sexta-feira, 17 de setembro de 2010

PARA PENSAR COM ALBERT EINSTEIN



Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Sem o domínio de finanças, profissional de Marketing compromete o resultado da empresa


Não é segredo para ninguém que há muito tempo os números assustam profissionais de várias áreas. Como diz o ditado popular, os números não mentem. Em inglês a expressão que se usa na construção das estratégias nas empresas multinacionais, “You only get what you measure”, deixa claro que um objetivo que não pode ser mensurado, não será atingido. Diferente de áreas como, por exemplo, direito e comunicação, que não são ciências exatas, a matemática sempre tem como ser conferida e os resultados constatados.
Sendo assim, a promoção do produto, que é um dos 4 p´s de marketing, por vezes confundida com o marketing por si só, acaba sendo o foco desta área. Por conta deste equívoco, o profissional de marketing cria um distanciamento das análises financeiras, comprometendo os negócios. Esta visão acarreta, ainda, um grande número de erros estratégicos, pois se trata de decisões que não refletem resultados financeiros positivos.
Já foi o tempo em que as empresas delegavam as análises numéricas apenas ao departamento financeiro. Hoje em dia, a empresa voltada para o mercado exige dos profissionais plena capacidade para tomar decisões com base nos números. O profissional de marketing deve saber, no mínimo, interpretar os resultados financeiros. Já se sabe que de nada adianta uma bela campanha ou uma inovadora embalagem se o resultado financeiro não for favorável.
Sendo assim, dominar os números e ter habilidade analítica financeira se tornou uma obrigação para quem quer atuar em marketing. Quem tem habilidade com números, em geral, consegue se virar nas áreas que envolvem ações ao consumidor. O contrário, ou seja, quem só navega bem nestas áreas, e não se relaciona bem com finanças, pode ficar para trás e perder na competição para os profissionais dos números.
Não por coincidência se vê cada vez mais o especialista da área financeira ser içado a cargos de CEO de grandes empresas, deixando para aqueles que atuam em marketing, caminhar à margem das decisões estratégicas. Talvez este seja um dos motivos que levam os dois departamentos, finanças e marketing, a criar uma rixa interna nada velada. É rara uma reunião onde não haja fricção entre as duas áreas. Como resultado, uma aponta os problemas da outra, gerando ação defensiva quando números negativos são apresentados.
Por outro lado, também não é raro, o profissional de finanças ser visto como alguém que tem como foco descobrir problemas. Em geral, tende a indicar que são derivados de estratégias lideradas pelo departamento de marketing. Para piorar o quadro, também se constata nas empresas uma briga séria entre as áreas de marketing, finanças e vendas, que são pilares de uma organização. A empresa sempre sai prejudicada, pois uma briga destas pode destruir uma empresa.
Desta forma, uma das maneiras para diminuir este estresse entre as equipes, é dotar cada uma delas de capacidade e interesse pelas análises financeiras. Ainda assim, entenda-se aqui que ser analítico não é suficiente já que é necessário conhecer os conceitos financeiros, o que requer estudo e talento. Aliás, querer sucesso na área de marketing sem gostar de estudar é praticamente impossível. Sem contar que parte do trabalho de marketing é buscar formas de mensuração para a projeção do valor da marca, retorno sobre campanhas, definição da vantagem competitiva, redução de custos e maximização dos lucros.
Sendo assim, dominar finanças é fundamental para o profissional que deseja evoluir em marketing, pois até na construção da carreira, só se consegue atingir o que se pode mensurar.

* Amalia Sina é reconhecida como uma das mais bem sucedidas executivas brasileiras de sua geração. Foi presidente da Philip Morris do Brasil, da Walita do Brasil e vice-presidente da Philips para a América Latina. Com MBA em Marketing pela FEA/USP e Pós-graduada em Gestão pelo Triton College, Chicago, hoje comanda a sua própria empresa, a Sina Cosméticos. É autora dos livros “Mulher e Trabalho” e “Marketing Global – Soluções Estratégicas para o Mercado Brasileiro”.

20 EMPRESAS MAIS ADMIRADAS DO MUNDO


Capacidade de atrair e reter talentos, liderança e gestão de desempenho qualificadas e boa estratégia e execução são alguns fatores que diferenciam as “20 empresas mais admiradas no mundo”.
A Fortune combinou a pesquisa a "Empresa Mais Admirada da América" (AMAC) com o estudo "Empresa Mais Admirada do Mundo" (WMAC) para gerar um único ranking global. No geral, foram pesquisadas 667 empresas de 33 países. As análises envolviam desde a capacidade de atrair e reter talentos até a eficácia na condução global dos negócios.
Com base nos resultados, a consultoria Hay Group focou os números em questões relacionadas ao engajamento dos profissionais para fazer uma pesquisa conduzida pela gerente de pesquisas organizacionais, Caroline Marcon. Observou-se que as mais admiradas definem engajamento de maneira clara, além de cobrarem resultados de seus gestores, executivos e profissionais do RH (Recursos Humanos).
As tops
Conheça as "20 empresas mais admiradas do mundo":
As 20 empresas mais admiradas em todo o mundo
Posição Empresa
1º Apple
2º Google
3º Berkshire Hathaway
4º Johnson & Johnson
5º Amazon.com
6º Procter & Gamble
7º Toyota Motor
8º Goldman Sachs Group
9º Wal-Mart Stores
10º Coca-Cola
11º Microsoft
12º Southwest Airlines
13º FedEx
14º Mc Donald's
15º IBM
16º General Electric
17º 3M
18º JP Morgan Chase
19º Walt Disney
20º Cisco Systems
Fonte: Hay Group
Engajando com sucesso
Quando perguntado aos executivos qual a frequência com que eles compartilham as informações sobre níveis de engajamento dos profissionais, verificou-se com sobras a profundidade da questão.
Enquanto 33% dos executivos dos grupos de empresas não tão admiradas afirmavam informar os investidores sobre engajamento interno, esse número avançava para 45% quando se tratava de algum empresário das admiradas.
O mesmo processo de aviso sobre o engajamento interno acontece nas conversas com novas contratações - em 65% das empresas mais admiradas e em 56% das não tão admiradas - e nas com clientes atuais ou potenciais - 51% e 30%, respectivamente.
De acordo com a pesquisa, verificou-se que as empresas que investiram em engajamento reduziram, principalmente, o turnover e as reclamações em relação a salários justos e equitativos, além de criarem uma vantagem competitiva no mercado.
Recessão x frutos
A pesquisa analisou ainda o comportamento dessas empresas durante a recessão econômica. O que se viu foi uma tática nada conservadora frente ao período que causou "calafrios" entre os empresários de todo o mundo.
Ante as demais companhias globais, entre as ações das mais admiradas estavam: o baixo congelamento das contratações e dos salários, além do baixo número de demissões.
Registrou-se ainda que tais empresas estão saindo da recessão com um ambiente interno muito mais favorável do que quando entraram, com a promoção de altos níveis de engajamento dos funcionários, inovação e organização, somadas à otimização da produtividade.
Na comparação com dois anos atrás, essas companhias apresentaram consistentes taxas de engajamento dos funcionários. Houve mudanças quanto à lealdade dos funcionários, à organização, na facilidade de recrutar talentos para posições-chave e na frustração entre funcionários relacionada a condições de trabalho não condizentes com seu sucesso.
Texto da Equipe InfoMoney

5 COISAS SOBRE EMPREENDEDORISMO QUE AS ESCOLAS DE BUSINESS NÃO ENSINAM


Eu estudei na escola de propaganda e marketing mais desejada do Brasil: a ESPM. Nos meus quatro anos de ESPM eu nunca fui apresentado a uma matéria chamada EMPREENDEDORISMO. Eu nunca fui apresentado a nenhum tipo de aula sobre como abrir uma agência de propaganda, uma consultoria de marketing ou qualquer coisa do tipo.
Fora as aulas, as palestras esporádicas que a faculdade oferecia aos alunos eram sempre com alguma figura famosa da propaganda brasileira mostrando o seu rolo de comerciais premiados em Cannes. 9,5 em cada 10 amigos que estudaram comigo queriam trabalhar em grandes empresas e grandes agências. O sonho do ESPMer nos anos 90 era virar estagiário do Julio Ribeiro da Talent, mesmo que fosse para trabalhar de graça.
Eu estudei na ESPM no início dos anos noventa e posso garantir a vocês que nada mudou em 15 anos. Tudo continua igual. A única diferença é que a molecada hoje quer trabalhar na África ou Agência Click.
Eu acredito que as escolas de negócios deveriam ensinar, incentivar, promover e evangelizar o EMPREENDEDORISMO como caminho para os seus alunos serem bem sucedidos na vida.
Mesmo porque a Agência Click tem meia dúzia de vagas de estágio, e a faculdade tem 600 alunos.
Mas o quê exatamente as escolas de negócios deveriam ensinar sobre empreendedorismo?
1. Lidar com as pessoas
No final de uma faculdade de administração de quatro anos, os jovens passam seis meses fazendo um trabalho de conclusão de curso pasteurizado prá daná. A molecada segue o template que o professor recomenda: “fazer um documento completo com visão, missão, valores, metas, números, swot, balanced scorecard, análise competitiva, tecnologia, estratégia, balancete etc”.
A faculdade ensina que o jovem tem que ter um plano bem feito e bem estruturado para a empresa acontecer e depois, basta implementá-lo para a coisa toda acontecer. Ledo engano. A escola esquece de ensinar que existe o componente pessoas nas empresas e que esse recurso pode acabar com o super bem estruturado plano de papel.
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Aprender a lidar com seres humanos”, onde a molecada será submetida a exercícios de campo onde terão que aprender a influenciar e engajar pessoas de diferentes formações e posições.
2. Ética
A molecada sai da escola sabendo o que são os 4P’s do marketing, mas em nenhum momento são forçadas a refletir sobre as premissas que devem levar em conta ao escolher fornecedores para um determinado produto, formatar políticas de preços para diferentes tipos de clientes e tratar as pessoas.
A faculdade “ensina” o jovem a desejar crescer na vida, mas não fala nada sobre como crescer fazendo o bem para os outros e para si mesmo. Crescer por crescer é a filosofia da célula do câncer!
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Ganha Ganha Ganha”, onde a molecada é obrigada a participar de jogos, simulações e interações sobre a aplicação de diferentes éticas no mundo dos negócios.
3. Ter uma Vida
A grande maioria das pessoas que resolvem se tornar empreendedoras o fazem pensando que poderão levar a vida como bem entender. Infelizmente, 99% vai perceber logo no início que o negócio nunca fecha e que o empreendedor nunca pode realmente abandonar a empresa na mão dos funcionários.
É incrivelmente difícil você levar uma vida balanceada quando você é dono do seu próprio negócio. Realmente difícil. Mas é possível. Eu conheço gente que consegue e por isso acredito que é possível.
Família, filhos, estudos, viagens, saúde, exercício para o corpo, exercício para o espírito são visões da vida que de alguma maneira precisam andar em conjunto com a empresa. É difícil, mas é possível.
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Vida Empreendedora” para ensinar os jovens a lidar com as diferentes cobranças que a vida terá sobre quem é empreendedor.
4. Risco
A verdade é que a grande maioria das pessoas entra em uma faculdade na esperança de sair de lá com seguro de vida que lhe garanta emprego, bons salários, mulheres bonitas e status. A grande realidade é que nada é certo, principalmente quando o assunto é empreender.
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar uma matéria chamada “Tudo ou Nada” onde a molecada é levada por exercícios que as expõe ao risco de ter tudo ou nada, falar em público, fazer besteira, resiliência e muito mais.
5. Quando investir e quando não investir
Empreendedor é tudo maluco. O cara visualiza uma idéia e sai fazendo as coisas sem qualquer estudo ou preparo.
O Empreendedor é movido pela paixão, o que é bem legal, mas o cara se instrumbica como ninguém. Nem tudo é convergente, nem tudo é compatível, nem tudo é necessário. Não é porque você vende cartucho de impressão que você deve vender impressoras.
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar uma matéria chamada “Conquistar 50 territórios ou 3 continentes a sua escolha”, onde o jovem será levado a aprender a como manter territórios enquanto avança mundo afora.
Tô saindo com uma tocha na mão para incendiar as escolas de negócios, quem quer ir comigo?
Texto de Ricardo Jordão Magalhães, da BizRevolution. (twitter.com/bizrevolution)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

TOM PETERS: O que tem em comum o mundo corporativo e o sorriso do Mandela?


“O sorriso do Mandela é o grande segredo e o trunfo de sua vida”, afirmou Tom Peters. Ele conseguiu seduzir carcerários e chefes de estado. Com um sorriso, conquistou cada um dos guardas. “Isso explica como um simples sorriso pode mudar o mundo”.
Peters lembrou ainda que as boas maneiras de Benjamin Franklin seduziram a realeza francesa e conquistou o apoio da França na guerra da Independência contra a Inglaterra. “As pequenas coisas é que fazem a diferença”, defendeu o guru, destacando que a criatividade pode ter um papel fundamental em todo este processo. “A criatividade humana é a fonte máxima de economia”, destacou e lembrou ainda que no sistema educacional americano você elimina toda a criatividade da pessoa. “Toda criança nasce artista, o desafio é permanecer artista, porque este senso artístico pode fazer toda a diferença, influenciando o design e a inovação nas empresas do futuro”.
Inovação mundança e grandes benefícios
Peters salientou que se a inovação ainda é a melhor fonte de vantagem competitiva, esta obviedade deve aplicar-se para além do mundo da moda, informática e produtos farmacêuticos, e em regiões menos promissoras, como banheiros das aeronaves. Ele contou que um cliente que trabalha neste setor revelou que os homens ainda representam 70% dos passageiros aéreos transportados, e que três de cada quatro passageiros que usam o banheiro durante o vôo é para fazer xixi, o que significa que mais de 50% de utilização dos banheiros em vôos é de homens que fazem xixi.
Pergunta então: “Por que não existem mictórios em aviões, como existem em quase todos os outros locais?” E em seguida responde, contando que a empresa DASELL acaba de ganhar um prêmio da indústria por oferecer a primeira aeronave com um mictório como um recurso exclusivo para seus clientes: as grandes companhias aéreas e fabricantes de avião. E afirma que as mulheres também saem ganhando, com banheiros exclusivamente femininos nas aeronaves. “Exemplos de inovações mundanas que trazem enormes benefícios”.
O palestrante destacou ainda que o design é a única coisa que diferencia um produto do outro. Para Peters, design é a principal diferença entre amar e odiar alguma coisa.” Para a BMW o design é uma religião”, lembrou. E novamente colocou as pessoas à frente dos processos.
O problema não é o problema
Peters se desculpou por falar o óbvio ao se referir à expressão: "Se você colocar as pessoas em primeiro lugar, as coisas boas vão acontecer". Em seguida, explicou que a resposta para um problema é quase sempre o problema em si. "A percepção é tudo que existe." Não há nenhuma realidade. Existe apenas uma percepção. E assim, a forma como você lida com um problema é, muito mais importante em muitas dimensões que o problema em si. “O problema nunca é o problema. A resposta para o problema sempre se torna o problema. Faça as respostas positivas, rápidas e avassaladoras”, aconselhou.
Ele comparou isso às pequenas coisas que se transformam em grandes problemas, quando na verdade a solução está no simples, não no formatado, na arte de transformar pequenas coisas em grandes soluções. Peters disse que o professor maravilhoso é o professor que não presta muita atenção aos exercícios padrão, mas entende que cada uma das 18 pessoas em sua sala de aula são seres humanos únicos que estão seguindo uma trajetória de crescimento, que é exclusivo para eles entre os seis e meio bilhões de pessoas na Terra. “Essas pequenas coisas podem fazer uma grande diferença na nossa forma de agir e interagir com as pessoas, seja na vida profissional ou pessoal.”
Texto retirado da Cobertura Fórum HSM de Estratégia

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PALESTRA "FOCO NO MERCADO"


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

PARABÉNS ADMINISTRADORES!


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O ESTILO DO ADMINISTRADOR - Administrar é ser ágil na ação e na decisão.


Um dos grandes erros de alguns intelectuais no Brasil, foi disseminar entre a nova geração que capitalismo é a sobrevivência dos mais fortes.
Essa é uma das razões porque a esquerda sempre atacou as empresas e seus administradores, achando que elas eram grandes devido ao seu poder monopolista ou oligopolista de extrair mais valia dos trabalhadores e da população.
Administradores foram assim sistematicamente discriminados por professores e intelectuais, vilipendiados e até atacados por mais de 50 anos devido a este errôneo conceito da sobrevivência do mais forte, termo incorreto cunhado por Herbert Spengler, que não entendeu Darwin.
Se fosse a sobrevivência dos mais fortes, os dinossauros estariam povoando o mundo até hoje.
A sobrevivência não é dos mais fortes, e sim dos mais ágeis, aqueles que puderam se adaptar aos novos tempos. Isso nada tem a ver com força.
Apesar dos dinossauros serem supremos, não conseguiram se adaptar ao novo ambiente após a queda de um asteróide.
Somos todos descendentes do camundongo, que de forte não tem absolutamente nada.
O segredo da sobrevivência humana é a sua adaptabilidade, sua agilidade em se adaptar às mudanças que ocorrem.
Infelizmente, a maioria dos professores nos ensina a ser preciso, acertar as respostas até a terceira casa decimal, a sermos absolutamente certos e não necessariamente ágeis.
Como tornar um país ágil, que não vive acumulando problemas?
O sucesso das nações depende da rapidez com que ela abandona ideias que funcionaram no passado, mas que agora precisam ser substituídas porque os tempos mudaram.
Esse é também o grande erro da direita, achar que as ideias antigas precisam ser “conservadas”, outra ideologia que nunca aceitou a figura do administrador profissional.
O mundo mudou, mas infelizmente ambas as ideologias de direita e de esquerda estão lerdas, lentas e inadequadas. Veja a lentidão da máquina do Estado e das empresas familiares.
Minha insistência em valorizar a classe política dos administradores não é porque estes possuem boas ideias, mas porque administradores bem treinados são os únicos capazes de implantar as ideias dos outros na velocidade que precisamos.
Por isso, empresas administradas por administradores profissionais são mais ágeis do que repartições públicas, empresas Estatais e empresas familiares.
A função do administrador é justamente agilizar as decisões de todos os envolvidos na empresa.
É criar sistemas onde os problemas são rapidamente identificados, diagnosticados, soluções alternativas encontradas, avaliadas, implantadas, reavaliadas e corrigidas, tudo isto rapidamente.
A primordial função do administrador seja público ou privado é não permitir que problemas se acumulem e decisões sejam efetivamente tomadas.
Texto de Stephen Kanitz (no Twitter @stephenkanitz)
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