terça-feira, 1 de maio de 2012

POST 1598: CORPORAÇÕES DEVEM MOSTRAR UM "LADO HUMANO" PARA ADQUIRIR CONFIANÇA DE SEUS CONSUMIDORES. Por Don Peppers e Martha Rogers

Nós nunca podemos saber com certeza a intenção das outras pessoas. O motivo pelo qual cada um toma determinada decisão é intrínseco a ele. Tudo que podemos fazer é observar seu comportamento – o que fazem, como se portam e o que dizem em voz alta.

É da nossa natureza, entretanto, o costume de nos colocar no lugar do outro e atribuir os motivos que levam a ações considerando o que observamos eles fazerem. Nós sabemos o que acontece em nossa cabeça, sabemos quais seriam nossas intenções se estivéssemos no lugar do outro e, por esse motivo, imaginamos o que está passando na cabeça deles e a razão pela qual fizeram tal escolha. Quando confiamos na intenção de alguém, estamos na verdade fazendo nosso julgamento baseado no comportamento dele. Isso pode parecer um circuito fechado, mas Henry Stimson conseguiu colocar da maneira correta quando disse: "A única maneira de tornar um homem confiável é confiando nele".

É de se esperar que duas pessoas diferentes, avaliando o mesmo comportamento de uma terceira pessoa, vão chegar a conclusões diferentes. Apenas alguém que consegue ler pensamentos pode ter 100% de certeza quando o assunto envolve as intenções do outro.

Nós fazemos o mesmo tipo de julgamento quando avaliamos as empresas das quais compramos, na qual trabalhamos e, sobretudo, com as quais realizamos qualquer tipo de interação. Assim como Seth Godin já demonstrou em diversos livros, uma corporação não tem nenhuma intenção, porque na realidade ela não tem uma mente própria. Mas isso não nos impede de analisar o comportamento de uma empresa e atribuir a ele características humanas e nos perguntar quais seriam nossas intenções se tivéssemos que tomar as mesmas decisões.

Isso também significa que, se as ações não podem ser observadas, não haverá uma base para julgar a confiabilidade de uma empresa. Aqui há uma lição importantíssima sobre como as empresas podem se tornar mais confiáveis aos olhos do consumidor e, assim, competir de maneira mais igual com outras empresas: para parecer confiável, você deve ter um lado humano. Você deve se portar de uma maneira que mostre empatia e isso significa que diretores e empregados devem se portar desse mesmo jeito. Quando pensar no consumidor, tente pensar nele como parceiro em uma relação que beneficia ambos os lados. Quando você toma decisões por sua empresa, você deve se perguntar: que ação um amigo tomaria em relação a outro se estivessem nessa situação? Há algum motivo pelo qual você não deveria agir da mesma maneira?

Rajendra S. Sisodia, David B. Wolfe e Jangdish N. Sheth, autores do livro Firms os Endeament (na tradução livre para o português Laços de Ternura), sugerem que um aspecto importante que demonstra o lado humano de uma empresa é o fato dela não ter medo de mostrar vulnerabilidade. Não estamos acostumados a ver empresas falando com franqueza sobre seus problemas, ou admitindo suas vulnerabilidades. Também não podemos culpá-las por serem relutantes em fazê-lo, mesmo porque, ao mostrar fraqueza no contexto errado, muitas vezes podem sofrer um processo legal. Entretanto, da mesma maneira que as interações entre empresas e consumidores crescem através de blogs, Twitter, Facebook, Youtube e outras ferramentas, consumidores demonstram estarem mais dispostos a dar o benefício da dúvida para essas empresas que mostram um lado mais humano frente a seus consumidores.

Os mesmos autores, ao argumentar que a iniciativa para admitir um erro e tomar responsabilidade é essencial para a ideia de transparência, admitem que os departamentos jurídico e o de relações públicas, na maioria das empresas, serão totalmente contra. Porém, se você quer que os outros se envolvam num diálogo de maneira genuína – se você quer passar confiabilidade – então ser vulnerável é imprescindível. Esconder sua vulnerabilidade diminui a vontade de seus stakeholders de mostrarem as deles, diminuindo consideravelmente a autenticidade e valor de qualquer interação ou diálogo.

Há um bônus em mostrar um lado humano. Quando você o faz, seus empregados estarão orgulhosos de fazerem parte da sua organização. Seu índice de rotatividade de pessoal irá diminuir, uma vez que seus empregados, na grande maioria, preferem trabalhar em um lugar em que há confiança, passando-a para seus consumidores e, consequentemente, gerando maior confiabilidade para sua empresa.

Dessa maneira, você não ganha apenas uma empresa mais competitiva e bem sucedida, mas uma empresa melhor.

Retirado, com permissão dos autores, do livro Extreme Trust: Honesty as a Competitive Advantage, de Don Peppers e Dra. Martha Rogers


FONTE: 1TO1

POST 1597: 3 claves para crear Contenido de valor en Social Media

Muchas son las tácticas que se pueden plantear a la hora de realizar una estrategia contenidos en social media y todas tienen su fundamento. Pero en este post quiero darte una que a mi me ha ayudado mucho a crear contenido de valor. Para ello destacamos una serie de claves o pasos que podremos tener en cuenta a la hora de poner en marcha una estrategia de contenidos en social media.

Identifica tu audiencia: Aquí tienes que ser muy creativo, tu audiencia no es sólo quien compra el producto/servicio, sino aquellos que te pueden hacer llegar más rápido, y sobre todo mejor, el mensaje a tu consumidor.

Por ejemplo, si tienes un público objetivo que son las madres de más de 50 años, difícilmente será una audiencia que puedas encontrar fácilmente en las redes sociales, pero puedes utilizar una estrategia a través de los hijos. La creatividad aquí es una parte esencial en el desarrollo de la estrategia.

Identifica sus problemas: Ten en cuenta que siempre hablamos de personas con nombres y apellidos y que todos los días viven en el mismo entorno que nosotros, con problemáticas similares. Investiga en cual es su problemática diaria, visita foros sino las conoces, con que se enfrentan día a día, tanto profesionalmente como personalmente.

Soluciona sus problemas: Hazle la vida más fácil, más alegre, aportándole contenido que les haga más feliz la vida, que le aporte soluciones, que se acuerden de ti como el lugar donde pueden obtener soluciones a los problemas que les ocupan y preocupan diariamente. Cualquier formato es válido. Texto, Audio, Video, Fotografía. No dejes de lado ninguno de ellos.

Si quieres que los usuarios quieran más a tu marca, ayúdales, conecta con ellos, no les intentes vender nada, si tu producto les interesa deben saber donde encontrarlo eso sí. Extrae los valores que tu marca/producto aportan a la sociedad, para hacer que todo sea más fácil.


POST 1596: OS 10 PASSOS MAIS IMPORTANTES PARA SE TORNAR UM EMPREENDEDOR

Ter uma boa ideia não é o suficiente para ser empreendedor. Além dos empecilhos formais exigidos pela infinita burocracia brasileira - que acaba disparando os custos com cartórios, com advogados tributaristas e alvarás - existe a falta de capacitação específica para gerir uma empresa. Muitos começam sem sequer saber o que é um plano de negócios, e acabam fechando as portas após pouco tempo de empresa.


Para começar, além da ideia é preciso se capacitar e pensar alto, além do CNPJ. Juliana Queiroga, coordenadora da ONG Endeavor no Nordeste, explica que empreendedores de alto impacto - que conseguem erguer empresas lucrativas - são capazes de mudar a realidade da região onde vivem, gerando empregos e atraindo capital e investimentos. "Eles querem crescer para gerar renda, oportunidades e postos de trabalho. Esses empreendedores proporcionam mobilidade social. E o melhor de tudo: inspiram as próximas gerações de empreendedores de alto impacto e, por conseguinte, desenvolvem a economia do país", explica.

A Endeavor indica as principais etapas para se tornar um empreendedor, baseado em pesquisas e consultorias na área:


1. Comece com o que você sabe. Não escolha o negócio apenas baseado no maior mercado, potencial de crescimento, etc. Escolha um negócio relacionado ao que você já sabe e pode fazer bem. A partir daí, desenvolva estratégias focadas no maior potencial de sucesso e crescimento.

2. Não fique preso a um plano de negócios. Você não é um servo dele. Em vez disso, concentre-se no seu modelo de negócio e esteja disposto a mudá-lo. Dois terços dos empreendedores de alto impacto não escreveram um plano de negócios formal e 45% mudaram seu modelo de negócios pelo menos uma vez.

3. Encontre sócios de confiança. Equipes de fundadores de empresas têm um melhor desempenho quando já trabalharam juntos. 75% dos empreendedores de alto impacto já haviam trabalhado com os seus sócios.

4. Não aposte sua vida. Seja muito estratégico quanto aos riscos que você toma. Procure maneiras de compartilhar o risco com outros investidores e diminuir custos fixos. Mais de 85% dos empreendedores de alto impacto tinha reservas para cobrir as suas necessidades básicas por um mínimo de um ano.

5. Confie no seu taco. Casos de sucesso de fundadores jovens com poucos anos de experiência de trabalho vêm se multiplicando.

6. Acesse capital de terceiros. Procure sócios-investidores e tente compartilhar o risco com clientes e fornecedores.
7. Sonhe grande: comece local, mas pretenda ser global. Concentre-se no sucesso local no início, mas sempre aspire a ser global. Mais de 80% dos empreendedores de alto impacto desde o início já planejava expandir para outros lugares.

8. Lance seus produtos rapidamente. Coloque seu produto no mercado o mais rapidamente possível, mas busque retorno dos clientes e melhore de maneira contínua.

9. Pequenas melhorias podem levar a grandes resultados. Micro inove: faça pequenos ajustes nos seus produtos e serviços com base nos feedbacks dos clientes.

10. Entenda bem o seu fluxo de caixa. Mais de 70% dos empreendedores de alto impacto conhecem profundamente o fluxo de caixa das suas empresas.




POST 1595: CRÍTICAS, COMENTARIOS NEGATIVOS Y LA REGLA DEL 90/10. Por Oscar Del Santo

Desde que en mi primer libro ‘Reputación Online para Tod@s‘ dedicara un extenso capítulo a cómo gestionar los comentarios negativos, se ha ido extendiendo un consenso de buenas prácticas al respecto en España y Latinoamérica que constituye ya la norma más o menos tácitamente asumida por los profesionales de la reputación online y los community managers y que se ha ido progresivamente incorporando a la práctica totalidad de cursos y programas de formación y materiales relevantes. Personalmente es un motivo de especial satisfacción para mí que igualmente mis ataques al ‘buenismo‘ o a la falta de una defensa enérgica y vigorosa de nuestra reputación y buen nombre cuando procede hayan dado fruto y que se haya perdido progresivamente el miedo a plantar cara con respeto y elegancia pero a la vez con firmeza a las críticas injustificadas y maliciosas contra nuestras personas y marcas cuando estas se producen.

El consenso al que me refiero es que como norma general nunca debemos ignorar y sí escuchar y dar respuesta respetuosa en el menor tiempo posible a las críticas y comentarios negativos en el medio en que ocurren; no eliminarlas a no ser que exista una razón justificada para ello; intentar en lo posible mantener un tono y establecer un diálogo positivo con nuestros críticos; no enzarzarnos en debates estériles; evitar que se produzcan dañinas crisis de comunicación que puedan desvirtuar el buen trabajo de meses cuando no de años; y todo ello lógicamente dentro del marco de una monitorización proactiva de la conversación que se pueda estar produciendo sobre nosotros en tiempo real tanto dentro como fuera de nuestros espacios online. La marcas que siguen ignorando estos principios sirven como recordatorio para todos del alto precio que podemos pagar por ello, como demuestran los recientes casos de Central Lechera Asturiana o Interflora.

Sin embargo, estas buenas prácticas no llegan al auténtico fondo y me atrevo a decir a una de las claves de la gestión de la reputación online, ya que no dan respuesta a la gran pregunta que debemos hacernos al recibir críticas y comentarios negativos tanto a nivel individual como organizacional, a saber: a pesar de que respondamos a ellas con educación y respeto, ¿cuándo deben las críticas hacernos variar de rumbo y modificar nuestra praxis y cuando debemos ignorarlas y seguir haciendo lo que estamos haciendo a pesar de su existencia?


Para dar una respuesta satisfactoria a esta pregunta debemos tener siempre un principio presente que a veces resulta doloroso a alguno de mis mejores y más admirados compañeros: todos estamos expuestos a las críticas e invariablemente a tod@s se nos va a criticar tanto justa, elegante y objetivamente como interesada, parcial y rastreramente. He asistido ensimismado a algunas de las mejores presentaciones y ponencias que he tenido la suerte de presenciar para luego quedarme atónito con ciertas críticas que se vertían pública y privadamente contra ellas para mortificación de los que habían invertido tantas horas, esfuerzo e ingenio en producirlas. Necesitaríamos un tratado de psicología humana para cubrir las múltiple razones por las que algunas personas muestran animosidad contra otras, pero desde luego que a veces tiene bastante poco que ver con la calidad objetiva de un trabajo y mucho con cuestiones aleatorias. Por si sirve de ejemplo, en mi caso personal han aparecido desde mis preferencias futbolísticas o mi falta de adscripción a sectarismos políticos pasando por mi uso/no uso de acentos en determinados contextos, la participación en entrevistas en determinados programas o el color que utilizo en alguna de mis presentaciones. El catálogo es realmente tan interminable como en ocasiones irrisorio.

Es por ello que resulta imperioso que personas y marcas racionalicemos nuestro modus operandi y creemos unas pautas de respuesta a las críticas y comentarios negativos que vayan más allá de los aspectos puramente comunicativos. Y aquí es donde surge la regla del 90/10 como una aproximación práctica que impida que perdamos inútilmente tiempo, esfuerzo y optimismo y que siempre he utilizado exitosamente y por ello recomiendo: en la inmensa mayoría de los casos no procede que modifiquemos nuestro trabajo si las críticas no superan el 10% del total de las opiniones/valoraciones vertidas sobre un contenido, servicio o producto. Como todo el que haya estudiado estadística descriptiva sabrá, esta regla tendrá una mayor validez cuantas mayores sean el número de opiniones vertidas e insisto en que es sólo aproximativa y que deberá tener en cuenta algunas notables excepciones. Atención especialmente a las llamadas ‘críticas cruzadas’: cuando dentro de ese 10% (o incluso en porcentajes mayores) se encuentran valoraciones negativas por ejemplo sobre la duración de un servicio tanto en un sentido como en el contrario (demasiado corto, demasiado largo), podemos descansar tranquilos sabiendo que hemos hecho razonablemente bien nuestro trabajo.

Me apresuro a indicar que todo esto en ningún caso significa que no debamos leer con atención ese 10% de críticas negativas ni que no podamos extraer lecciones provechosas de ellas que puedan ayudarnos a mejorar y evolucionar. Pero igualmente que el modificar nuestro estilo o incorporar ideas que realmente no se corresponden con nuestros valores o idiosincrasia para contentar o acallar ciertas críticas y buscar esa tasa imposible del ’100% de aprobación’ lanza un mensaje de debilidad y fragilidad sobre nuestra marca que puede hacernos un daño mucho mayor que el de mantenernos firmes y capear la tormenta (que no el temporal) de opiniones y valoraciones minoritarias. Es por ello que conviene recordar tanto a los community managers (¡y cuánto sufren much@s por esto!) como a los gestores de redes sociales y comunicación y marketing online que obsesionarse con contentar a todo el mundo resulta altamente contraproducente por la pérdida de tiempo, recursos y horas de sueño que en ocasiones supone. Ni las mejores películas ni los mejores libros han conseguido contentar a todos: no esperemos que nuestro trabajo sea diferente ni perdamos el ánimo innecesariamente. Realmente casi nunca – y mucho menos cuando la mayoría nos aplaude y anima – merece la pena.




Oscar Del Santo
Es impulsor y divulgador de la reputación online, el ‘marketing de atracción 2.0’ y el ‘personal branding’ en España. Formador, consultor, autor y conferenciante internacional bilingüe, colabora con todo tipo de empresas e instituciones así como escuelas de negocios y agencias de comunicación y social media punteras.
Mais de Oscar Del Santo AQUI

POST 1594: 10 MITOS SOBRE A ESCOLHA DA CARREIRA

A escolha da profissão pode deixar alguns jovens “de cabelo em pé”. Neste momento, é comum surgirem dúvidas, insegurança e medo de optar pela carreira errada. Nesta horas, os palpites e as sugestões de familiares e amigos, apesar de bem-intencionados, podem atrapalhar ainda mais.

A consultora de Recursos Humanos e coach, Maria Bernadete Pupo, aponta os principais mitos que cercam esta questão.

Confira abaixo 10 mitos.


Escolher uma carreira é simples
- O truque de se inscrever em vários vestibulares de áreas diferentes e esperar para saber em qual curso foi aprovado poderá resolver a dúvida no princípio. Entretanto, se o estudante não gostar do curso, ou terminará a faculdade a contragosto ou voltará à estaca zero, tendo de optar de novo por outro curso. Para evitar que isso aconteça, é fundamental a reflexão. “A escolha da profissão deve ser baseada nas vocações da pessoa. Isso ela saberá por meio da autorreflexão”.
Um profissional pode me dizer que profissão devo escolher - De maneira nenhuma, a escolha da profissão cabe apenas à pessoa. O especialista poderá ajudar no processo de autodescobrimento. “O profissional deve conduzir este processo, para que quem esteja em dúvida descubra suas vocações, mas nunca escolher por ele”.



Dificilmente ganharei minha vida com um hobby - Geralmente, o hobby é algo que a pessoa ama fazer e, quando se trabalha com o que se gosta, a chance de ser bem-sucedido é muito maior. “Muitas pessoas não se dão conta disso e deixam passar esta oportunidade. Quem ama o que faz trabalha com brilho nos olhos”.


Devo escolher carreiras em que faltam mais profissionais no mercado - Não é porque faltam profissionais na área da Engenharia e TI (Tecnologia da Informação) que estas profissões devem ser escolhidas. A especialista alerta que o apagão de profissionais pode ser algo momentâneo. “O mercado é muito dinâmico, tudo muda rapidamente. Quem disse que faltarão engenheiros daqui a 10 anos?”, questiona a consultora.


Profissões que estão na moda podem garantir mais empregabilidade - Nem sempre. Se a pessoa trabalhar com algo de que ela não gosta, só porque há muitas oportunidades no mercado, será um profissional sem motivação e isso refletirá em sua empregabilidade. “Quem se baseia em fatores externos tem mais chance de ser malsucedido”.


Ganhar dinheiro é o que mais importa na escolha da carreira - “É a mesma coisa de colocar o ter no lugar do ser”. O dinheiro, na escolha da carreira, é algo superficial. Segundo a especialista, em algum momento, o retorno financeiro não será o suficiente para que o profissional se sinta feliz e satisfeito. “Conheço pessoas que não ganham tão bem, mas são muito felizes em suas carreiras”.


Se seguir os passos do meu pai/mãe, tudo será mais fácil - Pode até ser que exista facilidade, mas, se a pessoa não tiver vocação para aquela profissão, também será infeliz na sua escolha. “Se for uma imposição dos pais, o profissional trabalhará por trabalhar, sem vontade e sem motivo”.


Ao escolher uma carreira, ficarei sempre preso a ela - Como o mercado é dinâmico, é possível ingressar em outra área ou até mesmo escolher outra profissão. “Muitas pessoas vão em busca do plano B, como dar aulas, ser consultor, abrir um negócio, quando algo está incomodando na carreira”.


Se eu mudar de carreira, tudo que eu aprendi (competências técnicas) não será aproveitado - Conhecimento sempre é aproveitado. Talvez o profissional não utilize diretamente suas competências técnicas, mas, indiretamente, elas poderão ser aproveitadas. “Já vi pessoas que se formaram em RH, mas trabalham na área financeira. Elas continuam usando o que aprenderam na faculdade, que é lidar com pessoa, mas de uma maneira indireta”.


A escolha da carreira deve estar sempre atrelada à graduação - É possível pensar em uma carreira sem ter o Ensino Superior. Um curso profissionalizante pode, sim, oferecer uma carreira ao profissional. Um setor que tem gerado muitas oportunidades é o de serviços, que não precisa obrigatoriamente que o profissional tenha completado o Ensino Superior.




FONTE: INFOMONEY

POST 1593: CONHEÇA O SUPER IATE COM DESIGN ESPACIAL


Trimarã
Depois de quatro anos desafiando os engenheiros a encontrar soluções que permitissem sua construção, o super iate Adastra foi colocado na água pela primeira vez.
Projetado pela empresa de arquitetura e design John Shuttleworth, o barco é um trimarã de 42,5 metros projetado para levar nove passageiros, auxiliados por cinco tripulantes.
Foi necessária a participação de pelo menos três empresas de engenharia para finalizar os cálculos estruturais que permitiram a construção do barco, o que foi feito em Zhuhai, na China.
Foi necessário também desenvolver um modelo de computador para simular as cargas de impacto lateral, a força do impacto das ondas e o efeito torsional da navegação sobre toda a estrutura, devido ao seu aspecto quase "espacial".



Super materiais
O "chassi" do barco foi feito de fibra de carbono com um núcleo de um polímero especial em forma de favos de mel, chamado Nomex™.
O casco é formado por um sanduíche de Kevlar™ e fibra de vidro.
Para reduzir o peso, praticamente todo o interior do Adastra teve que ser feito sob encomenda, dos painéis que servem de paredes e escadas, até as dobradiças.



Autonomia e consumo
Se ele navega bem, mantê-lo parado é outra história: são necessárias três âncoras para estabilizar seu movimento no porto.
A velocidade máxima do Adastra é de 42 km/h (22,5 nós), mas o que mais impressiona para um iate particular é a autonomia, de cerca de 6.500 km.

O consumo de combustível é estimado em 2,1 litros por quilômetro, o que é considerado altamente eficiente para um barco.




FONTE: IT

POST 1592: 69 Cosas que me hubiera gustado que me contaran antes de empezar mi empresa

Hace poco más de dos años fundé mi propia empresa. Con una mezcla de trabajo, suerte y decisiones acertadas conseguimos salir adelante, no sin antes, eso sí, superar múltiples meteduras de pata.

 
Después de todo este tiempo, suelo decir que ojalá alguien me hubiera dado por escrito estos 69 consejos hace un par de años:

 
  1. Por lo general, ciertos tipos de colaboración no funcionan. Ninguna otra persona ni empresa va a vender tu producto por ti (a menos que esa sea su única forma de vida).
  2.  
  3. Los "grandes contactos" no sirven de nada. Los padrinos no existen. Existen los amigos y existen comisiones, y ambos los tienes que conseguir tú sólo. Nadie está dispuesto a correr el riesgo de contratarte sólo por ser un "conocido de".
  4.  
  5. Hay que buscar una relación entre el beneficio por venta y el volumen de ventas. Los extremos son muy complicados (muchas ventas con poco beneficio, o pocas ventas con mucho beneficio)
  6.  
  7. Los grandes clientes son pocos, caros de captar, poco fieles y a menudo la rentabilidad por hora trabajada es muy baja (o nula).
  8.  
  9. Si tu producto o servicio no se entiende, ¡cambia el mensaje ya! Formar al cliente (evangelizar) es DEMASIADO caro.
  10.  
  11. Para vender es IMPRESCINDIBLE conocer muy bien el mercado y el producto.
  12.  
  13. Tómate el tiempo que sea necesario antes de constituir. Las prisas están normalmente injustificadas y son malas compañeras de viaje.
  14.  
  15. No hay mejor estudio de mercado que lanzar un producto, por verde que esté.
  16.  
  17. Testea el mercado de la manera más rápida y barata posible. Elimina todo lo que no sea imprescindible. Se despiadado, pero no te atasques en esta parte.
  18.  
  19. En los negocios hay que buscar un producto para un mercado y no al revés.
  20.  
  21. El mercado es infinito (o casi). Testear un producto demasiado verde no acabará con tu fama o tu mercado.
  22.  
  23. Se excepcionalmente amable, educado y buen vendedor, pero protégete y no te olvides de buscar tu beneficio.
  24.  
  25. Primero convence, luego di el precio.
  26.  
  27. ¡Di el precio! No tengas miedo de hablar de precios, VENDAS LO QUE VENDAS.
  28.  
  29. Crea una reputación: colabora con asociaciones, consigue sellos de calidad, muestra tus títulos, utiliza testimonios, enseña fotos de producto o servicio y ofrece SIEMPRE garantía.
  30.  
  31. La innovación, una de dos, o en pequeñas dosis o completamente disruptiva. Es muy caro y difícil vender innovación.
  32.  
  33. Los clientes son más duros de convencer de lo que te puedas imaginar.
  34.  
  35. El precio casi nunca es la característica más importante en la decisión de compra del cliente
  36.  
  37. Haz todo pensando en un cliente que no sepa absolutamente NADA. Créeme, hay muchos de esos.
  38.  
  39. Automatiza procesos desde el día 1.
  40.  
  41. Automatiza el proceso de venta y hazlo rentable, ese día volverás a dormir bien por las noches.
  42.  
  43. Una burbuja te puede hacer contratar a personas que luego no puedes despedir o a comprar material que luego no puedes pagar.
  44.  
  45. Los amigos pueden ser o te pueden traer clientes, aprovéchalo, pero NUNCA trabajes directamente con ellos.
  46.  
  47. Se serio y formal. Si ofreces la calidad y cumples con las fechas de entrega que prometes ya estarás por encima del 95% de tu competencia.
  48.  
  49. Delega tanto como sea posible, se despiadado.
  50.  
  51. No te estreses lo más mínimo por los errores, son parte inseparable del proceso.
  52.  
  53. No molestes a la gente
  54.  
  55. Si no estás muy seguro de lo que vas a pedir, no llames ni pidas presupuestos.
  56.  
  57. Si no es IMPRESCINDIBLE, no llames, evita reunirte o pedir presupuestos.
  58.  
  59. Despedir a un mal cliente a tiempo es una gran ganancia.
  60.  
  61. No trabajes gratis.
  62.  
  63. Calcula tus costes con rigurosidad, sobre todo el de captación de cliente.
  64.  
  65. Crea contenido gratuito (blogs, conferencias, etc.)
  66.  
  67. No pidas subvenciones, cuesta menos esfuerzo ganar ese dinero trabajando que rellenando los papeles que te solicitarán.
  68.  
  69. Los planes de negocio no suelen servir para nada. Los de más de 20 páginas no sirven para nada seguro. Lo único útil es la estrategia de ventas.
  70.  
  71. Las áreas más importantes de una empresa, en orden, son: Ventas, Producto y Gestión.
  72.  
  73. El tiempo es la materia prima más cara.
  74.  
  75. No ofrezcas opciones al cliente. Las opciones paralizan la decisión.
  76.  
  77. Cierra rápido las ventas, tanto como sea posible. Ofrece un motivo para que la gente se decida ya.
  78.  
  79. Si eres más caro que la competencia no seas sólo "un poco" más caro.
  80.  
  81. Los clientes que van a las ferias suelen ser "clientes difíciles".
  82.  
  83. Cuando tengas oportunidad, aprovecha el contacto con el cliente para aprender a vender, aunque el tiempo consumido te lleve a pérdidas. Por el resto, minimiza el contacto necesario con el cliente para la venta. Automatiza el proceso y piensa en escalarlo.
  84.  
  85. Limita tu oferta de productos o servicios. Cuanto menor sea tu variedad menor serán tus costes, más experto serás en tu área y más ventas conseguirás.
  86.  
  87. No impongas siempre tu criterio. En áreas ajenas a tu especialización sigue más la opinión de otros expertos que la tuya propia.
  88.  
  89. Habrá personas que te repetirán preguntas con la esperanza de que cambies tu respuesta. No lo hagas.
  90.  
  91. El texto es más importante que el diseño (en la publicidad, en una web, …). Casi ningún adulto tiene criterio para juzgar un buen diseño.
  92.  
  93. Habla SIMPLE, incluso con profesionales. La mayoría de los comerciales y clientes utilizan vocabulario que desconocen. Si consigues que te entiendan mejor que a tu competencia habrás ganado un cliente.
  94.  
  95. En una conversación con un cliente, cuanto más escuches, mejor. Utiliza tu palabra casi únicamente para reconducir la conversación cuando se aleje de la venta.
  96.  
  97. Cuanto más escribas en tu publicidad más clientes conseguirás.
  98.  
  99. Actúa desde el sentido común, no hagas algo simplemente porque lo hagan la mayoría.
  100.  
  101. La competencia también se equivoca, y mucho.
  102.  
  103. Evita hacer negocios con tontos, más pronto que tarde pensarán que les quieres engañar.
  104.  
  105. No te desesperes por atender clientes, está bien que vean que estás ocupado.
  106.  
  107. Da plazos de entrega largos.
  108.  
  109. No tienes por qué atender a todo el mundo (y de hecho no podrás).
  110.  
  111. En ciertos momentos puede ser mejor rechazar clientes que contratar más gente.
  112.  
  113. Se egoísta con tu tiempo.
  114.  
  115. Si vendes servicios, paquetiza. Evita todo lo que funcione "bajo presupuesto". Elaborar presupuestos es una de las cosas más caras que hay.
  116.  
  117. Busca la recursividad del cliente desde el día 1 y cuando descubras cómo hacerlo cuéntamelo.
  118.  
  119. Vende activamente, que "no te compren".
  120.  
  121. Si cuentas con pocos recursos, el único objetivo de la publicidad debe ser conseguir VENTAS. Haz sólo marketing directo, o a menos que tengas un buen presupuesto para crear marca, no servirá de nada.
  122.  
  123. Es mejor acertar que equivocarse, pero cuidado, porque si aciertas mucho te creerás en posesión de la verdad.
  124.  
  125. Por motivos que no alcanzo a comprender, hay preguntas que los clientes no quieren contestar completamente. En esos casos, después de que el cliente ya haya contestado, manténte en silencio. El 99% de las veces acabará dando más información de la que necesitas.
  126.  
  127. Establece unas tarifas honestas y no las negocies, no hay nada que produzca mayor desconfianza en el cliente que que estés dispuesto a negociar tus tarifas. Además, los clientes que entran a negociar son los peores clientes.
  128.  
  129. Antes de reducir el precio prueba a ofrecer más por el mismo precio. Normalmente, una reducción de precio no tiene marcha atrás.
  130.  
  131. Si quieres pedir un favor, pide primero uno muchísimo más grande. Tan grande que sepas que no te lo van a conceder. Después pide el favor de verdad.
  132.  
  133. Conoce a toda la gente que puedas, ve a eventos y cursos. Los negocios se hacen conociendo a gente, hablando con gente y estando con gente.
  134.  
  135. Los clientes que más dinero dicen tener no tienen ni un duro, sólo lo dicen para excusarse. Los clientes que de primeras dicen no tener dinero ya están convencidos de que van a comprar. Los negocios son como una partida de póquer.
  136.  
  137. Cuando tus tarifas son honestas y acordes a la calidad de tu producto, los clientes que eligen otra opción más barata siempre vuelven.



POST 1591: SEJA GRATO. SEMPRE!!!



Nós que editamos o MASTER, estamos muito gratos à todos que acompanham, divulgam, interagem e trazem mais leitores à cada novo mês à nosso tão cuidado e dedicado Portal.

Acreditamos que o sucesso e crescimento exponencial do MASTER se deve a credibilidade e dedicação de quem o faz. Trazendo sempre o que há de novidade, atual e relevante para auxiliar no desenvolvimento de cada leitor.

Nos dedicamos tanto, pois sabemos que é somente através do conhecimento, educação e dedicação que nos tornamos pessoas e profissionais melhores para o mundo.

Conte sempre com a gente!

MUITÍSSIMO OBRIGADO SEMPRE!

E contamos com vocês novamente para superar mais um recorde de leitores em um único mês. Nossa meta de Abril tinha sido de 20% de crescimento e INCRIVELMENTE superamos os 120% de crescimento.

Mas, queremos crescimento sempre exponencial, portanto queremos uma meta de crescimento em relação à esse mês de 50%.

Será que superamos a marca dos 45 MIL leitores no mês de Maio???

CONTAMOS COM VOCÊS PARA NOS INDICARMOS E JUNTOS CHEGARMOS À ESSA NOVA META!

 

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