quarta-feira, 22 de setembro de 2010

*OITO BONS PRESENTES QUE NÃO CUSTAM NADA*


O presente Escutar...
Mas você deve realmente escutar. Sem interrupção, sem distração, sem
planejar sua resposta. Apenas escutar.

O presente Afeição...
Seja generoso com abraços, beijos, tapinhas nas costas e apertos de
mãos. Deixe estas pequenas ações demonstrarem o amor que você tem por
família e amigos.

O presente Sorriso...
Junte alguns desenhos. Compartilhe artigos e histórias engraçadas. Seu
presente será dizer, "Eu adoro rir com você.".

O presente Bilhetinho...
Pode ser um simples bilhete de "Muito obrigado por sua ajuda", ou soneto
completo. Um breve bilhete escrito à mão pode ser lembrado pelo resto da
vida e pode mesmo mudar uma vida.

O presente Elogio...
Um simples e sincero, "Você ficou muito bem de vermelho", "Você fez um
super trabalho", ou "Que comida maravilhosa", torna especial o dia de
quem recebe.

O presente Favor...
Todo dia, faça algo amável.

O presente Solidão...
Tem momentos em que nós não queremos nada mais do que ficar sozinhos.
Seja sensível a esses momentos e dê o presente da solidão ao outro.

O presente Disposição...
A maneira mais fácil de sentir-se bem é colocar-se à disposição de
alguém e isso não é difícil de ser feito.

MÉTODOS DE COLETA DE DADOS



A coleta de dados é o ato de pesquisar, juntar documentos e provas, procurar informações sobre um determinado tema ou conjunto de temas correlacionados e agrupá-las de forma a facilitar uma posterior análise.
A coleta de dados ajuda a analisar ponto a ponto os fatos ou fenômenos que estão ocorrendo em uma organização, sendo o ponto de partida para a elaboração e execução de um trabalho.
Para a elaboração de um projeto com tema e delimitações já determinados o próximo passo é a coleta de dados e informações as quais estudaremos a seguir.
1.1 Utilização de documentos

A coleta de dados pode ser através de dados impressos como jornais, revistas, arquivos históricos, livros, diários, dados estatísticos, biografias.
Para Gil (1995, p. 158) as fontes escritas na maioria das vezes são muito ricas e ajudam o pesquisador a não perder tanto tempo na hora da busca de material em campo, sabendo que em algumas circunstâncias só é possível a investigação social através de documentos.

1.2 Entrevista

As entrevistas são largamente usadas em pesquisa de mercado, de opinião pública. Existem vantagens e desvantagens na coleta de dados através de entrevistas em relação à remessa postal de um questionário, conforme Oppenheim (1993) o uso de entrevistadores é necessário quando há no questionário uma série de perguntas abertas e é fundamental escrever as respostas nas palavras do investigado. Algumas vantagens da entrevista são que possibilitam a obtenção de dados referentes aos diversos aspectos da vida social; é uma técnica muito eficiente para a coleta de dados em profundidade acerca do comportamento humano; os dados obtidos são suscetíveis de classificação e de quantificação. Por outro lado, as desvantagens são: a inadequada compreensão do significado das perguntas; o fornecimento de respostas falsas; a influência da presença do entrevistador; os custos com treinamento de pessoal para a aplicação das entrevistas entre outras.
A entrevista é uma das técnicas de coleta de dados mais usada no âmbito das ciências sociais como, por exemplo, os psicólogos, sociólogos, pedagogos entre outros. Alguns autores citam a entrevista como o método fundamental de investigação nos mais diversos campos e pode-se afirmar que parte importante do desenvolvimento das ciências sociais nas últimas décadas foi obtida graças à sua aplicação.
As entrevistas podem ser classificadas em quatro tipos, a entrevista informal que é a menos estruturada por parecer uma conversação, mas se diferencia por ter o objetivo básico de coletar dados; a entrevista focalizada que é tão livre quanto a anterior, mas tem como enfoque um tema específico; a entrevista por pautas que apresenta um grau de estruturação, pois as pautas têm relação uma com a outra e devem ser guiadas pelo entrevistador para realmente haver as relações entre si e; a entrevista estruturada que como já diz pare de uma continuação de perguntas fixas e que são geralmente em grande número. E por fim, a entrevista, indiferentemente do tipo, devem ser encerradas da forma mais cordial possível, pois o entrevistado não ganha nada pela entrevista e em algumas situações há a necessidade de mais de uma entrevista por isso a necessidade de se tratar bem o interrogado.

1.3 Questionários

É o método mais usado em pesquisa qualitativa, principalmente em pesquisas de grande escala, como as que se propõem levantar a opinião política da população ou a preferência do consumidor.
Como toda técnica, os questionários, tem suas vantagens e suas limitações, atingirem um grande número de indivíduos mesmo que em regiões afastadas uma das outras, gasto zero com pessoal qualificado para aplicar o questionário porque não é necessário o treinamento dos pesquisadores, permitirem que as pessoas respondam ao questionário na hora que determinarem oportuna, garantir o anonimato das respostas, são algumas das vantagens de se fazer um questionário para a obtenção de dados. Por outro lado, os questionários não permitem que as pessoas que não saibam ler e escrever respondam as questões causando assim, algumas deformações nos resultados da pesquisa, impedem também que o informante tire dúvidas de entendimento nas questões pelo fato de o pesquisador não estar presente, os questionários possuem um número relativamente baixo de questões, pois é sabido que os questionários com número extenso de perguntas são cansativos e muitas vezes não são respondidos totalmente.
Após, de o questionário ter sido redigido e antes de ser aplicado definitivamente no público ele deverá passar por um pré-teste para assegurar que esteja bem elaborado, sobretudo sobre a sua clareza e precisão de termos, forma de questões, desmembramento das questões, ordem e introdução do questionário.

1.4 Formulários

Para Vergara (2000, p. 55), os formulários são um meio-termo entre entrevista e questionário, mas, como no questionário o formulário também é apresentado por escrito, mas é o pesquisador que assinala as respostas dadas oralmente pelo respondente.

1.5 Observação

A observação é o instrumento básico de coleta de dados em todas as ciências, sendo importante para a construção de qualquer conhecimento.
As modalidades de observação que são empregadas na investigação científica são a observação assistemática, a observação sistemática, a participante, a não-participante, a individual, em equipe, na vida real e em laboratório, que variam de acordo com as circunstâncias. A observação pode ser realizada na vida real, no próprio local onde o evento ocorre, em um ambiente normal e cotidiano, registrando-se os dados à medida que forem ocorrendo, ou em laboratório, que requer condições especiais, geralmente exige organização cuidadosa e controlada, o uso de equipamentos adequados possibilita observações mais rigorosas.
A observação assistemática ou não estruturada, denominada também como espontânea, informal, simples, ocasional e acidental pelo fato de que o conhecimento ser obtido através de uma experiência casual, sem que se tenha determinado de antemão quais os aspectos relevantes a serem observados e que meios utilizar para observá-los. A observação sistemática designada também como estruturada, planejada controlada, o observador sabe o que procura e o que necessita de importância em determinada situação. Para Marconi e Lakatos (2003, p. 193) e Thums (2003, p. 155), neste tipo de observação há um planejamento de ações, sendo uma observação direcionada, ao inverso da assistemática. Quadros, anotações, escalas, dispositivos mecânicos são alguns dos instrumentos que podem ser utilizados nessa observação.
A observação participante consiste na participação real e ativa do pesquisador como membro do grupo, trabalha junto com o grupo e participa das atividades normais deste.
Já na não participante, o pesquisador toma contato com a comunidade, grupo ou realidade estudada, mas sem integrar-se a ela, permanecendo fora, presencia o fato, mas não participa dele.
A observação individual é a modalidade que requer a presença de apenas um pesquisador, a observação em equipe possibilita que o grupo observe a ocorrência por vários ângulos e surge a oportunidade de confrontar os dados coletados.

A observação pode ser realizada na vida real, no próprio local onde o evento ocorre, em um ambiente normal e cotidiano, registrando-se os dados à medida que forem ocorrendo, ou em laboratório, que requer condições especiais, geralmente exige organização cuidadosa e controlada, o uso de equipamentos adequados possibilita observações mais rigorosas.

1.6 Sociometria

Conforme Lakatos e Marconi (2002, p.126), a sociometria é uma técnica quantitativa que procura explicar relações pessoais entre indivíduos de um mesmo grupo. Revela a estrutura interna dos grupos, indicando as posições de cada indivíduo em relação aos demais. Permite analisar os grupos, identificar seus líderes, os subgrupos e os desajustados, tem sido utilizada nos mais diversos campos de estudos.

1.7 Histórias de Vida

Lakatos e Marconi (2002, p.135), definem história de vida como as experiências de alguém, suas vivências, que tenham significado importante para o conhecimento do objeto em estudo.
A técnica permite estudar o impacto da interação social sobre as crenças e decisões dos indivíduos. Por exemplo, como as pessoas agem nas organizações e como as rotinas diárias influenciam seu trabalho, assim como o efeito das decisões ao longo do tempo.

1.8 Testes

Testes são muito usados nas organizações, especialmente no processo de seleção e na área de desenvolvimento gerencial, quando se deseja medir o potencial dos indivíduos.
Os testes possuem alguns requisitos como a sua validade, a sua precisão e sua padronização. São apresentados de várias formas como, por exemplo, verbais, de lápis e papel, visuais e podem ser feitos individualmente ou coletivamente.

1.9 Escalas Sociais

As escalas sociais são criadas para medir a intensidade das opiniões e atitudes da maneira mais objetiva possível. Criar uma escala social é algo muito trabalhoso que requer muito esforço e disciplina para se seguir os passos corretamente, pois, elas podem acarretar alguns problemas tais como: fidedignidade; validade; ponderação dos itens; natureza dos itens; igualdade das unidades; definição de um contínuo entre outras.
As escalas mais usadas são as escalas de ordenação, de graduação, de distância social.

1.10 Amostragem

A amostragem se fundamenta em leis estatísticas que lhe conferem fundamentação científica. Na pesquisa social são utilizados diversos tipos de amostragem, que podem ser classificados em dois grandes grupos: amostragem probabilística e não-probabilística. Os tipos do primeiro grupo são rigorosamente científicos e os do segundo grupo não apresentam fundamentação matemática ou estatística, dependendo unicamente de critérios do pesquisador (GIL, 1995, p. 93). Coleta de dados é de suma importância nas ciências, fundamental para qualquer trabalho, em qualquer fase de sua execução, sendo um importante instrumento para a construção de qualquer conhecimento. Sem a coleta de dados, o estudo da realidade e de suas leis seria reduzido a simples conjectura e adivinhação.
A coleta de dados possibilita meios diretos para estudar uma ampla variedade de fenômenos e permite a análise sobre um conjunto de atitudes comportamentais.


Michael Porter: O que todo gestor deve ter em mente



Durante sua apresentação no Fórum HSM de Estratégia, Michael Porter respondeu a diversas perguntas e apresentou conceitos fundamentais de estratégia, dando grande ênfase às questões específicas do ambiente brasileiro. Confira!
A tão esperada presença de Michael Porter no Fórum HSM de Estratégia foi marcada pela originalidade do formato de sua apresentação, além, é claro, do brilhantismo do palestrante. Porter respondeu às perguntas realizadas previamente por diversos empresários e pensadores brasileiros, entre eles Jorge Paulo Lemann, da AB InBev, Edson Bueno, da Amil, e Ozires Silva, fundador da Embraer. Ele apresentou conceitos fundamentais de estratégia, destacou os avanços na responsabilidade social corporativa e deu grande ênfase às questões específicas do ambiente brasileiro.
“Lamento não estar no Brasil, sinto-me em casa aí. As perguntas que me fizeram são muito difíceis e parabenizo quem as formulou”, comentou o Pai da Estratégia Moderna no início de sua palestra, antes de falar sobre os conceitos essenciais de estratégia e concorrência. Segundo o palestrante, muito do que se fala sobre estratégia é, na verdade, melhoria operacional.

Ele destaca que, em primeiro lugar, todo gestor precisa ter em mente que o objetivo de uma empresa não é crescer, nem ser grande, mas obter um bom retorno sobre o investimento. “Isso é sinal de que se está criando valor real para os clientes e para os acionistas”, explicou. Outro aspecto do qual os gestores não podem se distrair é da estrutura do setor, que tem grande impacto sobre a lucratividade. Além disso, estratégia não diz respeito a fazer a mesma coisa melhor, mas desenvolver posição estratégica única e competitiva no mercado. O último ponto básico da estratégia é que ela implica decidir o que se vai fazer e focar, mas também sobre o que não será feito, que clientes não serão atendidos.
Estratégia emergente x antecipada
O conceito de estratégia emergente ganha força, já que é muito complicado configurar uma estratégia com antecipação. “Não sairá certo, porque o mundo muda o tempo todo”, diz Porter. “Na estratégia emergente, em vez de se antecipar, a empresa experimenta, aprende, faz a sintonia fina e, com o tempo, a estratégia emerge. Isso contrasta com a escola do design estratégico.”
Em toda empresa, de acordo com o palestrante, existe a noção de que é preciso continuar aprendendo e tendo insights sobre o mercado, além de fazer os ajustes da estratégia, pois ela não deve ser rígida. “Grandes empresas continuamente aprendem e melhoram como tornar sua estratégia mais eficaz. Mas é raro uma empresa ter sucesso sem ter um insight inicial sobre como pode ser diferente, distinguir-se no mercado. É difícil que isso venha só com a experimentação.”
Outro ponto que o professor assinalou sobre as grandes empresas é que elas podem ser muito competitivas e eficientes, desde que criem uma cultura de alta performance e processos mensuráveis. “Uma grande empresa terá de criar unidades empresariais em torno do negócio principal, e cada unidade tem de ter a sua estratégia. A grande empresa precisa alavancar seu tamanho com todo cuidado, mas somente nas áreas em que o tamanho importar”, alertou. Ele ainda assinalou que a grande empresa tem de ser como uma pequena, no que tange ao grau de conhecimento sobre o negócio.
O que há de novo
Perguntado sobre o que está na vanguarda do pensamento estratégico, Porter disse que “estamos de volta para o futuro”, no sentido de que a estratégia experimentou vários modismos, ideias que prometiam ser a resposta para tudo, entre elas internet, terceirização, networking e redes sociais. “Acredito que a maior parte das coisas não era estratégia, mas melhores práticas. Não lidavam com o como desenvolver vantagem competitiva.”
Uma ideia nova no âmbito da estratégia é a conexão entre estratégia e sociedade. “Estamos vendo oportunidades de criar valor econômico, mas com valor social embutido.” Em termos de tecnologias, Porter alerta para o fato de os consumidores serem, em geral, conservadores e que as empresas que quiserem lidar com o risco de inovar têm de prestar atenção ao custo de mudança de tecnologia que é arcado pelo usuário. Por exemplo, quando se compra um novo aparelho celular, tem-se que transferir a agenda telefônica para ele. “Mas, nós, engenheiros, tendemos a amar a tecnologia por si.” A recomendação é que as empresas observem a aplicação prática da tecnologia, isto é, que testem seus produtos junto ao público.
Texto retirado da HSM Online no Fórum HSM de Estratégia

Michael Porter: O Brasil emergente no mercado global



O Brasil enfrenta grandes desafios à sua competitividade, mas também tem forças únicas que devem ser exploradas, caso queiramos, em vez de estabilidade, crescimento. Essa foi a mensagem de Porte ao empresariado local.
Entre as diversas perguntas a que Michael Porter respondeu durante sua apresentação no Fórum HSM de Lucratividade, destacam-se as preocupações relativas aos negócios com a base da pirâmide e as perspectivas que vislumbra para o Brasil.
“Se eu fosse de uma economia emergente, aproveitaria oportunidades em outros mercados emergentes. Contudo, existem empresas que, por questões de prestígio ou ego, são apressadas demais para chegar à Europa e aos Estados Unidos”, observou Porter. De acordo com sua visão, a empresa oriunda de país emergente terá melhores insights sobre clientes de países emergentes.
Outro conselho que o palestrante deixa é considerar as aquisições de outras empresas: “Podem facilitar o desenvolvimento de habilidades e expertise sobre novos mercados, alçando as bases para o crescimento da empresa”.
Porter não se furtou a confessar seu orgulho a respeito de como o Brasil desempenhou bem durante a crise econômica mundial, mas também não deixou de alertar para o fato de que não podemos nos contentar com a estabilidade, e sim empreender mudanças, inovar, porque as limitações ao nosso desenvolvimento tenderão a se fazer sentir mais daqui para frente. “Ninguém deve acreditar que vai crescer para sempre”, disse.
Aos executivos e empresários presentes, ele aconselhou que aproveitassem as eleições para participar ativamente no sentido de pressionar por reformas que poderiam tornar o Brasil uma plataforma de negócios melhor. O empresariado brasileiro, em sua visão, é muito forte, mas enfrenta enormes desafios de produtividade. “Em relatórios de competitividade global, o Brasil aparece praticamente como o país mais pobre do mundo, muito ineficiente como lugar para fazer negócios – o mercado trabalhista é complicado, os gastos do governo não são eficientes, há déficits orçamentários, barreiras tarifárias e muita violência.” Segundo ele, China e Índia estão consideravelmente mais bem posicionados que o Brasil.
Outro aspecto que prejudica a competitividade brasileira é que, apesar de excelente em recursos humanos, nosso País não tem sido grande fonte de patentes e inovação em ciência e tecnologia. É preciso melhorar as instituições científicas e a educação. O Brasil tem pessoas muito capazes, mas muitos sem qualificação, e as empresas terão de educar seu pessoal. O custo de produção é enorme, pois, por todos esses motivos, a produtividade é baixa e produtividade é uma das medidas que usamos para examinar um país.
Características únicas e fortes
Porter enxerga muitas oportunidades de o Brasil concorrer globalmente, em especial porque o País é muito bom em construir marcas e conceitos e realizar marketing de nicho, capacidades que deveriam ser direcionadas a fazer crescer as exportações cujo peso, relativamente ao PIB, ainda é baixo. “O Brasil precisa entender suas características únicas, como eficiência da agricultura, indústria intensiva em recursos e setores relacionados aos produtos naturais. Espero que as empresas brasileiras aprendam a ser mais sustentáveis, especialmente nos setores agrário e de mineração”, expressou.
Um caso de sucesso brasileiro? As sandálias Havainas. “Meus colegas mais jovens todos têm. É um fenômeno”, revelou. Para Porter, o Brasil não será o local das commodities, nem tampouco da manufatura mais barata. “Vocês têm o benefício da estabilidade e forças inerentes tremendas. É preciso que elas venham à tona.”
Uma promessa: “Se as reformas acontecerem, vou comprar ações no Brasil”.
Texto retirado da HSM Online sobre Fórum HSM de Estratégia

OBSERVAÇÃO



A observação é o instrumento básico de coleta de dados em todas as ciências, sendo importante para a construção de qualquer conhecimento.
Segundo Lakatos e Marconi (2002, p.87), na observação direta intensiva temos a observação e a entrevista.
As modalidades de observação que são empregadas na investigação científica são a observação assistemática, a observação sistemática, a participante, a não-participante, a individual, em equipe, na vida real e em laboratório, que variam de acordo com as circunstâncias.
A observação assistemática ou não estruturada, denominada também como espontânea, informal, simples, ocasional e acidental pelo fato de que o conhecimento ser obtido através de uma experiência casual, sem que se tenha determinado de antemão quais os aspectos relevantes a serem observados e que meios utilizar para observa-los. Para Gresseler (2003, p. 174), a observação assistemática é realizada como estágio inicial para estudos de casos ou como prévio levantamento de fatos, ocorrências e objetos que aparecem num contexto natural, não preparado pelo observador, mas selecionado previamente, embora não forneça dados definidos, é de grande utilidade para levantamento de hipóteses para posteriores pesquisas.
A observação sistemática designada também como estruturada, planejada controlada, o observador sabe o que procura e o que necessita de importância em determinada situação. Para Marconi e Lakatos (2003, p. 193) e Thums (2003, p. 155), neste tipo de observação há um planejamento de ações, sendo uma observação direcionada, ao inverso da assistemática. Quadros, anotações, escalas, dispositivos mecânicos são alguns dos instrumentos que podem ser utilizados nessa observação.
A observação participante consiste na participação real e ativa do pesquisador como membro do grupo, trabalha junto com o grupo e participa das atividades normais deste.
Já na não participante, o pesquisador toma contato com a comunidade, grupo ou realidade estudada, mas sem integrar-se a ela, permanecendo fora, presencia o fato, mas não participa dele.
A observação individual é a modalidade que requer a presença de apenas um pesquisador, a observação em equipe possibilita que o grupo observe a ocorrência por vários ângulos e surge a oportunidade de confrontar os dados coletados. As realizadas em equipes são mais ricas em detalhes e chegam mais perto da realidade, devendo todas serem tratadas estatisticamente para que se possa avaliar a validade.
A observação pode ser realizada na vida real, no próprio local onde o evento ocorre, em um ambiente normal e cotidiano, registrando-se os dados à medida que forem ocorrendo, ou em laboratório, que requer condições especiais, geralmente exige organização cuidadosa e controlada, o uso de equipamentos adequados possibilita observações mais rigorosas.
Para a observação pode ser utilizada a entrevista, que consiste em uma conversação com o propósito de obter informações para uma investigação, envolvendo duas ou mais pessoas, onde a informação é obtida de forma direta através do diálogo.
A entrevista pode ser padronizada ou estruturada, que é aquela em que o entrevistador segue um roteiro previamente estabelecido, as perguntas feitas ao indivíduo são predeterminadas, despadronizada ou não estruturada, onde o entrevistado tem liberdade para desenvolver cada situação em qualquer direção que considere adequada, é a forma de poder explorar mais amplamente uma questão e painel que consiste na repetição de perguntas, de tempo em tempo, às mesmas pessoas, a fim de estudar a evolução das opiniões em períodos curtos.
Segundo Lakatos e Marconi (1992, p.107), as técnicas de observação são tudo de que se serve uma ciência, mas devemos saber usá-las na obtenção de um propósito.
Na observação direta extensiva, as informações são obtidas através das técnicas de questionário, formulários, medidas de opinião e atitudes, testes, sociometria, análise de conteúdo, história de vida ou pesquisa de mercado.
Segundo Lakatos e Marconi (2003, p.201), o questionário é um instrumento de coleta de dados, feitos através de uma série ordenada de perguntas por escrito sem a presença do pesquisador.
Para Lakatos e Marconi (2003, p.212), formulário é um dos instrumentos essenciais para a investigação social onde o processo de coleta de dados consiste em obter informações diretamente do entrevistado, perguntas escritas pelo entrevistador com respostas do entrevistado.
Lakatos e Marconi (1992, p.107), definem as medidas de opinião e atitudes como instrumentos padronizados que tem a finalidade de verificar as diferenças de opinião e atitudes e compará-las.
Os testes têm a finalidade de obter e avaliar dados com o propósito de medir rendimento, freqüência, a competência, capacidade ou conduta de indivíduos de forma quantitativa. Existem vários tipos de testes, com aplicações diversas, de acordo com os objetivos propostos.

CONSULTORIA PARA PLANO DE EXPANSÃO DE VENDAS



O Plano de expansão de vendas é um instrumento de gestão que deve ser regularmente utilizado e atualizado, pois permite analisar o mercado, adaptando-se as suas constantes mudanças e identificando tendências. Por meio dele você pode definir resultados a serem alcançados e formular ações para atingir competitividade.
O Plano de expansão de vendas apresenta os principais enfoques relacionados ao mercado pretendido pela empresa e às estratégias de marketing que devem ser adotadas no sentido de otimizar o desempenho organizacional.
O Plano de expansão de vendas possibilitará estruturar e direcionar a SUA EMPRESA dando sustentação às suas decisões mercadológicas. Dessa forma, minimizam-se riscos e contribui para promover ações que serão importantes para conquistar vantagens sobre a concorrência, aumentar o volume de vendas do mercado em que atua e, aumentar também seus lucros.
Por isso, utiliza-se o Plano de expansão de vendas sempre revisando-o e adaptando-o para acompanhar as mudanças do mercado e estabelecer novas ações que contribuirão para alcançar os objetivos e metas definidos, mantendo o bom desempenho e lucratividade do seu negócio.
ENTRE EM CONTATO PARA CONSULTORIAS!

DEFINIÇÃO DE MARCA



A marca é a identidade da empresa, ou seja, a forma como ela será conhecida, portanto, deve traduzir a imagem que se deseja passar para o mercado, no caso, o posicionamento da empresa. Por isso, a definição do posicionamento do seu negócio e de suas vantagens sobre a concorrência, realizadas anteriormente, são fatores essenciais para repensar uma marca ou criá-la.
Segundo o SEBRAE/MG (2005, p.34), geralmente a logomarca é formada por um nome e um símbolo. As pesquisas de mercado e público-alvo são fontes de criação, permitindo que ela ganhe uma identidade e seja a tradução da imagem da sua empresa. Muitas empresas também optam pelo slogan - frase que ressalta o posicionamento e ajuda a transmitir essa imagem para os consumidores. O slogan deve ser curto, de fácil memorização e pode ser modificado, mas não com freqüência, sempre seguindo fielmente o posicionamento da empresa. "A propaganda é a alma do negócio" foi um slogan criado na década de 1930 e que se perpetua até hoje.
A marca deve assegurar a integridade e a confiabilidade conquistadas ao longo dos anos: uma estratégia de marketing pode ser totalmente em vão e custar muito caro, caso não tenha registrado a marca e tenha que mudá-la por já ter outra empresa de mesmo nome. Se desejar mandar seus produtos para o exterior, é preciso proteger a marca registrando-a em países onde se pretende fazer negócio.
Ao elaborar a sua logomarca, sempre considere o seu posicionamento de mercado e o uso atemporal da mesma. Não se deve mudar a logomarca; ela deve perdurar para beneficiar as estratégias de consolidação de marca da sua empresa. Algumas empresas, com o passar dos tempos e frente às mudanças do mercado, utilizam estratégias de revitalização da marca, investindo em design mais arrojado, de acordo com o seu mercado, sem mudar, no entanto, o conceito da mesma.

AVALIAÇÃO E CONTROLE



A avaliação e o controle de um Plano de Marketing permitem reduzir a diferença entre o desempenho esperado e o desempenho real, garantindo sua eficácia. Por isso, devem ser realizados antes, durante e após a implementação do Plano.
Os Controles de Marketing geralmente utilizados são compostos por ações corretivas e preventivas. O ideal é que a empresa direcione seus esforços para se trabalhar com controles preventivos, pois garantem maior satisfação do cliente e menos investimentos.
Ações tomadas antes da implementação do plano: treinamento e seleção de funcionários, gastos em instalações e equipamentos necessários e alocação de recursos humanos e financeiros.
Ações tomadas durante a implementação do plano: avaliação e remuneração dos funcionários, boa comunicação interna, comprometimento da equipe.
Ações tomadas para assegurar que os resultados das ações de marketing estejam alinhados aos resultados previstos a partir de padrões de desempenho baseados nos objetivos de marketing: vendas, lucros ou custos, número de reclamações de clientes, pesquisas antes, durante e depois de ações específicas.
AVALIE E CONTROLE SEMPRE SEU PLANO DE MARKETING!
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