje de críticas cruzadas, la mejor política es siempre explicar con respeto, educación y elegancia nuestra postura aceptando y comprendiendo que vivimos en un mundo imperfecto y que no vamos a poder contentar a tod@s.

 
El cliente siempre tiene derecho a una opinión, pero no siempre tiene necesariamente la razón. A nosotros nos corresponde explicárselo (cuando la evidencia mayoritaria así lo avala) con educación, respeto y elegancia pero nunca renunciado a nuestra idiosincrasia, nuestros valores, nuestro estilo ni la defensa proactiva de nuestro trabajo.


 


Oscar Del Santo
Es impulsor y divulgador de la reputación online, el ‘marketing de atracción 2.0’ y el ‘personal branding’ en España. Formador, consultor, autor y conferenciante internacional bilingüe, colabora con todo tipo de empresas e instituciones así como escuelas de negocios y agencias de comunicación y social media punteras.Mais de Oscar Del Santo AQUI

terça-feira, 1 de maio de 2012

POST 1595: CRÍTICAS, COMENTARIOS NEGATIVOS Y LA REGLA DEL 90/10. Por Oscar Del Santo

Desde que en mi primer libro ‘Reputación Online para Tod@s‘ dedicara un extenso capítulo a cómo gestionar los comentarios negativos, se ha ido extendiendo un consenso de buenas prácticas al respecto en España y Latinoamérica que constituye ya la norma más o menos tácitamente asumida por los profesionales de la reputación online y los community managers y que se ha ido progresivamente incorporando a la práctica totalidad de cursos y programas de formación y materiales relevantes. Personalmente es un motivo de especial satisfacción para mí que igualmente mis ataques al ‘buenismo‘ o a la falta de una defensa enérgica y vigorosa de nuestra reputación y buen nombre cuando procede hayan dado fruto y que se haya perdido progresivamente el miedo a plantar cara con respeto y elegancia pero a la vez con firmeza a las críticas injustificadas y maliciosas contra nuestras personas y marcas cuando estas se producen.

El consenso al que me refiero es que como norma general nunca debemos ignorar y sí escuchar y dar respuesta respetuosa en el menor tiempo posible a las críticas y comentarios negativos en el medio en que ocurren; no eliminarlas a no ser que exista una razón justificada para ello; intentar en lo posible mantener un tono y establecer un diálogo positivo con nuestros críticos; no enzarzarnos en debates estériles; evitar que se produzcan dañinas crisis de comunicación que puedan desvirtuar el buen trabajo de meses cuando no de años; y todo ello lógicamente dentro del marco de una monitorización proactiva de la conversación que se pueda estar produciendo sobre nosotros en tiempo real tanto dentro como fuera de nuestros espacios online. La marcas que siguen ignorando estos principios sirven como recordatorio para todos del alto precio que podemos pagar por ello, como demuestran los recientes casos de Central Lechera Asturiana o Interflora.

Sin embargo, estas buenas prácticas no llegan al auténtico fondo y me atrevo a decir a una de las claves de la gestión de la reputación online, ya que no dan respuesta a la gran pregunta que debemos hacernos al recibir críticas y comentarios negativos tanto a nivel individual como organizacional, a saber: a pesar de que respondamos a ellas con educación y respeto, ¿cuándo deben las críticas hacernos variar de rumbo y modificar nuestra praxis y cuando debemos ignorarlas y seguir haciendo lo que estamos haciendo a pesar de su existencia?


Para dar una respuesta satisfactoria a esta pregunta debemos tener siempre un principio presente que a veces resulta doloroso a alguno de mis mejores y más admirados compañeros: todos estamos expuestos a las críticas e invariablemente a tod@s se nos va a criticar tanto justa, elegante y objetivamente como interesada, parcial y rastreramente. He asistido ensimismado a algunas de las mejores presentaciones y ponencias que he tenido la suerte de presenciar para luego quedarme atónito con ciertas críticas que se vertían pública y privadamente contra ellas para mortificación de los que habían invertido tantas horas, esfuerzo e ingenio en producirlas. Necesitaríamos un tratado de psicología humana para cubrir las múltiple razones por las que algunas personas muestran animosidad contra otras, pero desde luego que a veces tiene bastante poco que ver con la calidad objetiva de un trabajo y mucho con cuestiones aleatorias. Por si sirve de ejemplo, en mi caso personal han aparecido desde mis preferencias futbolísticas o mi falta de adscripción a sectarismos políticos pasando por mi uso/no uso de acentos en determinados contextos, la participación en entrevistas en determinados programas o el color que utilizo en alguna de mis presentaciones. El catálogo es realmente tan interminable como en ocasiones irrisorio.

Es por ello que resulta imperioso que personas y marcas racionalicemos nuestro modus operandi y creemos unas pautas de respuesta a las críticas y comentarios negativos que vayan más allá de los aspectos puramente comunicativos. Y aquí es donde surge la regla del 90/10 como una aproximación práctica que impida que perdamos inútilmente tiempo, esfuerzo y optimismo y que siempre he utilizado exitosamente y por ello recomiendo: en la inmensa mayoría de los casos no procede que modifiquemos nuestro trabajo si las críticas no superan el 10% del total de las opiniones/valoraciones vertidas sobre un contenido, servicio o producto. Como todo el que haya estudiado estadística descriptiva sabrá, esta regla tendrá una mayor validez cuantas mayores sean el número de opiniones vertidas e insisto en que es sólo aproximativa y que deberá tener en cuenta algunas notables excepciones. Atención especialmente a las llamadas ‘críticas cruzadas’: cuando dentro de ese 10% (o incluso en porcentajes mayores) se encuentran valoraciones negativas por ejemplo sobre la duración de un servicio tanto en un sentido como en el contrario (demasiado corto, demasiado largo), podemos descansar tranquilos sabiendo que hemos hecho razonablemente bien nuestro trabajo.

Me apresuro a indicar que todo esto en ningún caso significa que no debamos leer con atención ese 10% de críticas negativas ni que no podamos extraer lecciones provechosas de ellas que puedan ayudarnos a mejorar y evolucionar. Pero igualmente que el modificar nuestro estilo o incorporar ideas que realmente no se corresponden con nuestros valores o idiosincrasia para contentar o acallar ciertas críticas y buscar esa tasa imposible del ’100% de aprobación’ lanza un mensaje de debilidad y fragilidad sobre nuestra marca que puede hacernos un daño mucho mayor que el de mantenernos firmes y capear la tormenta (que no el temporal) de opiniones y valoraciones minoritarias. Es por ello que conviene recordar tanto a los community managers (¡y cuánto sufren much@s por esto!) como a los gestores de redes sociales y comunicación y marketing online que obsesionarse con contentar a todo el mundo resulta altamente contraproducente por la pérdida de tiempo, recursos y horas de sueño que en ocasiones supone. Ni las mejores películas ni los mejores libros han conseguido contentar a todos: no esperemos que nuestro trabajo sea diferente ni perdamos el ánimo innecesariamente. Realmente casi nunca – y mucho menos cuando la mayoría nos aplaude y anima – merece la pena.




Oscar Del Santo
Es impulsor y divulgador de la reputación online, el ‘marketing de atracción 2.0’ y el ‘personal branding’ en España. Formador, consultor, autor y conferenciante internacional bilingüe, colabora con todo tipo de empresas e instituciones así como escuelas de negocios y agencias de comunicación y social media punteras.
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sábado, 28 de abril de 2012

POST 1581: Personal Branding: 20 Ideas sobre tu Producto Personal

Recientemente los dos grandes y principales partidos políticos de nuestro país, han lanzado diferentes videos a La Red para criticarse mutuamente. Seguramente sus responsables de marketing estarán orgullosos del ruido que han organizado. Estarán apuntándose las visitas, las apariciones en medios y los “trending topics” como un gran éxito. Pero el resultado final es que para los demás, todo sigue igual (o peor). Su “producto” sigue siendo irrelevante o incluso dañino.

 
Cada día estoy más convencido que, a pesar de lo que criticamos a los políticos, existe una tendencia a actuar como ellos. Los Medios Sociales (¿Hay que seguir hablando de Social Media?) parece que están transmitiendo la idea de que lo importante es la notoriedad, ser conocido, ser visible, llamar la atención como sea.

 
Parece que para “vender” (una idea, un producto, una candidatura) es más importante presumir de números dospuntocero (fans, followers, visitas, etc.) que del trabajo bien hecho. Muchas estrategias se parecen a esas pegatinas que aparecen en algunos productos en las que se indica que ha aparecido en Televisión (o tiene muchas visitas en Youtube). Como si eso fuese garantía de algo. Pues ahora parece que la credibilidad viene de los seguidores que, además, están en venta.

 
Supongo que por mi formación y por mi trayectoria me siento más cerca del mundo “real”, de lo tangible, de lo que se puede mostrar y demostrar. Me siento mejor si puedo ver los resultados de lo que alguien ofrece o si yo mismo puedo demostrar lo que hago.

 
Por eso quiero trasladar algunas ideas relacionadas con lo que yo considero nuestro producto, oferta o contribución sin la cual no podría existir una Marca Personal. Espero que te sirva cuando pienses en diseñar tu estrategia de Branding Personal.

 
  1. Un producto u oferta personal NO es tu “Job description”, título del puesto o donde trabajas. Es lo que haces.
  2.  
  3. Un producto u oferta personal NO es una habilidad, o eso que llaman Talento o la formación que tienes o la experiencia adquirida.
  4.  
  5. Un producto u oferta personal es algo que puede proporcionar un valor o beneficio a otros.
  6.  
  7. Un producto u oferta personal es algo que ayuda a los demás a conseguir sus propios objetivos.
  8.  
  9. Un producto u oferta personal es la propuesta con valor que ofreces a cambio de una remuneración o compensación.
  10.  
  11. Un producto u oferta personal es lo que un cliente, empresa o entorno identifica que haces o puedes hacer por él.
  12.  
  13. El producto no eres tú, la persona, sino el resultado de lo que haces.
  14.  
  15. Todos somos capaces de proporcionar un servicio, satisfacción, contribución por la que merezca la pena pagar.
  16.  
  17. Una oferta profesional es equivalente al verbo Hacer. Si no HACES no puedes SER (Marca) ni PARECER (Marketing) nada para otros.
  18.  
  19. No debes dejar nunca de intentar ofrecer algo de valor (Producto), creer en ello y hacerlo creíble (Marca) y demostrarlo (Marketing).
  20.  
  21. Debes adquirir mentalidad de ¿Qué puedo aportar? y de responder de forma clara y concreta a la pregunta: ¿Qué puedo hacer por ti?
  22.  
  23. Necesitas definir cual es tu producto u oferta tanto si eres un empleado como si trabajas por tu cuenta.
  24.  
  25. Tu gama de productos debe crecer, porque si no, tu marca no crece. Mantenerse es decaer.
  26.  
  27. Cuanto más sepas sobre quién eres y sobre lo que eres capaz de ofrecer (producto, oferta profesional), más facil te será venderlo.
  28.  
  29. El producto es el resultado de utilizar la “materia prima” de la que estamos hechos (conocimientos, habilidades, experiencia, etc.)
  30.  
  31. Serás más valorado si lo que ofreces es percibido no como una versión de algo que ya existe, sino como algo realmente nuevo o único.
  32.  
  33. Para que nos elijan lo que hacemos nuestro producto debe ser percibido como valioso, necesario y relevante.
  34.  
  35. A la gente no le interesa quién eres sino lo que puedes hacer por ellas.
  36.  
  37. Un producto no es necesariamente algo material o con valor económico, solo algo deseado por otro.
  38.  
  39. Si no haces bien lo que ofreces, todo lo demás caerá por su propio peso. Sin un buen producto, no es posible construir una marca fuerte.
Estas son sólo unas ideas. Creo que es importante pararse y entender que si no eres capaz de entender que tras una Marca Personal debe haber un excelente Producto Personal, todos tus esfuerzos en hacerte visible no sólo serán inútiles sino algo peor, contraproducentes.




terça-feira, 10 de abril de 2012

POST 1483: Los 10 puntos básicos que todo revendedor de éxito debe conocer en tiempos de crisis

Uno de los mundos al que cada vez más emprendedores están entrando es el del comercio online.

El carácter emprendedor es sin duda la actitud que logra que las empresas puedan sortear con éxito los malos tiempos. Esta visión es la que permite al empresario idear nuevos proyectos y estrategias que, ajustadas a la situación real del mercado, abren nuevas y originales posibilidades de negocio. Uno de los mundos al que cada vez más emprendedores están entrando es el del comercio online. Pixmania-PRO, el portal online líder en Europa en la comercialización de productos de tecnología y ocio dirigido al sector profesional, ofrece una serie de consejos que cualquier emprendedor dedicado al mundo de la reventa debería plantearse en el ejercicio de su actividad.


1. Conoce a tus clientes, no dejes de preguntar
Incluso en las más grandes compañías, se debe mantener un continuo contacto con el cliente a través de cuestionarios que ayuden a conocer sus necesidades. Antes de emprender una nueva aventura a ciegas es preferible dedicar un tiempo para entender a los clientes y cómo tus acciones pueden satisfacer sus necesidades. En este sentido, incluso analizar las honestas opiniones de tus familiares y amigos cercanos puede resultar de gran ayuda.

2. Aprovecha consejos de los expertos, sigue aprendiendo
Aprovecharse de la orientación de los expertos que te rodean puede llegar a ser altamente provechoso, así como de los consejos de los proveedores y clientes. Al igual que cuando se empieza a trabajar en una nueva empresa por primera vez, si no sabes algo, es mejor preguntar.

3. Crea tu propia página web y potencia tu conocimiento de marca
El éxito de un negocio reside en su buena reputación. Crear un website o utilizar plataformas existentes para ello, como Ebay, aumenta el tráfico hacia las ventas. Tener presencia en un espacio web propio realza nuestra posición dentro del mercado.

4. Encuentra tu propia estrategia de marketing
Una vez que los productos ya se encuentran situados en el espacio online, es necesario asegurarse de que los clientes llegan hasta ellos. En este sentido resulta imprescindible conocer los métodos de generación de tráfico, conocer los nichos de mercado y cómo hacer que los productos sean lo suficientemente atractivos.

5. Ofrece variedad y flexibilidad, es clave del éxito
Una buena calidad y una amplia variedad de productos, así como garantías de facilidad y flexibilidad en la adquisición del los mismos por parte del cliente son las claves del éxito. Es imprescindible analizar cómo hacer llegar los productos al cliente de forma que se le facilite al máximo la acción, para que nunca se llegue a tener una mala experiencia de compra. Si los proveedores no funcionan, se verá reflejado en la reputación de tu empresa.

6. Desarrolla una buena política de precios
Saber cuál es el precio “justo” de los productos requiere un estudio amplio del mercado y de la competencia, así como un análisis profundo sobre la forma en que nuestra empresa podrá destacarse. No solo hay que asegurar los beneficios de las ventas, sino que también hay que ser competitivo.

7. Utiliza un servicio de entrega
Si el negocio se centra en la venta de productos, utilizar un proveedor para hacer llegar los productos al cliente es una solución coste-efectiva. Es una forma de asegurar profesionalidad a través de proveedores especializados sin tener que soportar los costes y la logística de mantener un stock propio, y asegurando siempre la llegada puntual de los productos a su destino.

8. Organízate y motívate, impulsa continuamente tu negocio
El trabajo no termina una vez se ha creado la empresa. Alimenta tu visión emprendedora para observar las oportunidades de negocio que surjan y que harán que la empresa se mantenga y siga creciendo. Nuevas ideas de marketing, formas de atraer a los clientes al sitio web, nuevas promociones que fidelicen a los clientes, son solo algunas de las acciones a tener en cuenta. Una buena comunicación ayuda a que el negocio crezca, para lo que es aconsejable contar con una buena base de clientes con los que poder contactar regularmente para comentar novedades y promociones.

9. Ofrece un toque personal
En ocasiones no es ni el producto, ni el precio o el tráfico de usuarios lo que marca la diferencia en las ventas. Muchas veces la originalidad del espacio web o, incluso, el propio empresario el que empuje a alguien a comprar en un determinado sitio. La creatividad, los pequeños toques que reflejan la personalidad de aquel que está detrás del negocio puede resultar un punto clave. Pueden ser productos especializados, extras…

10. Disfrútalo
Nadie disfruta haciendo algo que no le gusta. Piensa en tus hobbies y lo que te gusta hacer en tu tiempo libre. Quizá eres un buen fotógrafo y te apetezca dedicar tu tiempo libre a vender equipos de fotografía.



terça-feira, 3 de abril de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

POST 1353: LA NUEVA CIENCIA DE LOS SOCIAL MEDIA. Por Oscar Del Santo


Ciencia y Arte; Ego y Psique; Lo Apolíneo y lo Dionisíaco: hay muchas forma de expresar la dicotomía existente entre dos elementos fundamentales de nuestra psicología y nuestra cultura humanas que, al igual que el Yin y el Yang, son mutuamente interdependientes y necesarios para nuestra salud y la de nuestra sociedad. Los dos polos de lo racional y lo intuitivo dejan su impronta en todas nuestras manifestaciones artísticas, científicas y culturales: y las redes y medios sociales no podían ser una excepción.

Desde la aparición de los social media hemos sido testigos de un proceso de trasvase progresivo de lo espontáneo e intuitivo hacia un enfoque más racional y clínico auspiciado sin duda por el creciente uso comercial de los mismos. Hasta cierto punto este proceso era lógico y de esperar: nadie tenía un manual de instrucciones sobre cómo sacarle el mejor partido posible a Facebook cuando esta red social fue inicialmente creada y no disponíamos de datos empíricos suficientes que nos permitieran elaborar modelos estadísticos predictivos.

Ello hizo que los individuos, empresas y organizaciones que buscaban sacarle una mayor rentabilidad al gigante azul tuvieran que aprender por un lento y laborioso proceso de aciertos y errores que en ocasiones podía resultar desesperante y que hasta cierto punto ralentizó la implantación de esta y otras redes en muchas empresas y marcas.

Desde entonces – y con la ventaja que nos da la experiencia acumulada de los últimos años – se han producido avances significativos. De hecho, en el 2011 puede que hayamos asistido al nacimiento de una nueva ciencia: la ciencia de los social media. El genio impulsor de la más joven de entre las ciencias no es otro que el norteamericano Dan Zarrella de Hubspot, hasta la fecha el único ser humano con la relevancia y credibilidad suficientes para utilizar del título de ‘social media scientist‘ sin que nadie se le ría a la cara.

Zarrella utilizó por primera vez el término ‘The Science of Social Media‘ en una presentación a finales del 2010 que causó furor primero en la comunidad 2.0 de USA y progresivamente en el resto del mundo. En ella defendía que es posible utilizar Twitter y otras redes sociales para maximizar resultados con un rigor casi científico basado en datos objetivos y (como en el resto de las ciencias) aparentemente replicables. Los descubrimientos de Zarrella provocaron muchas sorpresas y resultaron inicialmente contrarios a lo que el sentido común y hasta la etiqueta en Twitter parecían dictar. Dan nos alertó entre otras cosas de lo siguiente:

1. Independientemente de la calidad del mensaje, existen ciertos momentos del día en los que es más probable que se nos retuitee que otros.

2. El usar palabras como ‘experto’, ‘fundador’ o ‘conferenciante’ (en inglés speaker) en el perfil de Twitter genera más retweets que por ejemplo el hoy tan denostado término de ‘gurú’ o la ausencia de cualquiera de ellos.

3. Podemos demostrar que existe una relación directa entre la frecuencia con la que tuiteamos y la viralización de nuestros mensajes y esta se puede cuantificar matemática y estadísticamente.

Estos son tan sólo tres ejemplos del creciente número de proposiciones de la nueva ‘ciencia’ de los Social Media que sin duda van a ir refinándose y gozando de una mayor fiabilidad y precisión con el tiempo y que estoy seguro entrarán a formar parte de los programas de todo curso de formación de prestigio de gestión de redes sociales, marketing online y similares.

Como nos advirtió quizás el más grande psicólogo del siglo XX Carl Gustav Jung, en nuestra sociedad occidental tanto la intuición como la fantasía están minusvaloradas por el énfasis en lo concreto y en lo medible: y esto nos causa toda serie de trastornos y problemas tanto a nivel psicológico como sociológico. ¿Correrán los social media, que a muchos nos han parecido un oasis dentro de un mundo sobresaturado de rigidez científica y técnica, el mismo destino?

No me cabe duda de que los aspectos intuitivos y creativos que tan importantes resultan para el éxito y disfrute de las redes sociales seguirán estando presentes y gozando de una muy buena salud. Afortunadamente la posibilidad de crear contenidos multiformato garantiza al menos que la creatividad y la espontaneidad seguirán disfrutando del prestigio que se merecen (ambas son de hecho premisas del marketing viral) en la Web 2.0 y obviamente a nivel más personal e íntimo todos y cada uno de nosotros continuaremos usando las redes sociales con libertad y siguiendo nuestra propia personalidad e idiosincrasia.
Mientras tanto, vaticino con la misma convicción que el desarrollo y perfeccionamiento de la nueva ciencia de los social media se unirá a la tecnología para conseguir una maximización de los resultados y el ROI y un mayor profesionalismo en la gestión de las redes y medios sociales.

Comenzamos a vislumbrar en el horizonte el auge de una nueva ciencia cuyo impacto puede ser absolutamente masivo en nuestra cada vez más digitalizadas sociedad y economía; esperemos que, al contrario que ocurre en nuestra cultura, razón e intuición vayan en esta ocasión dadas firmemente de la mano.

Oscar Del Santo
Es impulsor y divulgador de la reputación online, el ‘marketing de atracción 2.0’ y el ‘personal branding’ en España. Formador, consultor, autor y conferenciante internacional bilingüe, colabora con todo tipo de empresas e instituciones así como escuelas de negocios y agencias de comunicación y social media punteras.
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