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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

POST 1905: DESENVOLVENDO A CONSISTÊNICA DO CANAL NA ERA DIGITAL

Enquanto a proliferação de canais digitais traz maior oportunidade para se conectar com os clientes em um nível pessoal, as empresas devem garantir que cada meio de transmitir uma mensagem consistente e relevante, de acordo com sua missão global.
 
Por Anna Papachristos

blog_05122012A era digital chegou, trazendo consigo uma série de novas maneiras de se conectar com os clientes. Seja via e-mail ou mídia social, as empresas têm agora a oportunidade para entregar mensagens relevantes e incentivar o envolvimento em um nível individualizado. No entanto, para cultivar relações com os clientes leais, as empresas devem procurar mensagens consistentes em todos os canais para sustentar a sua reputação de confiança.
 
Assim como as empresas devem se unir para entender, desenvolver e manter uma mensagem consistente, mídia digital e tradicional deve mesclar, não apenas batalhar. Nós não estamos olhando para momento antigo versus novo, mas um momento de convergência. As empresas estão começando a aceitar o espaço digital, integrando essas novas tecnologias interativas com táticas tradicionais.
 
De acordo com estudo da Capgemini Digital Shopper Relevancy, 60% dos compradores digitais esperaram uma experiência de compra unificada para se tornarem mainstream e esperaram uma integração perfeita em todo on-line, mídias sociais, mobile e lojas físicas em 2014. Na verdade, o estudo revela que mais da metade dos compradores digitais estão propensos a gastarem mais dinheiro em uma loja física, se eles têm usado os canais digitais para pesquisar produtos de antemão. Um estudo da ‘Experian Digital Trends’ também mostra que 91% dos adultos usam as mídias sociais regularmente e são mais propensos a usar as marcas que atuam no espaço social.
 
No entanto, com a contínua ameaça iminente de showrooming, as empresas devem começar a usar rapidamente o celular para sua vantagem. Com o Google ao alcance das pessoas 24/7, é fácil para os clientes entrar em uma loja, explorar os produtos disponíveis e, em seguida, realizar uma pesquisa on-line para encontrar um concorrente que oferece o mesmo item ou serviço a um preço mais baixo. Para combater esse obstáculo, as empresas estão começando a incorporar tecnologias interativas, tais como códigos QR, para envolver os clientes dentro de suas lojas físicas e reconquistar sua atenção.
 
No entanto, enquanto os respondentes à pesquisa ‘Digital Shopper Relevancy’ preveem que as lojas físicas serão showrooms para selecionar e encomendar produtos em 2020, não há nenhuma razão para que alguém descarte esses canais tradicionais ainda, diz Jay Henderson, diretor de estratégia do programa com o Marketing da IBM Enterprise Management Group. “É importante lembrar que, quando os canais proliferam, os canais antigos normalmente não vão embora”, diz ele. “Um exemplo clássico é quando caixas eletrônicos foram introduzidas pela primeira vez, os especialistas previam a morte do ramo. No entanto, décadas mais tarde, há mais agências bancárias do que nunca.”
Canais não desaparecem, eles evoluem. E as empresas devem exercer seus maiores esforços para garantir o velho e o novo se encaixem de uma forma que promove o engajamento e promove a lealdade.
 
 
Compreenda o Comportamento de Seus Clientes
Profissionais de marketing e de atendimento ao cliente estão migrando para estas saídas digitais, em um esforço para ficar à frente da curva. Enquanto os canais tradicionais, como mídia impressa e lojas físicas têm suas vantagens e recursos, as empresas que combatem a transição para o digital só vão encontrar dificuldades ao longo do caminho. Em vez disso, as empresas devem buscar o equilíbrio que combina todos os canais relevantes de uma forma envolvente, mantendo mensagens consistentes ao longo do caminho.
 
“Os consumidores têm se tornado mais e mais insensíveIA ao marketing tradicional e esforços de publicidade onde eles estão sendo inseridos “, diz Kim Martin, diretor de marketing da Voxeo. “Agora, com a ubiquidade dos canais digitais, as pessoas estão cada vez mais acostumadas a se envolver com empresas e marcas e de ser parte da conversa ao invés de simplesmente ser o alvo dele.”
 
Antes as empresas cultivarem consistência, eles devem primeiro compreender melhor quais os canais seus clientes mais frequentam. Como Brian Girouard, líder dos produtos mundiais de consumo e do setor de varejo na Capgemini, destaca a viagem de compras típica passa por fases consciência, escolhendo, transacionar, entregar e após o cuidado de vendas. A fim de apoiar a experiência “all-channel”, as empresas devem observar o histórico do cliente para que eles possam sentir e responder às suas necessidades de forma consistente em uma escala individualizada.
 
Ao envolver-se em toda esta jornada, as empresas podem desenvolver conversas com os clientes em ambos os canais tradicionais e digitais, dando ao consumidor mediano uma voz que não teria tido no passado. Clientes fornecem feedback sincero, ajudar as empresas a melhorar a sua estratégia e aumentar a satisfação. É só por ouvir essas vozes que as empresas podem começar a avaliar os canais que são certos para a sua base de clientes.
 
Ao compreender os tipos de clientes, suas preferências de canais, e como as suas preferências mudam ao longo do tempo, as empresas são obrigadas a conquistar uma melhor resposta em ambos os canais digitais e tradicionais. Com tantos canais implorando por atenção, as empresas devem saber onde colocar o seu foco para que eles não se espalhem, tornando-se irrelevantes e não confiáveis.
 
Henderson acrescenta: “Apenas alguns anos atrás, os profissionais de marketing iriam empurrar a mesma grande campanha para todos. Agora com canais digitais, há uma maior oportunidade para fornecer uma mensagem mais refinada para uma audiência menor.”
 
 
 
FONTE: 1TO1

POST 1902: Decálogo de leyes para el marketing en los Social media y Redes sociales

Si sabemos aprovechar el poder del contenido y el social media marketing, podremos elevar nuestra audiencia y crear una interesante base de clientes, pero para ello debemos tener cierta experiencia o al menos, tener en cuenta ciertos factores básicos del marketing online. Aquí te damos diez Leyes a seguir si deseas tener una buena experiencia en las redes sociales.

 

Ley de la Conversación. El éxito en las redes sociales requiere que hablemos menos y escuchemos más. Debemos saber qué es lo que dice nuestro público objetivo, nuestros clientes, y participar en la conversación y discusiones para poder aprender lo que es realmente importante para ellos. Sólo así podremos crear contenido que agreguen valor a sus ideas.

Ley del Enfoque. Tendremos mejores resultados si nos centramos en nuestro público objetivo y destinamos la estrategia de marketing en ese sentido para construir una marca más fuerte.

Ley de la Calidad. Es mejor contar con 1000 conexiones que comparten cosas con nosotros, a una gran cantidad que pasan desapercibidos para la marca. Cantidad no es calidad.

Ley de la Paciencia. Es imposible pensar en obtener resultados de un día al otro. Todo requiere trabajo y esfuerzo con lo que no debemos desesperarnos si no conseguimos resultados en el corto plazo.

Ley del Compuesto . ¿Por qué es importante el contenido de calidad? Porque si somos originales y aportamos algo a nuestros seguidores, éstos lo compartirán con todos sus amigos en las diferentes redes sociales existentes, Facebook, Linkedin, Twitter, etc... además de abrirte las puertas a los primeros lugares del posicionamiento en Google.

Ley de la Influencia. Algo que debemos hacer siempre desde el inicio es comenzar a seguir personas influyentes en el sector al que nos vamos a dedicar. Con ellos podremos obtener una gran repercusión

Ley del Valor. Agrega valor a las conversaciones es la clave. Sí sólo nos dedicamos a ofrecer nuestro producto o servicio, muy pronto estaremos en el fondo del pozo pues nos dejarán de escuchar los seguidores.

Ley del Reconocimiento. Jamás debemos ignorar a las personas que nos siguen online. Debemos recordar que de esto va el social media, de socializar.

Ley de la Accesibilidad. No debemos dejar de publicar por mucho tiempo, e incluso cuando hagamos algo debemos estar atentos para posibles conversaciones, o generarlas. No pasar de todos es la clave.

Ley de la Reciprocidad. Una gran parte del tiempo que dedicamos a las redes sociales debe estar dirigida a compartir el material de los otros. No centrarse sólo en lo nuestro es otro factor decisivo para tener cierto éxito en las redes sociales.
 
 
 
 
FONTE: PUROMARKETING

POST 1900: Decálogo para dar los primeros pasos en el marketing social

Cuando las empresas comienzan a utilizar los medios sociales no hay peor acción que no hacer ninguna, es decir, ser invisibles. Si se forma parte de la conversación se puede saber qué se está diciendo de la compañía sea bueno o malo pero, si nadie habla de la compañía, no se puede identificar las oportunidades que los medios sociales pueden suponer para la empresa. A continuación planteamos un decálogo de cómo dar los primeros pasos en los medios sociales.

 

1.Establecer los objetivos
El primer paso a seguir es decidir qué se quiere lograr participando en la web social, si son ventas directas, si se quiere ofrecer otra vía de atención al cliente, si el objetivo es crear relaciones con los clientes para lograr la fidelidad a la marca. Las respuestas a estas preguntas serán las que fijen el tipo de contenido que se va a publicar y las actividades que se van a desarrollar.

2.Evaluar los recursos disponibles
¿Quién va a crear los contenidos? ¿Quién va a ser responsable del mantenimiento y gestión de las cuentas en los medios sociales? ¿se tiene capacidad tecnológica para realizar marketing social? ¿hay personas dentro de la compañía que escriban bien? Si no es así habrá que analizar si se puede formar a alguna persona o contratar a personal externo para que realice esta labor.

3.Conocer a la audiencia
¿Cuáles son los temas que interesan a la audiencia objetiva de la empresa? ¿Qué información les interesa de la compañía?. En resumen, es necesario conocer los gustos y necesidades de la audiencia para ofrecer un contenido útil e interesante que sea personalizada para lograr interactuar con el público objetivo al que la compañía se dirige.

4.Desarrollar buenos contenidos
Una vez que ya se conoce dónde está la audiencia objetiva y qué contenidos interesan hay que dedicar tiempo a crear contenidos del estilo para lograr captar a la audiencia y que permitirá entablar conversaciones con los consumidores y crear una red de seguidores que consideren la compañía como fuente de confianza.

5.Integrar las acciones de marketing
Las acciones de marketing online y offline deben estar perfectamente integradas para llegar a todos los públicos de la misma manera.

6.Establecer un horario
Los medios sociales requieren tiempo y dedicación. Es importante establecer un horario diario en el que se dedique tiempo a analizar y revisar los medios sociales y las acciones que se están llevando a cabo.

7.Repartir el tiempo utilizando la regla del 80/20
Una regla básica en los medios sociales es escuchar la conversación para luego poder participar y desarrollarla así que el tiempo se debe dedicar en la siguiente proporción, 80% escuchando y 20% realizando haciendo acciones de auto-promoción de la compañía.

8.Focalizar en la calidad y no en la cantidad
No hay que convertirse en un esclavo de los seguidores, es mejor tener 1.000 fans a los que realmente les interesa lo que se les dice y fieles a la marca que 10.000 que sólo agregan la compañía y nunca más vuelven a entrar en el sitio.

9.Ceder el control
Es importante dejar que la audiencia tome el control de la conversación y la hagan suya para desarrollar un vínculo emocional con la empresa sin tener miedo de los posibles comentarios negativos que se generen.

10.Seguir aprendiendo
Nunca dejar de escuchar y aprender, regla de oro para triunfar en los medios sociales.
 
 
 
FONTE: PUROMARKETING

POST 1899: Los 10 mandamientos de las empresas que adoptan los Social Media

Cada día, los social media acaparan una mayor atención y protagonismo. Mucho se habla de ellos y es evidente que la simple presencia en cada uno de ellos no es suficiente para aprovechar su verdadero potencial.

 

Quienes pretenden exprimir al máximo sus prestaciones y favorerse de sus beneficios deben tener en cuenta, una serie de reglas básicas. Directrices o como en toda religión, mandamientos que deben de cumplirse sobre todo si con nuestra empresa o negocio pretendemos culminar nuestros objetivos y alcanzar el éxito.

Adoptar las redes sociales no se reduce a mantener nuestro perfil dentro de ellas, supone conocer una serie de cuestiones básicas pero importantes e introducir cambios y una nueva mentalidad en nuestra empresa o negocio.

Dicho esto, aquí van 10 leyes o mandamientos del Social Media Marketing que deberíamos de tener en cuenta.


     
  • Escuchar y hablar con los clientes, pues la reciprocidad es la base para una participación exitosa en los canales y medios sociales.

  •  
  • Potenciar la atención de los clientes a través de los canales y medios sociales.

  •  
  • Respetar y valorar la información compartida por clientes y contactos.

  •  
  • Centrarnos en la construcción de relaciones y no sólo de generar nuevos y potenciales clientes, como una de las mejores prácticas para crear valor a largo plazo.

  •  
  • Crear contenido relevante y original, pues es lo que realmente atrae a los clientes.

  •  
  • Mantener la integridad del canal social, manteniendo un relación ética y evitar comportamientos que puedan perjudicar nuestra repercusión.

  •  
  • Formar cualificadamente a los empleados en la 'ciencia y relaciones' de los negocios a través de los medios sociales, para ayudar a nuestra empresa a avanzar en sus objetivos.

  •  
  • Aplicar diversas métricas para medir nuestras acciones sociales, para asegurarnos de nuestros resultados, y no sólo medir todo lo básico y sencillo.

  •  
  • Explicar y aclarar a nuestro personal cuáles serán nuestras políticas de comunicación social, pues cada cosa que diga en la web sobre la marca, es algo que nos debe interesar a todos.

  •  
  • Ser pacientes con la compañía y los empleados ante todos los cambios que serán necesarios para adoptar una estrategia de social media que termine beneficiando a nuestro negocio.
 
 
FONTE: PUROMARKETING

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

POST 1894: Los 10 mandamientos del buen Community Manager

El mundo del Marketing y la Comunicación ha evolucionado en muy poco tiempo gracias a Internet y las Redes Sociales. La profesión del Community Manager es relativamente nueva y todavía no existen unas reglas o pautas universales para desempeñar un trabajo perfecto. En mi opinión, la mejor manera de aprender y mejorar es a través de la experiencia y a base de “prueba-error” pero aun así he podido redactar 10 consejos básicos que hay que tener en cuenta a la hora de desempeñar la labor de un buen Community Manager:
 


1. Amarás las redes sociales y el marketing sobre todas las cosas

Un buen Community Manager es un apasionado de Internet y las Nuevas Tecnologías. Siempre está conectado con su móvil Android (o su Iphone) para revisar a diario su selección de RSS de Marketing y Comunicación o su TimeLine en Twitter. No pierde detalle de las últimas Redes Sociales que están de moda (Pinterest, The Fancy, Pose…). Y su vida sin nuevos proyectos no tiene sentido.


2. No tomarás las críticas como algo personal

Paciencia, paciencia y más paciencia. Sabemos que los usuarios en Internet son muy directos y sinceros y, a veces, tienen mucha mala leche pero, un buen Community Manager debe saber mantener la compostura y ser objetivo. Si quieres trabajar como CM, aprende a contar hasta 10… o hasta 100

3. Alabarás a los influenciadores y prescriptores de tu comunidad

En esta vida hay que ser agradecido y, por eso, no pierdas de vista a todos los usuarios que hablan bien de tu marca, que participan activamente en tus comunidades y que siempre están pendientes de tus posts. Haz una promoción para premiar al mejor fan pero, eso sí, no te olvides del resto de “fans” porque también son muy valiosos.


4. Honrarás a tu empresa en Internet y Redes Sociales

Tienes que ser un “evangelizador” de tu empresa, es decir, predica con el ejemplo. Si tú no eres capaz de confiar en tu empresa, no serás capaz de transmitir confianza a tus clientes o clientes potenciales.


5. No realizarás acciones sin planificar y analizar ¡Mide, mide y mide!

¿De qué sirve crear una campaña en Facebook o un concurso en un Blog si después no sabes si has conseguido los objetivos propuestos? Al igual que en el Marketing Tradicional, en Redes Sociales e Internet también hay que planificar, hacer seguimiento, medir y comprobar que todas las acciones han ayudado a conseguir tus metas.


6. No entrarás en polémicas ni discusiones

Un buen consejo es no entrar en polémicas ni discusiones y siempre intentar aclarar los problemas de una manera amistosa y educada.


7. No robarás a la competencia. ¡Comparte el contenido citando la fuente!

Crear un post en un Blog, un tweet o una publicación en facebook requiere tiempo y dedicación. A nadie le gusta que se apropien de su trabajo, por eso, si compartes contenido de otros usuarios cítalos siempre.

8. No mentirás ni esconderás información a tus usuarios

La sinceridad siempre por delante. Si no sabes algo, pregunta antes de contestar e intenta no esconder información porque puede generar mucha desconfianza y puedes perder clientes.


9. No consentirás ni alimentarás los comentarios de los trolls

Sabemos que los trols existen en Internet y también sabemos que un usuario “anónimo” no tiene reparos en hacer comentarios muy dañinos… entonces, ¿qué hacemos para gestionar una crisis de reputación online?

Aunque mucha gente está en contra de borrar comentarios, si existe un comentario maleducado, insultante o despectivo recomiendo borrarlo e informar a los usuarios acerca de las “reglas de conducta” de nuestra comunidad (que habremos redactado al inicio de la puesta en marcha de nuestras cuentas en redes sociales) dejando claro que siempre estamos dispuestos al diálogo y a la comunicación dentro de unas normas.


10. No codiciarás las estrategias ajenas. ¡Sé creativo!

No hay que copiar, hay que hacer “Benchmarking”: Tomar “comparadores” o benchmarks a aquellos productos, servicios y procesos de trabajo que pertenezcan a organizaciones que evidencien las mejores prácticas sobre el área de interés, con el propósito de transferir el conocimiento de las mejores prácticas y su aplicación. (Vía Wikipedia)

Estos son los 10 consejos que recomiendo como Social Media Manager pero, como en toda profesión, cada maestrillo tiene su librillo.

 
 
 
FONTE: PUROMARKETING

sábado, 1 de dezembro de 2012

POST 1885: INFLUENCIA: LA NUEVA MONEDA DE CAMBIO DEL ÉXITO ONLINE. Por Oscar Del Santo

Durante esta semana hemos sido testigos de un renovado interés en todo lo concerniente a la influencia online, gracias en parte al avivamiento de los posicionamientos y declaraciones en torno a los medidores de influencia y su eficacia, el recientemente publicado informe de Brian Solis ‘The Rise of Digital Influence’, el debate (cada vez más semántico que de fondo) entre influencia y relevancia y la aparición en el mercado de nuevos programas y aplicaciones de índoles comercial que aceptan tácitamente algo que mis amables lectores sabéis ya llevo defendiendo proféticamente desde hace algún tiempo: a pesar de los imperfectos y manifiestamente mejorables algoritmos, la influencia es ya de facto la nueva moneda de cambio del éxito online, con consecuencias que no se den subestimar tanto para la reputación, el marketing y la marca personal.
 
Hasta ahora nos hemos (mal)acostumbrado a que las aplicaciones de influencia online fueran gratuitas y parcial (Klout) o totalmente (Empire Ave) lúdicas. Esto acaba de cambiar para siempre con la entrada en escena de Traackr, una empresa cuyos productos ya están siendo usados por un número nada desdeñable de agencias y marcas de primera línea y que promete ‘encontrar a los influyentes que te importan más’… por un precio. Traackr complementa su oferta comercial con la creación de of 'alpha-lists' (α-LISTS) de influencers segmentados por palabra clave (algo imprescindible para comprender que online influencia y relevancia van estrechamente unidos) y cuyo lema es precisamente 'Relevance Drives Influence'. Cualquiera que sea el valor y la eficacia intrínseca de las herramientas de Traackr, no cabe duda de que el hecho de que la medición de influencia online esté ya siendo comercializada aparentemente con éxito sólo puede ser interpretado como un nuevo signo de la dirección hacia la que nos movemos. Y es que algo tendrá el agua cuando la bendicen.


Tristemente la mayoría de los internautas asocian la medición de influencia online con Klout, y se apresuran a enumerar las muchas y más o menos obvias deficiencias del exitoso programa; deficiencias que en algunos casos se han extrapolado injustamente a todo el concepto. En defensa de Klout cabe señalar que es una aplicación todavía en fase beta y que su esfera de influencia (nunca mejor dicho) se circumscribe única y exclusivamente al medio online. En otras palabras: uno puede disponer de una grandísima influencia offline que no se vea reflejada en Klout debido a su uso limitado de internet y los social media (ejemplo práctico:
Melchor Miralles). Aquellos que busquen herramientas más serias, transparentes e incluso ‘científicas’ harán mejor en probar Kred, Peer Index o ProSkore que se ajustarán más a sus gustos y necesidades (para que os hagáis una idea, mi porcentaje de Klout descendió la semana pasada mientras que el de Kred subía).

 
Pero sea cual fuere el valor intrínseco de este o aquel programa, nunca se han dado una serie de circunstancias que hagan que tod@s aquell@s que usan internet y las redes sociales con motivos y vistas profesionales y/o de personal branding se tomen en serio el concepto de la influencia online, se familiaricen con su filosofía y sus aplicaciones y busquen ganar más influencia aportando contenidos de auténtico valor a sus comunidades. Y antes de que uno se convierta en influyente, el identificar a los influencers y estar al tanto del concepto y la praxis de la influencia online es recomendable por muchas razones prácticas que ahorran tiempo y dinero. Como botón de muestra aquí van cinco:
 
- Nos ayuda a encontrar ejemplos de personas/empresas que ya están consiguiendo los resultados que queremos conseguir en internet en nuestro nicho y a los que podemos imitar sin necesidad de tener que reinventar la rueda
 
- Si encontramos propuestas o contenidos de valor, podemos ayudar a divulgarlos y convertirnos en sus ‘evangelistas’ tal y como yo he hecho en este post con Brian Solis, Traackr, Kred y otros.
 
- Podemos encontrar aliados poderosos entre los influyentes que nos ayude a la consecución de nuestros objetivos por la vía rápida.
 
- Nuestro networking estará mucho más focalizado y tendrá más garantías de éxito
 
- Podemos utilizar criterios objetivos para medir (aunque todavía sea de manera muy imperfecta) el impacto que estamos teniendo y la relevancia e influencia que estamos ganando entre nuestro público objetivo y nuestra comunidad e incluso identificar los social media que nos están ayudando más a ello
 
The list could potentially go on but the message is clear: online influence is here to stay and we are just witnessing the dawn of a new era full of promise and at the same time pregnant with uncertainty - at least until algorithms and programs become more sophisticated and accurate and the commercialization of influence starts bringing on some tangible and demonstrable benefits for brands. And that, dear personal branding friends, is most certainly going to include our own. It is increasingly looking likely that one day not that far ahead the first line of our online CVs or résumés will include a standardized online influence score. While what that will entail for our online personal branding remains to be seen, being proactive in this area of ever-growing importance is one of the best pieces of advice I can pass on at this point. Your personal branding success may hinge on it sooner than you expect.


Podría seguir con la lista, pero el mensaje ya está meridianamente claro (¡espero!): la influencia online ha llegado para quedarse y estamos siendo testigos del nacimiento de una nueva era llena de posibilidades y a la vez cargada de incertidumbre. No podemos ni debemos minimizar las consecuencias que la progresiva sofisticación y fiabilidad de los medidores de influencia online y su exitosa comercialización pueden tener para todos y cada uno de nosotros. Comenzamos a vislumbrar el día en el que los CVs online incluyan una puntuación estandarizada de nuestra influencia online, y en el que las empresas inicien sus estrategias online precisamente por la atracción de los influencers tal y como he contado en mi nuevo libro. Mientras tanto, el mejor consejo que puedo dar es el de que este es el momento de comenzar a ser proactivos en esta área de creciente influencia. Tu marca personal y tu éxito online puede depender de ello antes de lo que te esperas.

 
 Oscar Del Santo
Es impulsor y divulgador de la reputación online, el ‘marketing de atracción 2.0’ y el ‘personal branding’ en España. Formador, consultor, autor y conferenciante internacional bilingüe, colabora con todo tipo de empresas e instituciones así como escuelas de negocios y agencias de comunicación y social media punteras.
Mais de Oscar Del Santo AQUI

domingo, 25 de novembro de 2012

POST 1872: ¡PON UN INFLUENCER EN TU VIDA! Por Oscar Del Santo

El sueño de todo negocio o persona que se promociona en internet y las redes sociales tiene un nombre que conceptualiza todo un proceso psicológico y sociológico cuyo alcance no deja nunca de sorprendernos: me refiero a la famosa ‘lealtad a la marca’ o brand loyalty. Los excesos y extremos a los que pueden llegar los fans de una marca con la que se identifican y que – por un proceso de transferencia – perciben como propia parecen no tener límites: tatuarse su nombre, hacer cola durante horas para ser la primera en comprar el último producto y un número cuasi ilimitado de ‘frikadas’ que en ocasiones nos divierten y en otras hasta nos asustan. Lo cierto es que – aunque no seas Apple – dosis elevadas de lealtad consiguen imposibles para tus competidores como que la comunidad esté dispuesta a perdonar errores, promocionar y viralizar tu producto o servicio gratuitamente e incluso llegar a pagar más por ellos.
Nuestras interactuaciones online deben ir siempre guiadas por los factores que contribuirán a que alcancemos ese ansiado nicho de mercado privilegiado en el que viven las empresas con una clientela y/o comunidad no sólo leal sino entregada. Algunos de esos factores son las interacciones positivas, la consistencia, la credibilidad, la diferenciación, la autenticidad o el generar confianza a medio y largo plazo. Incluso en dosis reducidas, las ondas expansivas que causan el acumulado de estos importantísimos elementos nos allanarán grandemente el camino para conseguir nuestros objetivos.
 
Por ello es importante que sepas distinguir los signos para adaptar tu estrategia en consecuencia: la lealtad a tu marca y la aparición de evangelistas convencidos representa la culminación de tus esfuerzos promocionales e indica que estás ya inmersa en la segunda etapa de la fase de ‘Promoción’ de tu estrategia de marketing online, a saber:
Etapa 1: Tú llevas la voz cantante de la promoción de tu marca o empresa y te esfuerzas en construir una comunidad de clientes y seguidores
Etapa 2: Tu comunidad de seguidores y fans se convierten en protagonistas. Aparecen tus evangelistas y tus esfuerzos se centran en conseguir una mayor compenetración y sinergia entre tu estrategia y ellos
Habrás escuchado muchas veces que nuestra marca pertenece a nuestros clientes y esto apunta a una gran verdad. Sin embargo, aún lo es más el que nuestra marca pertenece a nuestros fans y evangelistas: eventualmente serán ellos junto con nuestra comunidad los que tomen las riendas de nuestra promoción; y a nosotros nos pasará a corresponder el dar el pistoletazo de salida con nuevas iniciativas y cuidar a esa comunidad con todo tipo de atenciones especiales que demuestren que reconocemos lo vitales que resultan para la consecución de nuestras metas. Será entonces el momento, al igual que Apple y otras marcas exitosas, de crear toda una estrategia focalizada y preferencial para este segmento único de nuestra ‘familia’ de admiradores y fans.
Muchos pensarán que me estoy únicamente refiriendo a cupones, promociones y descuentos especiales. De hecho, este ‘tratamiento VIP’ va mucho más allá y a veces se traduce simple y llanamente en una buena palabra o en un reconocimiento de la indudable aportación a nuestro proyecto. Lógicamente podemos y debemos ser mucho más sofisticados y entre las diferentes opciones a nuestra disposición se encuentran el ofrecer información privilegiada sobre nuestro producto, servicio o marca; el testeo de todo tipo de aplicaciones y programas en fase beta; encuestas y cuestionarios con premio que nos aporten información de valor; ofrecer a nuestros mejores clientes la oportunidad de comprar primero todo nuevo producto o servicio antes que el común de los mortales; y por último, el regalo promocional del mismo a los influencers.
Uno de los grandes secretos de la ‘Etapa 2’ es que te puede ahorrar muchísimo trabajo, tiempo y dinero si la ejecutas inteligentemente. Retomando el último ejemplo, David Meerman Scott cita la anécdota de una marca que en vez de realizar una campaña publicitaria a la antigua usanza llamó a los 30 blogueros de USA más influyentes del sector, les envió el nuevo producto y les pidió que opinaran libremente sobre él. Las valoraciones fueron mayoritariamente positivas y las oportunidades de relaciones públicas y finalmente ventas que se generaron superaron todas las expectativas y fueron mayores a las de la anterior campaña que había incluido anuncios en los medios y la contratación de una agencia de RRPP tradicional.
Cuando las personas u organizaciones me piden consejo para sus planes de marketing online, mi primera recomendación es que pongan por escrito estos tres pilares de su estrategia: clientes, keywords e ‘influencers’. Y es que una vez establecidos tu público objetivo y palabras clave, no hay nada más fundamental que el saber a ciencia cierta quienes son las personas más influyentes en el mundo online y que llevan la voz cantante de la conversación que se está produciendo en tiempo real sobre tu área de negocio o interés. Los ‘influencers’ son personas, medios o empresas referentes que gozan de gran credibilidad ante la comunidad y que a menudo disponen de canales privilegiados y establecidos desde los que pueden llegar potencialmente a miles de personas y por ello resultar auténticamente ‘influyentes’.
¡Atención! Los influencers online pueden o no coincidir con los influencers offline, y te corresponde a ti el realizar una minuciosa investigación de la blogosfera, la tuitosfera, etc. que tenga en cuenta factores que sin duda irán más allá del mero número de seguidores del que disponen (¡aunque el número en sí es sin duda importante!). Los nuevos medidores de influencia online como Klout, Kred o Peer Index pueden resultarte de ayuda, así como las cada vez más comunes listas de influencers que circulan por internet.
Hablamos de ‘community managers’ para referirnos a los gestores de las redes sociales y lo hacemos con propiedad. Siempre llega el punto de maduración en el que la labor fundamental de estos profesionales se convierte no en publicar mensajes sino en ‘gestionar’ (y por gestionar entiendo informar, fomentar y dinamizar) nuestra comunidad, sabiendo que es ella nuestro principal activo para la promoción de nuestros contenidos. Y la gestión de los influencers es sin duda la piedra de toque que demuestra la excelencia profesional de todo community manager: nada puede beneficiar más a nuestros objetivos que el que los influencers se monten en el carro y se conviertan en agentes activos de nuestro esfuerzo promocional.
 
La ecuación es sencilla: cuando el influencer se convierte en evangelista, el resultado es siempre el éxito. Al famoso dicho de ‘pon un community manager en tu vida’ le debemos inmediatamente añadir el de ‘pon un influencer en tu vida’: ambos resultan imprescindibles para toda estrategia online que se precie.
 
 
Oscar Del Santo
Es impulsor y divulgador de la reputación online, el ‘marketing de atracción 2.0’ y el ‘personal branding’ en España. Formador, consultor, autor y conferenciante internacional bilingüe, colabora con todo tipo de empresas e instituciones así como escuelas de negocios y agencias de comunicación y social media punteras.
Mais de Oscar Del Santo AQUI

sábado, 17 de novembro de 2012

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

POST 1845: DIGA-ME ONDE DÁ CHECK-IN, QUE TE DIREI QUEM ÉS!


O novo ecossistema digital faz com que criemos novos hábitos, novas maneiras de nos relacionarmos e novas formas de habitarmos o mundo em que vivemos. Nesse sentido, usamos as redes sociais digitais para tentar construir narrativas envolventes por meio de jogos discursivos, e com isso tentamos obter a validação de terceiros sobre os conteúdos (emocionais ou não) que construímos em rede.

Aplicativos de geolocalização têm sido a grande vedete desse novo, inquieto e hesitante universo online que habitamos hoje em dia. Por meio desses aplicativos, como o Foursquare ou o Facebook, eu vou construindo essas narrativas e demarcando o território onde estou. Afinal, o lugar aonde vou comunica muito sobre quem sou, o que eu penso, como eu ajo, ou até mesmo como eu quero que as pessoas me percebam no mundo.
 
O homem é um ser narcísico por natureza. Sempre foi. O ser humano adora um espelho. As pessoas têm pré-disposição a um certo narcisismo no ambiente em rede. Fato. Evidencia-se que na maioria das vezes as pessoas dão check-in em lugares transados, descolados, bonitos, atraentes e que quero que as pessoas saibam que eu estou ali. Check-in no aeroporto é legal, afinal as pessoas vão ter a percepção que sou viajado, ocupado, entupido de milhas, um homem de negócios. Check-in na rodoviária, nem pensar!
 
Afinal, a troco de quê eu vou querer que meus amigos saibam que eu estou prestes a pegar um busão no, nada atraente, Terminal Rodoviário da Barra Funda. Is not cool! Check-in no MoMa de Nova York? Uau! Demais! Além de descolado, antenado, o cara aprecia e adoro artes, e está lá saboreando obras de Andy Warhol, Matisse, Monet e Marcel Duchamp.


Imagem: reprodução


Agora, dar check-in no novo MAC (Museu de Arte Contemporânea de São Paulo) que recentemente inaugurou seu novo endereço no belíssimo prédio que ocupava o Detran/SP, no complexo do Parque do Ibirapuera, e foi projetado por Oscar Niemeyer, em sua época mais áurea (entre Pampulha e Brasília), melhor não, afinal, nunca foi nesse museu, nem sabia que existia e não entende nada daquelas malucas instalações de arte contemporânea. O local líder de check-ins na cidade de São Paulo é o Parque do Ibirapuera, afinal é super maneiro fazer com que as pessoas saibam que estou no maior parque da cidade fazendo exercícios físicos, malhando e desestressando um pouco.
 
Há quem não obedeça o status quo e dê check-in apenas em lugares não tão prestigiados assim, como por exemplo no restaurante Ragazzo, no Habib's, no Shopping Interlagos, no Largo 13 de Maio, nas Lojas Marisa. Não apenas para compartilhar com a turma que está nesses locais, mas sim justamente para "tirar onda" da ferramenta e agir contra a massa. Apenas 30% das pessoas compartilham seus check-ins no Facebook ou Twitter. Os 70% dão o check-in e o deixam apenas ao conhecimento dos amigos do Foursquare mesmo. O Facebook logicamente está percebendo a força e o ganho de audiência exponencial do Foursquare e tem aperfeiçoado visivelmente a sua funcionalidade para check-ins.
 
Eu sou usuário assumido dessas ferramentas, pelo simples fato que estudo e pesquiso tudo isso, e procuro entender como essas coisas impactam as pessoas e como elas se relacionam entre si. Recentemente, eu dei meu milésimo check-in no Foursquare (sim, já cliquei no "Check-in Here!" mais de 1.000 vezes!). Ao dar meu milésimo check-in, o Foursquare me mandou um email, agradecendo por tantos check-ins dados e mandou um código promocional, para que eu fosse no site deles e comprasse um camiseta exclusiva da rede social com um desconto. Não pensei duas vezes, e fui lá para efetivar a compra.
 
Comprei não somente a camiseta, mas também um pacotinho de adesivos. Paguei cerca de 25 dólares em tudo. No entanto, o custo do Fedex para envio foi de mais 30 dólares, e tive o azar de ter minha compra retida na Receita Federal, e fui taxado em mais 80 reais para liberar meu produto na aduana. Bem feito! Nisso que dá ser viciado nessas coisas.
 
 
 
TEXTO DE MARCOS HILLER

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

POST 1843: WEBEMPREENDEDORISMO: NOVO MODELO DE NEGÓCIOS

 
O momento econômico pede o empreendedorismo. O mundo pede a inovação. Sai a classe média de carteira assinada e entram os revolucionários empreendedores. Criar um negócio na era digital é sentir-se inserido em um novo mundo, no qual você é o que você compartilha. O conceito de modernidade foi cunhado no século passado, mas acabou a era do ter. Esta é a era do ser.

Vivemos o tempo da "dissonância cognitiva", ou seja, ninguém sabe as regras, ninguém foi ensinado. Por que não empreender? Por que não experimentar? Ouse, arrisque, experimente. Muitos erros acontecerão, erraremos mais e mais. Será empírico, mas aprenderemos como fizeram tantos "gênios digitais". A pergunta é como aprendemos com o erro das gigantes e dos profissionais que venceram? O que de bom eles fizeram para conter a ira das pessoas? Temos muito a aprender, e que bom que não existe receita de bolo. E que bom que há gente saindo para se molhar na chuva.
 
Empreender é o melhor remédio para a depressão e para o vazio existencial. Vivemos uma abertura sem precedentes para novas ideias, novas abordagens e novos negócios. Lá vem você com a pergunta simplista: "E onde arranjo tempo?". Sim, o tempo linear acabou. Esqueça o relógio e foque nas ações e no objetivo final. Sei que você tem dúvidas e medos: "E a bolsa de estudos que eu ganhei da empresa?"; "E a prestação do carro?". Então, faça como milhares de pessoas: separe duas horas por dia, sacrifique um pouco seu lazer e seu tempo diante da televisão e vá empreender na era digital.
 
 
Imagem: Shutterstock
 
Um grande amigo escreveu em seu blog uma vez que os concorrentes no mundo do empreendedorismo digital são os programas de trainees, os donos de bares e os vendedores de drogas. São eles que tiram os corações e as mentes de jovens que poderiam criar novas empresas.
 
É hora de reagir. Não tenha medo de demitir da sua vida os chefes que gritam e de renunciar aos trabalhos chatos. Olhe à sua volta e perceba o olhar dos empreendedores. Repare nas perguntas questionadoras e inventivas dos curiosos. Os novos poetas do "mundo.com" estão deixando uma marca digital, quebrando o silêncio e começando uma revolução.
 
São milhares de empreendedores em todo o Brasil, inquietos, que trocam empregos pelo sonho de fazer seu negócio. São executivos que trabalham à noite e na madrugada para montar a própria empresa. Essa revolução não usa armas, mas mentes inventivas. Um Brasil inventivo já nasceu. Já existe um Brasil empreendedor, digital, vanguardista e ético. Pessoas estão criando novos negócios e novas formas de pensar na economia criativa e no webempreendedorismo. Precisamos valorizar o que nosso país tem de bom, principalmente as boas ideias.
 
 

POST 1841: 4 MANEIRAS DE VENCER A BATALHA CONTRA FALSAS MATÉRIAS ON LINE

 
Os profissionais de marketing devem mobilizar seu exército de defensores dos clientes para postarem comentários justos e equilibrados para a indústria e sites de avaliação social.
 
Por Scott Buchanan

Você já ouviu algum desses comentários questionáveis antes? “Funcionários incompetentes do restaurante”, “Hotel em péssima situação, precisam de reforma”, “gerente da noite assustador.” Estes comentários podem ser legítimos, mas em muitos casos as empresas enfrentam uma difícil batalha contra a proliferação de falsas avaliações online.
 
Críticas negativas e falsas em excesso são difundidas em sites de avaliação. Estas revisões podem ter um impacto de longo alcance sobre as empresas do setor de serviços. Por exemplo, um estudo da Harvard Business School determinou que cada estrela no Yelp (Yelp, Inc. é uma empresa que atua em yelp.com, uma rede social em que é possível fazer comentários e também é um site de busca local com críticas e revisões) é traduzida para um impacto de 5% a 9% em receitas. Além de influenciar a decisão de compra de um cliente, revisões desfavoráveis ​​e potencialmente destrutivas também podem manchar a reputação de marca da empresa.
 
A prática de gerar opiniões falsas se tornou tão popular que é agora um negócio. Otimização dos Comentários Falsos é um processo onde as empresas vendem a capacidade de produzir feedback social errôneo em massa. Comumente referido como FRO (abreviação em inglês de Otimização dos comentários falsos), esta abordagem é imune aos métodos convencionais de monitoramento como lista negra, tornando-o ainda mais difícil para as empresas lidarem.
 
Com os novos riscos surgindo, as empresas estão buscando rearmar seus esforços para controlar a sua marca socialmente. Como eles podem se defender contra a ameaça de opiniões falsas? A resposta, em parte, pode ser encontrada no feedback boca-a-boca.
 
Historicamente, o termo boca-a-boca, tem sido visto como uma das formas mais confiáveis ​​e com credibilidade de marketing. Divulgar a avaliação dos clientes sempre foi uma forma ideal de atrair e reter clientes-chave. As pessoas confiam implicitamente recomendações de amigos e familiares. Como as empresas podem aumentar o volume do feedback genuíno e opiniões que melhoram a reputação da marca e gerar leads?
 
Comece refrescando os canais de mídia social da sua empresa. Se os sites que divulgam a avaliação dos clientes não têm um monte de postagens, isso pode ferir os seus resultados de pesquisas. Mantenha as suas páginas do Facebook ativas e atualizadas com conteúdo relevante e popular para o seu público. Ao fazer isso, você vai melhorar seus mecanismos de pesquisa e toda estrutura de mídia social.
 
Segundo, recrutar seus fãs mais fiéis para ajudar a fomentar o seu negócio. Coletar  suas informações de contato, e não se acanhe em pedir-lhes referências. Não é só a sua credibilidade na defesa, o custo para sua empresa e departamento de marketing é quase zero.
 
Em seguida, incentivar os clientes a postarem comentários nas mídias sociais e sites de avaliação on-line. Isso leva uma maior quantidade e qualidade de avaliações, minimizando o efeito das avaliações excessivamente negativas e falsas. Por exemplo, depois que o cliente concluir uma pesquisa de satisfação, pode-se encaminhá-lo para as suas páginas de mídia social para que possam compartilhar suas experiências publicamente.
 
Por último, engajar seus detratores pro-ativamente. Considere a criação de campanhas separadas e promoções que estimulem promotores a defenderem a sua marca e darem aos detratores a atenção extra que eles precisam. Se seu acompanhamento é eficaz, os detrtores iniciais podem excluir ou alterar opiniões negativas, servindo como prova de seu interesse em atendimento ao cliente.
 
Resumindo, o marketing boca-a-boca usado em canais de mídia sociais pode ajudar a crescer um negócio de maneiras que antes eram inimagináveis. A melhor defesa é um bom ataque, e tocando seus defensores é a melhor forma de compensar avaliações negativas excessivas e falsas, fortalecendo a sua reputação da marca social.
 
 
 
FONTE: 1 TO 1

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

POST 1811: COMO UMA METODOLOGIA AUMENTA SEUS RESULTADOS EM MARKETING DIGITAL

A adoção de uma metodologia tem por objetivo justamente estabelecer um processo estruturado para organizar o trabalho nesse nível de complexidade das ações de marketing digital.
 
O termo marketing digital foi criado há alguns anos para designar uma nova forma de se relacionar e se comunicar com clientes e consumidores no crescente mercado da internet. Porém, com a evolução da web, essa atividade vem se tornando cada vez mais complexa.
Para aplicar o marketing digital, um gestor ou empresário tem à sua disposição para promover seus produtos e serviços uma série de recursos: links patrocinados (adwords), redes de displays, otimização de sites (SEO), blogs, e-mail marketing, ações em redes sociais, e-commerce e programa de afiliados, só para citar as mais importantes. Cada um tem as suas próprias características e devem ser usados de acordo com o perfil do público-alvo e do segmento de cada empresa.
 
Além disso, é necessário ficar atento também às novidades e tendências que chegam e se vão com enorme rapidez. Até pouco tempo atrás a grande febre eram os sites de compras coletivas; hoje vivemos o momento dos aplicativos (apps) para smartphones e tablets; e amanhã?
 
A adoção de uma metodologia tem por objetivo justamente estabelecer um processo estruturado para organizar o trabalho nesse nível de complexidade. Já existem diversos métodos nesse sentido e um dos mais consistentes é a metodologia 8Ps. Elaborada pelo professor de pós-graduação da ESPM Conrado Adolpho, tem a grande vantagem de ter sido concebida com base na experiência prática e realidade do mercado brasileiro e se divide em oito passos (os 8Ps):
1. Pesquisa: Conhecer o público-alvo da sua empresa e como inter(agir) com ele na internet.
2. Planejamento: Como elaborar um plano de ação, orçamento, equipe de trabalho e formas de avaliar os resultados através de um documento formalizado.
3. Produção: Transformar o site em uma plataforma de negócios.
4. Publicação: Desenvolver conteúdo de relevância para atrair consumidores e clientes.
5. Promoção: Criar campanhas promocionais e divulgá-las nos diferentes canais disponíveis na web.
6. Propagação: "Viralizar" as promoções de modo a aumentar exponencialmente o número de pessoas atingidas pela campanha.
7. Personalização: Identificar as diferenças entre as necessidades de grupos de clientes e desenvolver ações promocionais e de comunicação personalizadas.
8. Precisão: Mensurar a avaliar os resultados de acordo com indicadores de desempenho.
Ao todo os 8 passos formam um ciclo que permite à empresa descobrir suas "verdades": como agem seus consumidores, o que funciona e não funciona em seu mercado específico, um método para gerar e colocar em prática o conhecimento adquirido. Não estabelece fórmulas, mas mostra o passo a passo para definir as suas prioridades na internet. Os interessados em conhecer mais detalhes sobre a metodologia podem consultar o livro "Os 8Ps do Marketing Digital", publicado pela editora Novatec.
 
Por Silvio Tanabe. Jornalista com pós-graduação em comunicação com o mercado pela ESPM-SP, Silvio Tanabe é empresário, consultor da Magoweb Marketing Digital e instrutor 8Ps. É autor do blog Clínica Marketing Digital.
 
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