domingo, 3 de junho de 2012

POST 1715: BURRICE DAS MULTIDÕES OU INTELIGÊNCIA COLETIVA? Por Marcelão

Pessoal,
durante nossa vida, nós acumulamos uma série de lições que aprendemos com diversas pessoas que tivemos contato. Sabe aquela frase: “aprendi com fulano isso…” e outras expressões como essa? Pois um dos ensinamentos que registrei, e que volta e meia eu cito para as pessoas, é uma frase da minha professora de educadoria no MBA que fiz sobre planejamento e gestão empresarial. Em meio a discussão sobre participação das pessoas e processo decisório, alguém comentou sobre a questão da maioria imperar na tomada de decisões. Foi aí que ela afirmou: “Muitos afirmam que a maioria tem razão, mas a maioria não tem razão, a maioria decide o que vai fazer. Se a maioria tivesse razão sempre, nenhuma eleição daria errado”.
Resgato essa passagem, e ensinamento da minha vida, porque tive contato com um artigo da professora de programação e criadora de games Kathy Sierra sobre inteligência coletiva. Segundo a professora, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios – desde que não seja necessário um consenso prévio entre as pessoas que compõem essa inteligência. O objetivo é agregar de algum modo a sabedoria de cada individuo independente. Kathy exemplifica separando inteligência coletiva ou burrice das multidões:

- Inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon. Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos;
- Inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por individuos independentes, e as novas ideias criadas por esse grupo de fotos. Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas;
- Inteligência coletiva é pegar ideias de diferentes perspectivas e pessoas. Burrice das multidões é tirar cegamente uma média das ideias de diferentes pessoas e esperar grande avanço.
Em meio a todas as possibilidades que a Internet oferece de conectar pessoas para formar essa inteligência coletiva, ainda é preciso um eixo organizativo. A professora kathy cita o exemplo da Wikipedia que poderia ter sido um fracasso por buscar o consenso entre os editores dos artigos, mas o trabalho dos administradores, que tomam decisões que nem sempre geradas pelo consenso, determina a qualidade do conteúdo, ou seja, é necessária a presença de um editor.
Trazendo esses ensinamentos para dentro das empresas, do meu ponto de vista, diversidade de perspectivas é um elemento importante para empresas que querem navegar nas ondas revoltas da nova economia e que, por essa razão, buscam investir em criatividade. Elas estão constantemente em busca de pessoas com a capacidade e a disposição de colaborar entre diferentes disciplinas. No final, essa capacidade é o que distingue a mera equipe multidisciplinar de uma equipe verdadeiramente interdisciplinar. Em uma equipe multidisciplinar, cada pessoa defende a própria especialidade técnica e o projeto se transforma em uma prolongada negociação entre os membros da equipe, provavelmente resultando em concessões a contragosto. Em uma equipe interdisciplinar, todos se sentem donos das idéias e assumem a responsabilidade por elas.
O papel do líder nesse ambiente é ser o eixo organizativo dessa inteligência, assim como fazem os administradores dos artigos na Wikipedia, é conciliar forças, instintos, interesses, condições, posições e ideias conflitantes. É encontrar a síntese em um mundo decomposto pela análise reunindo tudo em estratégias coerentes, organizações unificadas e sistemas integrados. Diante desse desafio, lideres precisarão desenvolver a habilidade da REflexão. REflexão significa perguntar, sondar, analisar, sintetizar, conectar. Em latimrefletirsignifica mudar de direção(retroceder, recuar), sugerindo que atenção é direcionada ao interior para que depois seja voltada para o exterior, permitindo que vejamos um objeto familiar de modo diferente, ou, no caso da inteligência coletiva, de perspectivas diferentes.
Trabalho arduo tendo em vista que o mundo da gestão é dividido em muitos pedacinhos e decomposto em regiões, divisões, departamentos, produtos e serviços, isso para não falar em missões, visões, objetivos, programas, orçamentos e sistemas.
O futuro aponta para organizações que procurem facilitar a colaboração, a ajudar as pessoas a trabalharem em equipe com outras pessoas de outras unidades. O futuro aponta para organizações em formas de redes interativas e não como hierarquias verticais e onde a gestão procura funcionar ajudando a trazer a tona a energia que existe naturalmente dentro das pessoas.
Uma organização saudável não é uma série de recursos humanos soltos, cada um cuidando apenas do próprio território, mas sim uma comunidade de seres humanos responsáveis, que se importam com o sistema como um todo e com sua sobrevivência no longo prazo.
Ela é fruto de uma inteligência coletiva e não de uma burrice coletiva. Afinal de contas, empresas são abstrações. O que vale, de verdade, são as pessoas dentro delas. Empresas são redes interativas, não hierarquias verticais. Empresas são redes sociais tecidas e integradas pelos fios do conhecimento.



Marcelo de Souza Bastos, o Marcelão.
Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília.
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POST 1714: UM BRINDE À INEFICIÊNCIA. Por Rodolfo Araújo

Aproveito o mais recente capítulo da pendenga comercial entre Brasil e Argentina para voltar a um tema que tem sido frequente aqui: o subdesenvolvimento da indústria nacional.

Temendo pela sobrevivência das vinícolas brasileiras, os mui habilidosos diplomatas brasileiros resolveram aumentar o imposto de importação dos vinhos argentinos, passando a alíquota de indecentes 27% para inescrupulosos 55%. Além disso, a medida prevê limites de cotas e uma autorização, que pode levar até 60 dias para ser concedida.

A justificativa para a Circular no 9, da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria e Comércio, é que o produto nacional vem perdendo competitividade frente ao importado. Ora, mais uma vez é o rabo balançando o cachorro: em vez de preocupar-se com a causa (a baixíssima produtividade da Indústria Nacional), ataca-se a consequência, garantindo a perpetuação do problema.


Se o vinho nacional não tem competitividade, é um problema interno, não externo. É como culpar os carros importados por serem melhores do que os nossos. Este mesmo raciocínio estúpido e deturpado fez com que toda a nossa indústria ficasse parada no tempo, sustentando a ineficiência às custas de um consumidor sem opção.

Este caso é um exemplo de como minorias barulhentas agem em detrimento do restante da população, através de lobbies e outros grupos de interesse. Segundo Bazerman e Watkins (Predictable Surprises: The Disasters You Should Have Seen Coming, and How to Prevent Them), "são grupos que buscam ganhos para seus membros com pouca ou nenhuma preocupação com o efeito global de seus objetivos para a sociedade, mesmo que tais ganhos sejam muito menores do que o seu custo social" (p. 125).

Em 2002, trinta países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômicos) gastaram US$ 311 bilhões em subsídios agrícolas - ou o equivalente a todo o PIB da África. 35% da renda de agricultores europeus vem de subsídios do governo, enquanto que nos EUA este número fica em 20%.

Na mesma América, foram gastos em 2001 US$ 87 bilhões em programas assistenciais (Aid to Families with Dependent Children, Medicaid etc.), contra US$ 167 bilhões em subsídios.

Segundo o Banco Mundial, e União Européia paga aos pecuaristas um subsídio anual de US$ 913,00 por cabeça de gado. Dá US$ 2,50 por dia, por vaca, enquanto um bilhão de pessoas sobrevivem com menos de US$ 1,00 por dia.

Outro efeito destes subsídios é que ao incentivar uma produção excessiva os governos derrubam os preços no mercado mundial: commodities como café, cacau, arroz e açúcar tiveram desvalorização de mais de 60% entre as décadas de 1980 e 2000, com impactos desastrosos para os países que dependem de exportações.

Já os efeitos internos dos subsídios são igualmente nocivos. Suponha que determinada medida do governo vise proteger 20.000 empregos da indústria de calçados, ameaçada pelas importações da China. Como resultado, deixamos de comprar sapatos R$ 20,00 mais baratos. Se cada pessoa no Brasil comprar um sapato por ano, estaremos pagando R$ 3,6 bilhões para proteger 20.000 empregos - ou R$ 180.000,00 por emprego.

Claro que é uma conta idiota, feita com dados fictícios, mas o que ela mostra é que o custo dos subsídios, frente ao benefício esperado pode não valer a pena. E estamos considerando apenas sapatos. Some-se a eles os subsídios do trigo, feijão, café, leite e derivados, carne, frango, automóveis, combustíveis...

É um preço alto demais, para gente de menos, empurrando nossa paupérrima indústria nacional cada vez mais para o buraco. Tin-tin!




Rodolfo Araújo
Mestre em Administração pela PUC-RJ; Pós Graduado em TI pela FGV-RJ; Bacharel em Comunicação Social pela UFRJ.
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POST 1713: APESAR DE VOCÊS. Por Tom Coelho

“Quem tem um porquê suporta qualquer como.

Viktor Frankl


Emmanuelle Garrido tem formação em Direito e ocupa cargo de chefia. Apesar de ser deficiente visual desde os seis meses de idade.
Monique Romano é gerente comercial e conseguiu superar uma grave crise financeira em sua empresa. Apesar da queda expressiva nas vendas ocorrida em determinado período.
Giselle Dellatorre trabalha para melhorar a qualidade de vida de crianças com doenças reumáticas. Apesar da falta de incentivo governamental.


Rodney Santos celebra todos os anos sua maior conquista pessoal: a vitória pela vida, após superar um câncer. Apesar do pessimismo de muitos, anos atrás.
Todos os nomes mencionados são de leitores, hoje amigos, com os quais me correspondo. Não são celebridades, participantes de reality shows ou receberam heranças ou facilidades. São pessoas diferentes porque decidiram enfrentar a mediocridade, o pessimismo, a negligência.
É comum nos abatermos diante das dificuldades. E superdimensioná-las. Nossos problemas são sempre mais relevantes do que os dos outros. Contratempos revestem-se de tragédias. Sentimo-nos incapazes, impotentes, injustiçados.
A frase que introduz este texto é do psiquiatra e psicólogo austríaco Viktor Frankl, criador da logoterapia, segundo a qual o desejo de encontrar um significado para a vida é a motivação básica do comportamento de um indivíduo. Estabelecer e perseguir um objetivo trilhando o próprio destino é aspecto mais relevante do que satisfazer instintos e aliviar tensões, como sustenta a psicanálise convencional.
Frankl pertencia à corrente judaica socialista marxista, a classe de judeus mais odiados por Hitler. Passando por quatro campos de concentração entre 1942 e 1945, perdeu os pais, a esposa e um irmão, sofrendo com os maus tratos e a fome. Mas sobreviveu, por seus princípios e por seus propósitos.
Teorizando a partir de suas observações e sua própria experiência, Frankl observou que um indivíduo pode encontrar um sentido para sua vida a partir de três vias (com base nos escritos do filósofo Rubem Queiroz Cobra):
1. Criando um trabalho, realizando um feito notável ou sentindo-se responsável por terminar um trabalho que depende fundamentalmente de seus conhecimentos ou de sua ação. Aqui poderíamos relacionar as contribuições de personalidades como Pasteur, Einstein e Bohr, entre outros.
2. Experimentando um valor, algo novo, ou estabelecendo um novo relacionamento pessoal. Esse é o caso de uma pessoa que está consciente da responsabilidade que tem em relação a alguém que a ama e espera por ela. O amor incondicional de uma mãe por um filho exemplifica essa tese.
3. Pelo sofrimento, suportando as amarguras inevitáveis diante da consciência de que a vida ainda espera muito de sua contribuição em relação às demais pessoas, como aconteceu com o próprio Frankl.
Nestes três casos, a resposta do indivíduo deixa de ser a perda de tempo em conversas e meditação, e se torna a ação correta e a conduta moral objetiva.
Tenho visto empresas que produzem e geram empregos, apesar dos juros elevados, da carga tributária indecente, da carestia das linhas de crédito.
Tenho visto profissionais que são promovidos, apesar de uma formação acadêmica deficitária, da ausência de um MBA ou da fluência em outro idioma.
Tenho visto pessoas que praticam ações filantrópicas, levando consigo o carinho do olhar, o calor do abraço e o conforto da palavra, apesar de pessoalmente não necessitarem disso.
Tenho visto casais que se reconciliam e amantes que se saciam, apesar das divergências e da eventual discórdia.
Aprecio muito o conceito de resiliência, a capacidade de superar adversidades. E meu amigo Roberto Ambrósio presenteou-me com uma metáfora sobre o boxe, um esporte duro e violento que nos lega de forma muito especial o conceito de assimilação.
Um boxeador toma um direto de direita e assimila, bem ou mal, o choque sofrido. Assimilar é tornar-se semelhante a. Como se o golpe passasse a ser uma parte da própria pessoa, modificando-a externa e internamente. O boxeador sofre, baqueia, devolve a energia potencial em forma de persistência (permanecer em pé), ou em forma de contragolpes defensivos, mas acima de tudo aprende enquanto assimila. Aprende que a guarda deveria estar mais alta, que a esquiva deveria ocorrer um décimo de segundo antes. Aprende com a dor e aprende sozinho.
Também tenho aprendido a oferecer menos resistência aos sacrifícios impostos, a suportar melhor as dificuldades, a ser mais tolerante. E a encontrar um sentido para a vida. Apesar dos que a tudo isso se opõem.




Tom Coelho
Com formação em Publicidade pela ESPM e Economia pela USP, tem especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP. É mestre em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac.
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POST 1712: VOCÊ ESTÁ SOBRECARREGADO? Por Christian Barbosa

Sua vida está no limite? Cheio de tarefas para fazer e pouco tempo? Nada de esporte, tempo para você, tempo para os amigos? Anda sempre cansado e não tem disposição para fazer nada de útil?

Se você está assim você não é o único, muita gente está vivendo sem equilíbrio. É mais comum do que você imagina. Muita gente vive ocupada, nunca tem tempo para nada, mas essa não é a questão. O que temos que nos perguntar é se estamos ocupados com as coisas que realmente deveríamos estar.


Já parou para pensar que na maior parte dos casos estamos sobrecarregados porque simplesmente aceitamos essa situação em algum momento? Muita gente gosta de estar assim, dá status, dá poder, dá automotivação. A questão é até quando.

A verdade é que não é “chique” viver sem agenda pra nada, sair do escritório todos os dias muito tarde, não ter final de semana, não fazer esporte, não se divertir. Na verdade é bem triste o que você pode estar fazendo da sua vida.

Acorda! Se você enfartar hoje de estresse por causa da sua rotina, todo mundo vai chorar e a vida vai continuar. Ninguém é insubstituível. Ou você pega leva com você ou a vida vai pegar pesado por você!

Estamos quase no meio do ano, eu costumo recomendar uma pausa estratégica nesse período para “revisar os objetivos anuais, o equilíbrio, os resultados obtidos”. Analise como foram seus meses até aqui e veja se quer repetir esse padrão.

Sempre é possível dizer um não, limitar seus horários, delegar mais, aprender técnicas modernas de gestão do tempo, usar melhor seu e-mail, permitir ao time tomar decisões, mudar de emprego, começar um esporte, etc. Você que manda na sua vida, não é?

As pessoas não fazem o que deveriam fazer e por isso perdem seu equilíbrio, que por consequência leva a perda do seu resultado mais cedo ou mais tarde!

Para pensar!




Christian Barbosa
Especialista em administração de tempo e produtividade, fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.
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POST 1711: 11 ERROS QUE UMA MARCA NÃO PODE COMETER NO FACEBOOK. Por Ricardo J. Magalhães

O Facebook é uma parada de marketing obrigatória para toda pequena empresa que se preza. A Facebook é a plataforma ideal para criar relacionamentos com os clientes, conhece-los a fundo, interagir, colher feedbacks, engajá-los na sua empresa e muito mais.
Com o novo redesenho da fã page da Facebook, o espaço que a sua empresa pode ter na rede ganhou um aspecto muito mais engajador.

Portanto, use a Facebook para construir relacionamentos e não para vender a moda antiga, ou seja, empurrando produtos.
Eu listei abaixo 11 erros comuns que a galera das empresas cometem ao usar a Facebook como canal de relacionamento-venda.
Fique atento para não repetir os erros que outros já cometeram.
(1) Falar para os clientes ao invés de falar com os clientes. Facebukar um monte de press releases da empresa ou links para páginas mortas do seu web site não é engajamento.
(2) Não responder a comentários ou perguntas. Você não causa uma primeira boa impressão para um cliente potencial ou um novo fã se ele perceber que a empresa não interaje com os clientes.
(3) Usar haghtags na Facebook. A galera da Facebook não tá nem ai para o Twitter. Usar hashtags do twitter nas facebukadas é queima filme. Mostra que você amarrou o twitter a Facebook e não tá nem ai para a interação com os seus fãs.
(4) Publicar um post após o outro (como eu mesmo faço de vez em quando) é burrice. Por mais que os seus fãs sejam seus fãs, os caras precisam de um tempo para respirar. O negócio é espaçar os posts e ficar de olho para descobrir a hora que os seus clientes estão online.
(5) Responder negativamente a um comentário negativo que publicam na sua fã page. (Eu mesmo faço isso as vezes, mas não recomendo). O correto é sempre agradecer o feedback, mandar beijinhos, e responder profissionalmente para resolver a questão. Talvez assim você consiga transformar um cara "p da vida" em um cliente feliz.
(6) Somente promover a si mesmo. A Facebook chama-se "rede social" por algum motivo. Você deve usá-la para promover coisas que sejam relevantes para a comunidade que te cerca; e nem sempre essas coisas são os produtos que você vende.
(7) Escrever com AS PALAVRAS EM CAIXA ALTA E COLOCAR MUITOS PONTOS DE EXCLAMAÇÃO NOS POSTS !!!!!!!
(8) Não ter nenhum post ou comentário de clientes na página. Se ninguém comenta na sua página, você está danado, alguma coisa está errada. Você precisa engajar a galera, continue pensando e reinventando o conteúdo que você tem que publicar. De maneira alguma desista da Facebook.
(9) Não dependa do conteúdo criado pelos fãs. Não fique enchendo o saco dos clientes para se envolver com a sua página; não espere que os clientes irão criar conteúdo para você. Se vira, os fãs esperam que você sempre publique alguma coisa interessante.
(10) Não tente escrever para todo mundo. Nem todos os posts precisam ser para todos os fãs. Não tem problema publicar conteúdo relevante para apenas um segmento da sua galera. É melhor publicar algo segmentado do que publicar algo genérico.
(11) Customize o título e descrição dos links que você compartilha na Facebook. Deixa de ser preguiçoso, e dê uma customizada nos campos de títulos e descrição que aparecem automaticamente no post quando um artigo está pronto para ser compartilhado.
O que mais?
Alguma sugestão?


Ricardo Jordão Magalhães
É o fundador da BIZREVOLUTION.
BIZREVOLUTION significa "Revolução nos Negócios". Revolução de Atitude, Revolução Cultural, Revolução Empreendedora, Revolução Vendedora, Revolução Marketeira, Revolução Moral, Revolução Transformadora.
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POST 1710: CROWDSOURCING – A SABEDORIA DAS MULTIDÕES. Por Sandra Turchi

A necessidade do ser humano de buscar algo novo é observada ao longo da história. E quando falamos do mundo corporativo então isso se torna, muitas vezes, uma questão de vida ou morte. Com o advento da internet muitas coisas têm mudado e a forma de buscar inovação é uma delas. Talvez seja apenas mais um modismo, porém o fato é que muitas companhias já estão utilizando esse novo caminho colaborativo, ou o crowdsourcing que, segundo a Wikipedia, significa utilizar a inteligência e os conhecimentos coletivos, e voluntários, para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. É também chamado de “open innovation”.


Mas como isso funciona? Muitas vezes a empresa consulta a “nuvem”, onde anuncia seu problema e estabelece um preço. Nesse caso, os participantes propõem soluções e a empresa seleciona a melhor. As propostas podem vir de profissionais ou não. Embora isso seja bem difundido nos EUA, no Brasil ainda é pouco utilizado.


Há diversos exemplos de produtos obtidos através do crowdsourcing, como os sistemas operacionais Linux e Android, do Google, que foram criados por voluntários ao redor do mundo, o que demonstra que muitos internautas podem fornecer informações mais precisas do que peritos individuais, ou seja, por trás disso está a ideia de que muitas cabeças pensam melhor que uma. O maior exemplo desse conceito é a própria biblioteca virtual Wikipedia que é tão precisa nas suas definições como uma enciclopédia tradicional. Outro caso que demonstra claramente como isso funciona são as comunidades voltadas à criação de aplicativos para aparelhos móveis, como para IPhone e Ipad.


Isso é bem utilizado no mundo da tecnologia, como descrito acima, mas não apenas nesses casos. Na moda essa tendência tem se ampliado, como nos exemplos da
Nike e Ked’s, em que os internautas criam seus próprios modelos. E o mais interessante não é a venda desses itens pelas companhias e sim a repercussão gerada nas redes sociais, quando essas pessoas postam as respectivas criações em suas próprias páginas.


Um dos maiores casos de sucesso no Brasil foi a criação do carro ‘
Fiat Mio’, lançado no último salão do automóvel em 2010 em São Paulo. Esse projeto obteve mais de 10,6 mil ideias enviadas e mais de 17 mil participantes.


O
Zoopa é um exemplo ligado à publicidade e usado por marcas como Microsoft, Sony, Google e Nike, no qual empresas publicam seus briefings e publicitários apresentam peças e campanhas criativas, sendo que as melhores são premiadas.


Vale ressaltar a experiência de um portal holandês, chamado “Battle of concepts”, cujo representante no Brasil é a empresa
Terraforum. Nesse espaço, desafios são propostos a estudantes e o foco é a busca de novas soluções, produtos ou processos mais eficientes. As empresas oferecem 15 mil reais em prêmios, distribuídos para as melhores ideias. Em um ano, doze empresas lançaram batalhas, entre elas Philips, Ambev, Natura e Tecnisa.


Falando em Tecnisa, sua experiência foi tão positiva – nos últimos dois anos, mais de dez processos foram remodelados – que a empresa decidiu lançar seu próprio portal de inovação em 2010, o ‘Tecnisa Ideias’, sendo que o seu principal interesse é se aproximar de grandes talentos.


Como a própria história nos mostra, a busca pela inovação não tem caminhos precisos, exatos. Ela deve ser vista, muito mais, como algo sem regras definidas, sem verdades absolutas e sem pré-conceitos estabelecidos. Isso me lembra muito como os antigos navegadores se lançavam ao mar em busca de novas terras.


Como dizia Fernando Pessoa: “Navegar é preciso, viver não é preciso”.




Sandra Turchi
Especialista em Marketing Digital e E-commerce é Coordenadora e professora do curso “Estratégias de Marketing Digital” na ESPM. Administradora de empresas pela FEA-USP, pós-graduadapela FGV-SP e MBA pela BSP e Toronto University, também cursou empreendedorismo pela Babson de Boston.
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POST 1709: O QUE É ESTRATÉGIA?

Estratégia é uma destas palavras que, juntamente com ‘Liderança’ e ‘Empreendedorismo’, virou moda no meio corporativo nos últimos anos e a massificação do seu uso acabou deturpando o seu conceito. Muitos autores já usaram várias metáforas para explicar o que é estratégia, geralmente exemplos extraídos do mundo dos esportes ou da guerra, situações em que a estratégia é sempre necessária e cuja analogia facilita a compreensão.

Pois eu vou utilizar outro modelo metafórico para explicar o que é estratégia. Quem já não passou alguma vez na vida por um engarrafamento em uma grande metrópole como São Paulo? É uma situação tão corriqueira para muitos de nós que cada um já traçou sua própria ‘estratégia’ para lidar com o trânsito pesado dos horários de ‘rush’.

Pois bem, quando você está preso no engarrafamento, simplesmente pára e espera ou procura alguma forma de avançar mais rápido? Provavelmente você procura uma faixa em que o tráfego esteja fluindo mais rápido do que aquela onde você se encontra. Algumas estradas possuem 3, até 4 faixas. Avenidas centrais nas capitais chegam a ter até 7 faixas, como em São Paulo. Quando você muda de faixa, como sabe se fez uma boa troca? Normalmente você marca um veículo na faixa onde você estava, tipicamente um caminhão ou ônibus que esteja mais à frente e que você possa identificar de longe. Se você começa a se aproximar dele, é porque escolheu uma faixa que anda mais, porém, se percebe que está se afastando, então fez uma má escolha.

Imagine agora que este veículo que você marcou é o seu concorrente, sua meta é ultrapassá-lo. Esta meta jamais será atingida se você continuar na mesma faixa que ele, ou seja, repetir o que o concorrente faz não é suficiente para superá-lo, é preciso fazer algo diferente, é preciso mudar de faixa, escolher outro caminho. Estratégia é tão simples quanto isso, escolher um caminho diferente do que seu concorrente para atingir um determinado objetivo (seu destino, que nesta analogia pode ser sua casa ou o seu trabalho) antes dele.

Aí começam algumas complicações. Toda escolha envolve um risco, o risco de fazer uma escolha errada. Muitas empresas não praticam a estratégia porque não querem correr riscos, preferem continuar na mesma faixa, mais segura, conhecida. Pensar assim significa não avançar. Para superar o concorrente é preciso ousar fazer diferente do que ele. É preciso mudar de faixa e aceitar o risco de ficar para trás. No entanto, se todo o mercado muda o tempo todo, continuar na mesma faixa pode também ser uma escolha estratégica. Pode ser que o concorrente é quem muda de faixa e escolha errado e você o ultrapasse sem ter mudado de faixa. Estratégia é fazer diferente, mas não do que você faz, e sim do que a concorrência faz.


Como fazer uma boa escolha? Existem duas etapas fundamentais em estratégia: a primeira é a identificação dos possíveis caminhos e a segunda é a escolha em si. Cada etapa requer formas de pensamento completamente diferentes. Identificar possíveis caminhos requer um pensamento aberto, subjetivo, holístico. Envolve a capacidade perceptiva, a intuição. Criatividade representa vantagem competitiva. Para se chegar ao seu destino, a questão pode não ser simplesmente mudar de faixa, mas verificar outras possibilidades de caminhos, outras rotas, outros percursos. Para ser líder de mercado, lançar produtos inovadores, adquirir concorrentes, verticalizar a cadeia de produção, aumentar a rede de representantes comerciais, exportar, terceirizar a distribuição, entre outros. São todas possibilidades, caminhos diferentes, estratégias.

Já para fazer a escolha, é preciso um pensamento mais objetivo, analítico, estudar prós e contras, avaliar os riscos e as vantagens, particularidades do mercado, dos concorrentes, ciência de suas próprias competências. Conhecimento representa vantagem competitiva. Trafegar pelo acostamento é seguramente mais rápido, mas os riscos de multa compensam? Ter um carro mais potente representa vantagem nesta situação? Memorizar o mapa da cidade ajuda a tomar a melhor decisão? Saber que vias perto de escolas são piores no horário de aulas permite uma melhor avaliação das alternativas? Nas empresas, sonegar impostos é certamente um caminho, mas os riscos compensam? Diversificar os negócios é uma boa opção quando sua competência está no capital intelectual? O que torna tudo difícil na estratégia, além de imaginar os possíveis caminhos, é tomar a decisão de qual caminho escolher sem ter todos os elementos na mão para estar seguro da decisão. Muitos não empreendem por não se sentirem a vontade diante de tal situação e paralisam. Outros não empreendem porque se sentem a vontade demais e correm riscos desnecessários sem a devida análise, e acabam quebrando.


Outra coisa importante. Já ouviu falar na famosa Lei de Murphy, que diz que basta mudar de faixa para que aquela onde você se encontrava comece a andar? Sabe por que acontece? Quando você resolve mudar de faixa você não está sozinho, outros pensam a mesma coisa que você. Isso acontece quando todos têm acesso às mesmas fontes de informação para tomar decisões. Só que todos, inclusive você, olham para o lado ao escolher a faixa quando na verdade deveriam olhar para frente. Se lá na frente você vê que aquela faixa começou a andar, pode mudar para ela mesmo que esteja parada agora, porque você sabe que ela vai andar. Quanto mais ao longe você conseguir enxergar, melhores serão suas decisões. Em estratégia isto se chama visão do futuro. Quanto mais elementos você tiver que o ajudem a vislumbrar este momento futuro, mais condições você tem para tomar boas decisões estratégicas no presente.

Por último, muitas empresas são como trens, só conseguem enxergar em uma dimensão: para frente ou para trás. A maioria das empresas pensa como carros, em duas dimensões: para frente, para trás, para a direita e para a esquerda. Mas somente algumas empresas são como helicópteros e pensam em três dimensões: para frente, para trás, para a direita, para a esquerda, para cima e para baixo. Quanto maior for a amplitude de visão da empresa, mais caminhos conseguem vislumbrar e melhores serão suas estratégias.


E é assim que as empresas pequenas conseguem competir com as grandes. Quando pensam de forma estratégica, elas buscam as diferenças e se dão conta que existem coisas que elas podem fazer que seus grandes concorrentes não conseguem, ou se conseguem, não com a mesma agilidade. É nestas diferenças que as pequenas são competitivas. Afinal, nada como ter uma moto diante de um engarrafamento.


Texto de Marcos Hashimoto 
Professor na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marleting), Consultor e Palestrante, doutor em Administração de Empresas pela EAESP/FGV (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas), autor do livro Lições de Empreendedorismo e do software SP Plan de planos de negócios. Seu site pessoal é www.marcoshashimoto.com

POST 1708: 10 ERROS DE SEO A EVITAR NOS SEUS TRABALHOS CRIATIVOS

0. PLANEIE O SEO

Propositadamente, este é o item zero, pois é algo que você deverá ter em atenção antes de começar a fazer o SEO. Assim, você deve colocar algumas questões a si próprio:
  • Quais são os seus competidores?
  • Porquê obter tráfego orgânico? (motores de busca)
  • Quanto tempo e quanto dinheiro você quer empregar nesta tarefa?
  • Qual o espaço de tempo que você pretende obter resultados?
  • Tem conhecimentos suficientes sobre SEO?

Assim, deixamos aqui algumas dicas, relativamente às questões apresentadas:

  • O tráfego orgânico é um dos melhores tráfegos que você poderá ter. Quem chega ao seu website através dos motores de buscar, é porque procurou por algo e o seu website tem. Assim, esses visitantes são aqueles que vão ler os seus conteúdos e se gostarem, irão voltar mais tarde ao seu website à procura de mais conteúdos de qualidade. Além disso, o tráfego orgânico por norma constitui a grande fatia dos visitantes de um website. No artigo Como Aumentar o Tráfego do seu Blog – Guia Completo, o colega Paulo Faustino da Escola Dinheiro ensina-o valiosos métodos e técnicas que você poderá aplicar.

  • Este item é sensível, pois depende não só das suas aspirações relativamente ao seu website, mas também dos recursos que você tem disponíveis para aplicar. Assim, você deverá fazer uma reflexão e balancear as coisas, definindo quanto tempo você irá aplicar nesta tarefa, e quais os recursos que tem disponíveis para o fazer. No artigo da Escola Dinheiro Vamos dedicar algum do seu tempo ao SEO do seu blog? você poderá encontrar dicas para o guiar nesta tarefa.

  • Este item está relacionado com o anterior: se você pretende ter resultados rapidamente, terá de empregar mais tempo e mais recursos. Se você não pretende ter objetivos rapidamente e pretende ir com calma, poderá optar por uma abordagem mais discreta e menos agressiva no tempo e recursos que irá utilizar. Naturalmente que os resultados neste dois casos não serão os mesmos, e se você pretende ser bem sucedido rapidamente e tem recursos para isso, utilize-os.

  • Embora seja o último ponto, não é o menos importante. Se você não tem conhecimentos sobre SEO, das duas uma: ou primeiro, antes de começar a otimizar o seu website, aprende com os melhores e depois aplica aquilo que aprendeu, ou então contrata um perito em SEO para fazer o trabalho por si – muito cuidado neste caso, certifique-se que está a contratar alguém que realmente percebe de SEO, e não seja uma fraude que simplesmente irá aplicar técnicas erradas no seu website, colhendo o seu dinheiro e você ficando sem resultados.

1. NÃO COMPRE LINKS

A compra de links pode ajudá-lo a subir algumas posições no Google de forma rápida, mas esta prática quando aplicada a websites que já são populares pode ser desastroso. Enquanto se está em baixo e o website não é popular, arriscar comprar links não tem um potencial de prejuízo do que se tem quando o website já é popular. Por vezes a compra de links pode ser detetada pelo Google, e no caso de isto acontecer quando o seu website não é popular, aquilo que perde não é muito quando comparado com aquilo que se perde quando se tem um website popular e se é penalizado pelo Google. Portanto aquilo que sugerimos é que tenha cuidado com a compra de links, muito cuidado, convém sempre pensar duas vezes antes de passar à acção. Obtenha links para o seu website através de outros métodos! Quanto mais orgânicos e naturais forem os seus links, menores serão as suas preocupações. Foque-se no desenvolvimento de conteúdos de qualidade, pois isso irá permitir-lhe gerar links a partir de outros sites e blogs naturalmente.

 

2. NÃO CRIE CONTEÚDO DUPLICADO

Este é outro dos erros infelizmente cometidos por muitos blogueiros um pouco por todo o mundo. O que acontece é que se o alvo é a keyword “twitter”, criar conteúdo que seja “ganhar seguidores no twitter” ou “como ganhar seguidores com o seu twitter” é basicamente a mesma coisa, e está a criar conteúdo duplicado dentro do seu próprio website, criando dois artigos que não vão trazer valor acrescentado ao seu website. Se o seu objectivo é subir em uma keyword, crie um artigo bombástico e linke para ele através de outros artigos, não crie conteúdo duplicado, pois aquilo que no fundo irá estar a fazer é escrever o mesmo conteúdo em artigos diferentes. Não o faça. Evite também copiar e colar conteúdo de artigos seus e/ou de outros blogs, uma vez que essa prática não é bem vista pelo Google. Para evitar conteúdo duplicado, você deverá utilizar sempre o atributo rel=”canonical”, para especificar ao robot do Google, quais as páginas originais para cada um dos seus conteúdos.

 

3. MANTENHA-SE ATUALIZADO COM O SEO

O mundo relacionado com o SEO está em constante inovação, e então é imperativo que você esteja sempre atualizado com as ultimas novidades, a fim de não perder o rumo e o caminho a seguir, mantendo-se par a par com os seus concorrentes. Um dos erros mais comuns relacionados com os novatos em SEO é que aplicam alguns métodos e técnicas de SEO quando criam os seus blogs e depois deixam de o fazer. Isto é um erro que mais tarde irá sair caro, pois os algoritmos dos motores de busca não são estáticos e estão sujeitos a alterações. Um exemplo disso foi a atualização que o Google fez ao seu algoritmo, introduzindo mais de 52 alterações novas, como poderá confirmar neste link.

 

4. NÃO UTILIZE BLOGS DE HOSPEDAGEM GRATUITA

A utilização de blogs de hospedagem gratuita pode ser bastante atrativa quando se inicia no mundo dos blogs, mas a verdade é que estes blogs estão extremamente limitados, não só porque estão hospedados em servidores nos quais você não tem controle, não tem acesso que lhe permita fazer a personalização dos blogs, e acima de tudo em alguns deles nem poderá tirar partido dos milhares de plugins disponíveis que ajudam o dia a dia de blogueiros em todo o mundo. Se você quer ter sucesso e estar bem rankeado nas pesquisas nos motores de busca, utilizar um blog de hospedagem gratuita é um erro crasso e você irá falhar. Opte por utilizar uma plataforma de blogagem que lhe permita ter total controle sobre a plataforma, como por exemplo WordPress. No que toca à optimizaçao SEO, WordPress tem a grande vantagem de contar com inúmeros plugins que lhe facilitam a vida e fazem algum do trabalho por si. Dê uma chance e teste você mesmo!

 

5. NÃO TENTE ENGANAR O MOTOR DE BUSCA

Esta é uma jogada muito pouco inteligente, tentar enganar quem está no comando do jogo. A tentativa de rankear para inúmeras palavras chave no mesmo artigo é um erro. Já tocámos neste assunto num ponto acima, e aqui vamos entrar mais a fundo. Se você pretende rankear nos motores de busca para várias palavra chave, crie artigos ou páginas independentes para cada uma delas. Deste modo você não só estará a criar mais conteúdo, como também estará a aumentar as suas hipóteses de rankear uma dessas páginas para as primeiras pesquisas nos motores de busca, optimizando cada uma delas de forma correta e ao máximo. Seja determinado e crie páginas individuais, com conteúdo de excelência, optimizados de forma exímia e garantidamente os seus resultados irão ser outros.

 

6. TAG ALT É IMPORTANTE

A utilização da tag ALT é importante, não tanto relativamente ao Google que não dá tanta importância à tag, mas sim relativamente a outros motores de busca como o Bing, Yahoo e AOL. Quando utiliza uma imagem nos seus artigos, se ela não tiver uma tag ALT definida, é vista como apenas uma imagem e não estará optimizada para uma determinada keyword que queira utilizar. Desta forma você está a perder uma oportunidade de ter uma imagem a ajudar o rankeamento para uma keyword, e os seus resultados serão definitivamente diferentes do que se não utilizar esta tag.

 

7. TAG TITLE TAMBÉM É IMPORTANTE

Para dizer a verdade, a tag TITLE é mais importante que a tag ALT, podemos até afirmar que é até um dos pontos mais importantes no que toca ao rankeamento nos motores de busca. Enquanto você navega na internet e lê conteúdos de outros blogueiros mais experientes, você certamente já reparou que os títulos dos artigos não são extensos. Aquilo que se aconselha é que os títulos dos artigos não tenham mais de 60 caracteres.

Vamos dar o exemplo deste artigo – o título é 10 erros de SEO que deverá evitar – tem 33 caracteres, mas um principiante provavelmente iria tentar descrever mais o conteúdo do artigo no título, optando por algo como 10 erros de SEO que deverá evitar para ser um blogueiro de sucesso na internet, criando um titulo com quase 80 caracteres (Isto é apenas um exemplo!). A tag TITLE deve então ser escolhida com cuidado e escolher as keywords também com cuidado. Uma das ferramentas que tem à sua disponibilidade e que o poderão ajudar na hora da escolha é o Google Keyword Tool. Tente várias combinações e estude o mercado, escolha aquilo que melhor servirá o seu conteúdo.

 

8. O CONTEÚDO É IMPORTANTE, MAS CUIDADO COM O DESIGN

Obviamente que aquilo que os motores de busca procuram é o conteúdo de um website, mas é preciso ter cuidado com o look do mesmo. Ponha-se na posição de visitante: qual é a probabilidade de você voltar a um website que tem um design e usabilidade horrorosos? Até pode ter o melhor conteúdo do mundo, mas se você não o consegue ler, se você não consegue estar concentrado em ler o conteúdo, do que é que lhe vale ter o melhor conteúdo do mundo? Não descure o look do seu blog, nem a sua usabilidade.

Os visitantes gostam de ser bem recebidos, estar num website limpo e no qual consigam navegar e ler os conteúdos de forma harmoniosa – há que criar um look que permita que os seus conteúdos sejam correspondidos pelos leitores! SEO não se limita apenas á optimização de conteúdos, criar links e etc, um bom design e uma boa programação de um website são um excelente ponto de partida da sua optimização SEO.

 

9. CAPRICHE NA HORA DE ESCREVER

Milhares e milhares de blogs no mundo inteiro não têm sucesso por uma razão muito simples: não têm conteúdo. A criação de artigos com poucas palavras limita logo ao princípio a quantidade de possibilidades que você tem de criar links dentro do seu website. Se você vai escrever, não escreva 300, 400 ou 500 palavras, escreva 1000, 1500 ou 2000. Mais uma vez vou-lhe solicitar que pense como um visitante: você chega num blog e encontra dezenas de artigos com 200 e 300 palavras, cujos temas você sabe que têm muito mais para escrever – quão decepcionante é isso? Certamente a sua opinião sobre tal blog ou website iria cair, e as suas visitas iriam descer ou mesmo terminar por completo.

Por isso é extremamente importante que você crie conteúdos de qualidade, que tenham interesse e sejam úteis para os visitantes, e você não consegue isso ao escrever 300 palavras (ou pelo menos irá conseguir fazê-lo melhor com 2000 palavras!).
Deixamos aqui mais algumas dicas que são valiosas quando você está a escrever:
  • Utilize linkagem interna entre os seus artigos
  • Não linke para a sua homepage apenas com uma palava-chave
  • Crie links para outros websites do seu nicho, potenciando a ligação com os mesmos

 

10. NÃO SEJA OBCECADO COM O SEO

SEO não é uma ciência exata, não existe apenas uma forma de o fazer. No entanto, existem já alguns métodos que provaram serem eficazes. Sendo assim, aquilo que lhe aconselhamos é que não seja obcecado com o SEO e não tente reinventar a roda. Não tente criar os seus próprios métodos de SEO, você estará a perder tempo. Siga os métodos que já existem, siga aquilo que já foi estudado por milhares de pessoas em todo o mundo, milhares e milhares de horas utilizadas no estudo do SEO. Leia artigos dedicados a este tema, pesquise por métodos que já provaram serem eficazes e siga-os, teste-os. Se um deles não der resultado, experimente outro, não crie o seu próprio método, embora a sua determinação e vontade de o fazer sejam de louvar!




FONTE: ESCOLA DE CRIATIVIDADE
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