sábado, 28 de abril de 2012

POST 1583: 6 ESTRATÉGIAS PARA FAZER A GESTÃO DE CLIENTES FUNCIONAR

Atualmente muitas empresas tentam atualizar suas estratégias de Gestão de Clientes para incorporar elementos sociais, entretanto, grande parte deve primeiramente aperfeiçoar suas técnicas básicas.

A principal função de uma estratégia de Gestão de Clientes e o sistema que o suporta, em seu nível mais elementar, é fornecer apoio ao time de vendas para desenvolver e manter uma relação duradoura com seus consumidores. No mundo em que vivemos hoje, no qual cada vez mais os negócios se mostram centrados no cliente, para qualquer estratégia de Gestão de Clientes obter sucesso é preciso que as empresas tenham um bom entendimento do que seu sistema de CRM pode ou não entregar.

O objetivo deve sempre ser uma visão única de seu cliente, que é essencial para aumentar a força de vendas e, consequentemente, atingir as metas da empresa. Entretanto, acreditar que isso pode ser feito apenas com um sistema de CRM é um desejo inalcançável. Antes de aperfeiçoar táticas de CRM, empresas devem ter objetivos claros e importantes como: o que buscar e o que evitar. Esses fatores determinam as oportunidades que uma estratégia de Gestão de Clientes pode providenciar à medida que sua empresa cresce.


3 Obstáculos a serem evitados: 1. Saiba como calcular o ROI (retorno sobre investimento): Muitos erros ocorrem devido à falta de uma estratégia clara e entendimento de como calcular o ROI. Além disso, muitas estratégias de CRM geralmente são organizadas por pessoas de TI (tecnologia da informação), o que desconecta ainda mais as metas da empresa com o objetivo pelo qual o sistema foi feito para dar suporte. Olhe para sua estratégia de Gestão de Clientes e articule algo que esteja alinhado com todos os objetivos da empresa, não somente o de vendas.

2. Comece com dados de qualidade: Dados incorretos geralmente são provenientes daqueles que o próprio consumidor insere no banco, como um nome soletrado erroneamente, endereços inválidos, e até dados inventados. Há também casos em que os dados são antigos e desatualizados e não refletem mais a uma relação existente com o consumidor. Dados inadequados levam a análises irreais, que culminam em execuções pobres e decisões mal tomadas.

3. Não deixe que o nome CRM te engane: Atualmente, muitos dos sistemas de CRM estão deixando de lado o elemento principal: o cliente. O CRM tradicional é baseado no banco de dados – coleta e armazenamento de informações e atividades do cliente – usado com o objetivo de melhor atingir seu público-alvo. Porém, é preciso ideias e ferramentas que ajudem a engajar o consumidor em uma ação, caso contrário a interação se tornará uma via única entre a marca e o cliente. As relações serão somente mantidas, mas não melhores. O CRM serve apenas como um mecanismo de suporte para engajar clientes.

3 Maneiras para obter o sucesso com Gestão de Clientes:1. Informações úteis em tempo real: O sistema de CRM é uma parte crucial para que possa ser executada qualquer estratégia de Gestão de Clientes, pois apresenta um número elevado de funcionalidades. Quando organizado de maneira correta, com dados de qualidade e estratégia apropriada de ROI, ele irá traçar um perfil excepcional de cada cliente. Se usados apropriadamente, sistemas de CRM providenciam à matriz informações críticas e em tempo real sobre as atividades em campo, para que dessa maneira a empresa desenvolva uma relação melhor com o consumidor. A Gestão de Clientes resulta em uma relação mais profunda com o principal público-alvo, aumento de vendas, ações de marketing mais eficazes e melhor determinação de metas.

2. Enriquecendo os dados de CRM: um banco de dados rico e completo é a ferramenta mais importante que você pode ter ao realizar interações com o seu consumidor. Os dados armazenados no seu sistema de CRM desempenham um importante papel em entender a influência do seu consumidor, suas características e a força de sua relação com ele. Ao integrar seus dados de CRM com informações de diversos canais – incluindo sistemas de marketing closed-loop (Closed-loop Marketing - CLM), gestão de mercados e incentivos de compensação – os times de operação de vendas podem obter insights precisos do público-alvo e no tempo adequado, desenhados para a força de vendas e também para os usuários da matriz.

3. Trazendo benefícios sociais para a relação com o consumidor: estratégias de Gestão de Clientes estão em alta. Vivemos hoje em um ambiente cada vez mais social, que permite maior colaboração, transparência e engajamento. Suporte e experiência são componentes essenciais para conseguir manter uma relação com o cliente. Ao invés de bombardeá-lo com mensagens, as marcas podem conversar e ajudá-lo a chegar à melhor solução para seus problemas. Isso permite ao consumidor moldar suas próprias experiências e construir um relacionamento com sua empresa.

Estratégias de Gestão de Clientes e sistemas de CRM podem agregar muito valor à empresa, porém somente se ela tiver em mente que o sistema de CRM não é um fim, e sim um meio. É um benefício funcional crítico para o time de vendas e um ponto de partida para construir um relacionamento com o cliente. Seus dados de CRM podem ser enriquecidos para que você possa entender melhor seu consumidor, assim como, realizar uma interação mais cativante, local e personalizada.


FONTE: 1TO1

POST 1582: EMPATIA: DOS PRIMÓRDIOS DA HUMANIDADE AO RELACIONAMENTO COM CLIENTES. Por Don Peppers e Martha Rogers

As empresas que desejam conquistar a confiança de seus clientes precisam estar dispostas a agir de acordo com os interesses de seus clientes, às vezes, mesmo quando os seus próprios interesses são conflitantes (pelo menos a curto prazo). É por isso que o i-Tunes lhe avisará que você já possui a música que está prestes a adquirir, por exemplo. Também é por isso que a USAA não venderá um plano de seguros além da necessidade de seu cliente, mesmo que ele tenha feito o pedido por engano.

Mas, no caso de você ainda não ter compreendido, isso põe em cheque a legitimidade moral da economia de mercado em si, que é constituída a partir do princípio de que as pessoas que agem em seu próprio interesse irão, em conjunto, criar um padrão melhor de vida para todos. O modelo econômico "neoclássico" leva em consideração que as pessoas sempre agem em prol de seus próprios interesses e essas ações criam, coletivamente, um valor econômico substancial. Assim como a famosa sugestão de Adam Smith em The Wealth of Nations, "Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que nós esperamos nosso jantar, mas da relação deles com seus próprios interesses".

Acontece que a economia neoclássica é falha no modo como ela define as motivações dos seres humanos, porque o interesse próprio e absoluto em uma pessoa não é uma norma, mas uma anomalia. Pouquíssimas pessoas são sempre e completamente auto-orientadas, a ponto de nunca fazerem o que possa prejudicar seus próprios interesses. Pessoas assim são chamadas de psicopatas e o que as tornam uma anomalia completa é o fato de que elas são totalmente imunes aos sentimentos dos outros. O resto de nós tem empatia. A preocupação com o sentimento dos outros tem uma forte conexão em nossos cérebros.
Você não tem que "aprender" a ter empatia. Recém-nascidos, com alguns dias de vida, vão chorar quando ouvirem outros recém-nascidos chorarem. Crianças, antes mesmo de aprender a falar, ajudarão adultos na realização de tarefas. Então, embora a descrição de Adam Smith sobre os motivos do padeiro possa ser genericamente correta, se um dos amigos mais próximos do padeiro estava passando fome, ou se o padeiro estava contribuindo para um jantar da comunidade, então ele provavelmente não olha somente para seus próprios interesses financeiros.

De fato, quase todos nós nascemos com um forte senso de empatia, que mal podemos aceitar a idéia de matar ou ferir os outros, mesmo quando lidamos com inimigos declarados. Como relatado em How we decided, por Jonah Lehrer, durante a Segunda Guerra Mundial, o general brigadeiro do exército S.L.A. Marshall pesquisou milhares de soldados imediatamente após eles estarem envolvidos em um combate. O que ele descobriu foi supreendente: menos de 20% de todos os soldados em combate realmente dispararam contra o inimigo, mesmo quando eles estavam sendo atacados. Nas palavras de Marshall, "é o medo de matar, ao invés do medo de ser morto, a causa mais comum do fracasso nas batalhas".

É possível o fato de a empatia ser considerada uma vantagem evolucionária de nossa espécie, pois para os seres humanos seria mais fácil e eficiente a cooperação para encontrar comida e preservar nossa linhagem comum. Para começar, a empatia desempenha um papel primordial no fato de sermos animais sociais. Esse é o fato que explica, mais do qualquer coisa (mais, até mesmo, que a nossa inteligência individual), a nossa civilização e tecnologia.

A mesma tecnologia que está aumentando nossas taxas de interações está também, provavelmente, elevando o nível geral de empatia que temos pelos outros. A preocupação com os outros aumenta na medida em que as pessoas se tornam mais interdependentes e uma sociedade começa a ser mais avançada. Nas sociedades primitivas, empatia genuína era limitada a parentes de sangue ou talvez membros de uma mesma tribo.

Com a Revolução Industrial e a invenção do Estado-Nação moderno, o patriotismo tornou-se uma virtude muito respeitada, enquanto o tribalismo foi deixado para trás. À medida que continuamos a nos tornar cada vez mais interconectados eletronicamente, com os limites geográficos cada vez menores, já podemos perceber que o patriotismo em si está perdendo seu brilho anterior. Pode haver uma pequena dúvida sobre a direção dessa mudança, alguns sociólogos apontam que os defensores dos direitos dos animais são um exemplo de que a empatia está sendo estendida além, mesmo, das nossas espécies.

O ponto é que a empatia pelos outros é parte crítica da natureza humana e se você quer um negócio de sucesso, então também precisa mostrar empatia pelo cliente. Isso significa tratar o cliente da maneira como você gostaria, colocando-se no lugar dele.


TEXTO DE DON PEPPERS & MARTHA ROGERS
FONTE: 1TO1

POST 1581: Personal Branding: 20 Ideas sobre tu Producto Personal

Recientemente los dos grandes y principales partidos políticos de nuestro país, han lanzado diferentes videos a La Red para criticarse mutuamente. Seguramente sus responsables de marketing estarán orgullosos del ruido que han organizado. Estarán apuntándose las visitas, las apariciones en medios y los “trending topics” como un gran éxito. Pero el resultado final es que para los demás, todo sigue igual (o peor). Su “producto” sigue siendo irrelevante o incluso dañino.

 
Cada día estoy más convencido que, a pesar de lo que criticamos a los políticos, existe una tendencia a actuar como ellos. Los Medios Sociales (¿Hay que seguir hablando de Social Media?) parece que están transmitiendo la idea de que lo importante es la notoriedad, ser conocido, ser visible, llamar la atención como sea.

 
Parece que para “vender” (una idea, un producto, una candidatura) es más importante presumir de números dospuntocero (fans, followers, visitas, etc.) que del trabajo bien hecho. Muchas estrategias se parecen a esas pegatinas que aparecen en algunos productos en las que se indica que ha aparecido en Televisión (o tiene muchas visitas en Youtube). Como si eso fuese garantía de algo. Pues ahora parece que la credibilidad viene de los seguidores que, además, están en venta.

 
Supongo que por mi formación y por mi trayectoria me siento más cerca del mundo “real”, de lo tangible, de lo que se puede mostrar y demostrar. Me siento mejor si puedo ver los resultados de lo que alguien ofrece o si yo mismo puedo demostrar lo que hago.

 
Por eso quiero trasladar algunas ideas relacionadas con lo que yo considero nuestro producto, oferta o contribución sin la cual no podría existir una Marca Personal. Espero que te sirva cuando pienses en diseñar tu estrategia de Branding Personal.

 
  1. Un producto u oferta personal NO es tu “Job description”, título del puesto o donde trabajas. Es lo que haces.
  2.  
  3. Un producto u oferta personal NO es una habilidad, o eso que llaman Talento o la formación que tienes o la experiencia adquirida.
  4.  
  5. Un producto u oferta personal es algo que puede proporcionar un valor o beneficio a otros.
  6.  
  7. Un producto u oferta personal es algo que ayuda a los demás a conseguir sus propios objetivos.
  8.  
  9. Un producto u oferta personal es la propuesta con valor que ofreces a cambio de una remuneración o compensación.
  10.  
  11. Un producto u oferta personal es lo que un cliente, empresa o entorno identifica que haces o puedes hacer por él.
  12.  
  13. El producto no eres tú, la persona, sino el resultado de lo que haces.
  14.  
  15. Todos somos capaces de proporcionar un servicio, satisfacción, contribución por la que merezca la pena pagar.
  16.  
  17. Una oferta profesional es equivalente al verbo Hacer. Si no HACES no puedes SER (Marca) ni PARECER (Marketing) nada para otros.
  18.  
  19. No debes dejar nunca de intentar ofrecer algo de valor (Producto), creer en ello y hacerlo creíble (Marca) y demostrarlo (Marketing).
  20.  
  21. Debes adquirir mentalidad de ¿Qué puedo aportar? y de responder de forma clara y concreta a la pregunta: ¿Qué puedo hacer por ti?
  22.  
  23. Necesitas definir cual es tu producto u oferta tanto si eres un empleado como si trabajas por tu cuenta.
  24.  
  25. Tu gama de productos debe crecer, porque si no, tu marca no crece. Mantenerse es decaer.
  26.  
  27. Cuanto más sepas sobre quién eres y sobre lo que eres capaz de ofrecer (producto, oferta profesional), más facil te será venderlo.
  28.  
  29. El producto es el resultado de utilizar la “materia prima” de la que estamos hechos (conocimientos, habilidades, experiencia, etc.)
  30.  
  31. Serás más valorado si lo que ofreces es percibido no como una versión de algo que ya existe, sino como algo realmente nuevo o único.
  32.  
  33. Para que nos elijan lo que hacemos nuestro producto debe ser percibido como valioso, necesario y relevante.
  34.  
  35. A la gente no le interesa quién eres sino lo que puedes hacer por ellas.
  36.  
  37. Un producto no es necesariamente algo material o con valor económico, solo algo deseado por otro.
  38.  
  39. Si no haces bien lo que ofreces, todo lo demás caerá por su propio peso. Sin un buen producto, no es posible construir una marca fuerte.
Estas son sólo unas ideas. Creo que es importante pararse y entender que si no eres capaz de entender que tras una Marca Personal debe haber un excelente Producto Personal, todos tus esfuerzos en hacerte visible no sólo serán inútiles sino algo peor, contraproducentes.




POST 1580: VIVA MELHOR E COMBATA O ENVELHECIMENTO PRECOCE. Por Greice Caroline Baggio

A partir dos 30 a 35 anos, o organismo começa a diminuir o seu metabolismo, principalmente porque os níveis de hormônios declinam e inicia-se o processo de envelhecimento.

Um estilo de vida saudável que inclui controle de peso, da pressão sanguínea, exercícios regulares, ficando longe de bebidas alcoólicas e fumo, são fatores associados a uma maior probabilidade de viver bem até os 100 anos, sendo que não basta acrescentar anos à sua vida, mas sim vida a seus anos... 

O que significa envelhecer de forma fisiológica ou patológica? O envelhecimento fisiológico é aquele que depende da nossa genética, sendo que aos 40 anos de idade você tem o corpo que merece, o que vai depender de suas escolhas em relação aos hábitos de vida, como tudo o que consume, se faz ou não atividades físicas, seu equilíbrio emocional e o cuidado da saúde de forma preventiva. 

 Dieta incorreta, sedentarismo, stress, estilo de vida inadequado, desequilíbrio hormonal, doenças, radicais livres conduzem ao envelhecimento patológico.

 Sabemos que o stress crônico, que se instala quando a auto estima está em baixa e o foco é perdido, leva a uma ativação exagerada da glândula supra renal que produz excesso do hormônio cortisol, o que favorece ao ganho de peso, especialmente acúmulo de gordura abdominal e acelera o processo de envelhecimento.

 Mantenha o Equilíbrio, realize atividades físicas que lhe dão prazer, associe exercícios aeróbicos com musculação, cuide do seu bem-estar emocional.





Greice Caroline Baggio
Expert em Qualidade de Vida e bacharel em Nutrição. Atua como Nutricionista Clínica na Serra Gaúcha.
Já atuou como Nutricionista Esportivo de um clube de futebol da Serra Gaúcha e presta consultoria para várias revistas da área com veiculação nacional.
Mais de Greice Caroline Baggio AQUI
 

POST 1579: MINHA CARREIRA: UMA GRANDE OPORTUNIDADE

Vivemos em uma sociedade onde a grande maioria das pessoas segue suas rotinas diárias sem saber realmente o querem da vida e, muito menos, onde querem chegar. Dessa constatação, surge a questão: Como falar de oportunidades para quem caminha sem uma direção profissional específica? O importante neste momento é saber quais são seus maiores desejos e sonhos, porque assim como o amor precisa da paixão para ser intenso e a paixão do amor, para ser um sentimento consistente, e não apenas um momento de prazer, o desejo e os sonhos caminham juntos.


Seus desejos e sonhos são a grande oportunidade para ter uma vida de realização. A questão é deixar isto claro para você mesmo e para aqueles que fazem parte de sua vida, começando a pontuar o que tem de importante dentro de si que pode transformar situações e, até mesmo, a vida das pessoas ao seu redor. Defino isto como a buscar da liberdade de expressão pessoal. Primeiro em você mesmo declarando e interiorizando o que sonha e deseja para si, e depois levando esta informação aos outros.

Esta ação vai promover um despertar impressionante de inúmeras oportunidades que surgirão, tanto de negócios, como em novas ações dentro de sua área de atuação, fazendo com que as pessoas venham notar os dons e talentos existentes em você, o que pode ampliar seu campo de trabalho dentro ou fora da empresa em que você atua.

Em um tempo onde se procura aumentar os rendimentos financeiros tanto no campo profissional como no empresarial, é necessário deixar os desejos e sonhos claros para que as oportunidades surjam no caminho, criando assim o grande momento de desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional para se conquistar os resultados esperados na vida. Busque então ter bem claros e definidos seus desejos e sonhos que isto tornara as oportunidades visíveis e alcançáveis para você ter uma carreira promissora.



POST 1578: VOCÊ OFERECE UMA EXPERIÊNCIA DO CLIENTE TEATRAL (COM ARCO DRAMÁTICO*)?

Pense no seu filme de ação favorito: Indiana Jones, Matrix e os inúmeros de James Bond. O que eles têm em comum? Uma narrativa basicamente assim: nos primeiros minutos você mergulha numa perseguição ou aventura – algo que eleva as batidas do seu coração. A ação desenvolve-se rapidamente e termina com um big boom! Pronto, agora você está fisgado. Naquele momento a principal narrativa se inicia. Ao longo dos próximos 90 minutos, o enredo se desenrola com as personagens principais lutando contra ETs, espiões, múmias, entre outros. Uma série de ações ocorrem em um crescendo que fazem você soltar um Uau…uau…UAU à medida que você se movimenta para a beira da sua poltrona. Finalmente, o grand finale traz um emocionante e explosivo BOOM! Como um bom frequentador de cinema, você está sem fôlego.

Sem dúvida você já viveu esse tipo de narrativa diversas vezes e, se você prestou atenção nas aulas de literatura ou de teatro, é capaz de reconhecer essa estrutura narrativa, chamada de arco dramático clássico de Aristóteles*. Mas, tenho certeza que não pensou nisso no contexto da Experiência do Cliente de sua empresa. Mas após assistir um workshop do Adam Lawrence da Work•Play•Experience (consultoria que ajuda empresas a criar Experiência do Cliente usando métodos teatrais) hoje posso aplicá-lo nesse contexto.

No campo da Experiência do Cliente, falamos sobre nossos clientes passando por jornadas. Discutimos os passos à medida que avançam, compram, usam e recebem suporte da empresa em produtos ou serviços. Avaliamos se os clientes têm suas necessidades atendidas em cada passo e como eles se sentem em momentos da verdade específicos.

Entretanto, raramente falamos da jornada de clientes em termos de narrativa. Dificilmente discutimos sequências específicas e interações de pontos altos e baixos. Além de não desenharmos ativamente o timing desses contatos. Em suma, ignoramos a jornada do arco dramático. Trata-se de um erro vergonhoso, dada a eficiência de estruturas narrativas, como aquelas usadas em nossos filmes favoritos, em emoções estimulantes e criação de engajamento real – dois aspectos que batalhamos para desenvolver a Experiências do Cliente.

Considerando o ciclo de vida do cliente, maior e mais holística é a jornada do cliente. O framework Boom-uau-uau-uau-boom introduzido por Adam em sua oficina dá a cópia perfeita para este relacionamento: impressionar clientes imediatamente, construir o relacionamento atendendo e excedendo suas necessidades em interações específicas (possivelmente por vários anos) e finalmente superar as expectativas quando o relacionamento se encaminha para seu término (e esperamos que se renove). O arco dramático funciona igualmente bem nas jornadas do cliente que duram dias ou semanas, como em compra de veículos ou renovação de contrato, e mesmo para interações de curta duração com o cliente, como compra de roupa on-line ou serviço ao cliente por telefone.



Segundo Adam, “todo negócio precisa saber quais são seus booms e uaus”. São eles que direcionam a Experiência do Cliente e disciplinam o desenho e o entendimento do cliente. Para criar um arco dramático adequado para seus clientes, você precisa entender ambas as necessidades racional e emocional e, em seguida, desenhar uma cadência específica de interações que os levarão à beira de suas poltronas e os deixarão sem fôlego.


E aí, como está o seu boom?




FONTE: 1TO1

POST 1577: TALENTOS SÃO DISPUTADOS PELAS EMPRESAS. COMO TORNAR-SE UM?

Afinal, quem são as pessoas consideradas talentos? É oportuno ilustrar que talento - vocação ou dom - é por convenção o nome que se dá a habilidades diversas, as quais podem ser inatas ou desenvolvidas. Talento é uma competência que imprime um diferencial pela maestria com que é exercida. É o que faz a pessoa ir além do compromisso assumido para desempenhar no "melhor de si" seus roteiros de ação.

Convencionalmente, talentos são os profissionais disputados pelo mercado de trabalho por ter um diferencial competitivo, cujo valor agregado tem impacto direto na entrega dos resultados, e aos quais são reservados cargos de maior destaque, responsabilidade e salários.

Há uma grande expectativa das empresas quanto ao perfil desse talento e para tornar-se um, não existe uma fórmula mágica, mas a adoção de alguns conceitos pode ajudar e muito. Aproveite as dicas e faça uma avaliação das suas aptidões:

Autoconhecimento – É condição sine qua non que o mesmo conheça a si mesmo, através de seus pontos fortes e fracos, e tenha total controle de suas emoções para não tornar-se refém de suas próprias reações. Investir no autoconhecimento é retorno garantido.

Team-building – Talentos são vistos como referenciais nas organizações, mas um profissional não consegue promover resultados e superar expectativas sem a ajuda de outras pessoas. Portanto, interagir bem em equipe e construir alianças nas células de trabalho são condições determinantes.

Rede de Relacionamentos – No modo individual você pode até ir mais rápido, mas não chegará tão longe. È importante desenvolver uma rede de relacionamento consistente. Estar visível, fortalecer laços e consolidar posições ajuda a ser lembrado.

Habilidades sociais – É oportuno que os talentos sejam mestres no trato das relações interpessoais. Devendo sempre lembrar-se de que as posições se intercalam. Um dia você pode prestar ajuda, enquanto no outro precisará ser ajudado.

Atualização constante – É necessário que haja um investimento contínuo no processo de aprendizagem. O perfil de um talento, na avaliação das empresas, vai além das chancelas acadêmicas e qualificações técnicas. É preciso, também, investir na formação de valores e padrões de condutas.

Valores – O único modo de imprimir longevidade a sua marca pessoal é conquistando a credibilidade das pessoas. Que seu posicionamento configure os conceitos de ética e respeito nas suas relações. Na expressão walk the talk – que a sua fala esteja sempre em convergência com suas ações.

Humildade nobre - É necessário que haja muito equilíbrio para que o profissional não se deixe tomar pela arrogância ao pretender ser insubstituível. Lembrando Da Vinci: "A simplicidade é o último grau de sofisticação."

Empreendedorismo – As empresas esperam que seus talentos tenham perfil empreendedor: saibam tomar decisões, assumir riscos, ter iniciativa, buscar novas possibilidades e mantenham uma conduta exemplar junto aos demais colaboradores.

Imagem virtual – Nas redes sociais, não basta participar, é essencial saber se portar. Tudo o que você comentar, apoiar ou reproduzir nas redes sociais, dada a percepção das pessoas, poderá depor contra ou a favor de si mesmo e da sua empresa.

Planejamento – Organização, disciplina e determinação. Esse é o caminho mais seguro para transformar seus objetivos em conquistas. Alinhe o que você quer a quem você é. Sem coerência entre os objetivos, os mesmos podem tornar-se irrealizáveis.

Convergência de propósitos - É fundamental identificar se o posicionamento da empresa é convergente com seu plano de carreira. Avalie se seus conhecimentos e aptidões atendem às demandas e expectativas da empresa e aprimore-os nesse sentido.

E por fim, Aprenda a registrar conquistas - Aqueles que não conseguem reconhecer seus próprios méritos, também terão dificuldade de reconhecer e recompensar o esforço do outro.




POST 1576: Más vale prevenir que curar: Cómo anteponerse a una crisis de reputación online

La imagen de una marca es posiblemente uno de sus más valiosos tesoros y su reputación en la red también. Por ese motivo, es necesario que la marca cuide y mime muchísimo la imagen que los demás tienen de ella en los medios sociales y en internet, ya que todos conocemos las posibles repercusiones y perjuicios que puede traer consigo una crisis de reputación.

Las crisis pueden empezar, muchas veces, con algún aspecto al que no hemos dado la suficiente importancia, como una acción nuestra, un comentario mal contestado, o simplemente, un usuario descontento. Nadie está exento de sufrir una crisis, pero sí podemos intentar prevenirla.

Nos referimos a estar alertas, realizar siempre, en la medida de lo posible, acciones estudiadas que puedan tener una repercusión positiva. Debemos concienciar a todas las personas que tengan participación en la marca de la importancia de la reputación para que sean conscientes de lo que tienen entre manos.

 
Es fundamental que la marca esté prevenida, y la prevención se basa en analizar todo el entorno que rodea a la propia marca allá donde esté presente. Debemos por un lado, analizar a nuestra competencia, para saber qué acciones están realizando que puedan afectarnos, y debemos analizar, por otro lado, nuestro producto o nuestra marca, es decir, saber cuáles son nuestras fortalezas y debilidades para potenciar unas y fortalecer otras.

También debemos tener en cuenta que la marca debe estar respaldada en todo momento por el máximo responsable de la empresa en caso de crisis, pues es la máxima presencia la que debe responder por la marca.

Otro factor a tener en cuenta es que las crisis, generalmente, provienen de factores externos, por lo que debemos mantener esos aspectos bajo una estricta vigilancia para localizar en cualquier momento cualquier conversación que se produzca acerca de nosotros, para poder actuar adecuadamente. Pero, la mejor forma de prevención es tener todos estos aspectos y otros más contemplados en un Plan de Crisis, un decálogo de procesos de actuación que es obligatorio para todas las marcas, ya que, llegado el caso, todos los implicados pueden encontrar una guía a seguir en momentos en los que, por estrés o por confusión, es complicado pensar.

 
El Plan de Crisis debe contemplar aspectos como la formación de un equipo de crisis que se encargará de gestionarla, cómo se realizará la comunicación, quién será el portavoz de la marca y el tiempo y la forma de gestionar la crisis. Y fundamental, una vez resuelta, es fundamental analizar el alcance y repercusión que ha tenido.

No obstante, las empresas tienen que tener muy claro qué no hacer en caso de crisis de reputación, como, por ejemplo, no contestar pensando que el silencio hará que el problema se disipe. Esto es un gran error, pues cuánto más tiempo pase sin que la marca reaccione, la crisis se extenderá, provocando mayores efectos. Es fundamental para nosotros en este caso salir a la palestra y explicar sinceramente qué ha pasado, por qué ha pasado, qué estamos haciendo para solucionarlo y el seguimiento que se le va a hacer al caso.

 
Una crisis de reputación es algo suficientemente importante como para tomárselo en serio, y la prevención es la mejor política que podemos adoptar frente a ellas.



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